Iniciação sexual de um garoto XV - Um por todos e todos por um

Um conto erótico de jornalista77
Categoria: Heterossexual
Contém 3027 palavras
Data: 06/12/2015 03:51:26

Joyce foi buscar Toninho e Maria no sábado pela manhã, logo cedo. Ela dirigia um Ford EcoSport vermelho metálico que Toninho não conhecia. – Só uso quando vou pra praia. No restante do tempo, fica na garagem, descansando – brincou. O carro era bastante luxuoso e confortável. Com ela no volante, Maria se sentou ao seu lado e Toninho foi no banco de trás. A viagem duraria cerca de uma hora, mas eles não tinham pressa alguma. Antes de sair da cidade, Joyce e Maria começaram a trocar olhares cúmplices e sorrisinhos. Joyce pôs a mão na coxa de Maria e começou a acariciá-la. Maria abriu mais as pernas e se esticou na cadeira. A mão de Joyce ia subindo e entrando pela parte interna da coxa, se aproximando da calcinha úmida. Maria gemia baixinho e virou o rosto de lado para olhar para a autora dos carinhos. Joyce parou em um semáforo, virou-se para Maria e as duas trocaram um delicioso beijo de língua. Toninho, vendo aquilo, ficou louco, de pau muito duro. Joyce percebeu e sorriu para ele. – Vem cá, amorzinho. Vem brincar também – chamou. Toninho se curvou pra frente e substituiu Joyce no beijo com Maria. A motorista apertou um botão e o banco do passageiro foi derreando, fazendo Maria ficar deitada. Ela virava o rosto pra trás e beijava Toninho, que a acariciava, colocando sua mão direita por dentro da blusa dela e a esquerda, da blusa de Joyce.

- Toninho, passa pro banco da frente e vem comer a Maria que ela tá precisando de rola – sugeriu Joyce, que se divertia comandando o espetáculo sexual no seu carro. Toninho tirou sua calça e passou pro banco da frente. Maria tirou a calcinha e abriu as pernas pra receber seu menino. Toninho se acomodou na posição papai e mamãe e a penetrou. Maria deu um gemido longo e gostoso, abraçando Toninho. O local era apertado, o que dificultava os movimentos, mas estava muito gostoso. Joyce começou a se masturbar, vendo o entra e sai do pau dele na bocetinha de Maria. Dirigia devagar e manipulava o grelinho. Sua boceta estava ensopada. Já fora da cidade e não aguentando mais de tesão, parou o carro no acostamento, derreou seu banco e intensificou a masturbação. Maria teve seu primeiro orgasmo, beijando Toninho. Vendo a masturbação de Joyce, resolveu retribuir o favor. – Amor, come ela agora. Faz ela gozar bem gostoso – falou. Joyce se encostou na porta, em diagonal, tirou a calcinha e Toninho foi pra cima dela. Se beijaram e ele meteu fundo sua rola. Agora, foi Maria quem começou a se masturbar. Maria se deitou nas costas de Toninho e puxou o seio de Joyce pra fora da roupa. Começou a mamar e acariciar a nuca do garoto. Joyce teve um orgasmo escandaloso e puxou a cabeça de Maria. As duas se beijaram de língua e Toninho não conseguiu mais segurar, gozando forte dentro da loira.

Os três estavam exaustos. Retomaram a viagem após alguns minutos. Toninho não voltou mais pro banco traseiro, ficando no lugar do passageiro, com Maria acomodada em seus braços. Joyce não recolocou sua calcinha. O trio começou a rir da loucura que fez. – Nós vamos pro inferno – disse Toninho. As duas riram do garoto. – Que nada, gatinho. Se loucura e orgasmo nos levar pro inferno, eu já to lá – respondeu Joyce. – Como é que você pode ser tão safada e a Rebecca ser tão calminha? – perguntou Maria. – Nem me fale. Ela puxou o pai, que era uma mosca morta. Vocês acreditam que nunca tive um orgasmo com ele? As trepadas com meu ex-marido eram mais em graça que as piadas do Danilo Gentili. Triste – falou Joyce, arrancando mais risadas de Maria e Toninho. – Mas, eu ainda vou ensinar as boas coisas da vida pra Becca. E conto com a ajuda de vocês – completou. – Como assim? – perguntou Maria. – Não sei ainda. Mas, vou pensar em alguma coisa. Não aceito a ideia da minha filhinha ainda ser virgem. Na idade dela, meu cabaço já tinha ido pro espaço há tempos – falou. – Eu não sou tão precoce assim. Só perdi o cabaço aos 18, com um primo. Era ruizinho de cama, mas deu pro gasto – disse Maria. Joyce riu do ruizinho. – Não tem coisa pior do que homem ruim de cama. Tem uma rola, mas não sabe usar. É melhor arrancar e jogar fora – disse.

Finalmente, depois de duas horas de viagem, chegaram à casa de praia de Joyce. Tiraram as malas, entraram e ela os convidou para irem à praia. Trocaram de roupa e desceram. O cenário era lindo e o clima estava delicioso, com muito sol e vento. Escolheram um local, estenderam as toalhas e foram pro mar. Maria voltou pra areia e se jogou na toalha para se bronzear. Toninho veio logo em seguida e se deitou por cima dela. Começaram a se beijar e brincar. Procuraram por Joyce e a viram conversando com um homem e caminhando com ele na direção de uma das barracas. – Você vai ficar ainda mais linda bronzeadinha. Só não sei se vou gostar disso – falou ele. – Bobo. Vou ficar linda e gostosa pra você – respondeu Maria, puxando sua cabeça para voltar a beijá-lo. Atrás da barraca, Joyce e seu amigo também estavam atracados em um beijo de língua selvagem. As mãos dele agarravam firme a bunda dela, levando a loira à loucura de tesão. O cara quis comê-la, mas ela disse que não podia. Naquele final de semana, estava acompanhada. Depois de uns dez minutos, voltou para onde estavam Maria e Toninho. – Voltou? Quem era o gato moreno? – perguntou Maria. – Um pescador daqui da região. Velho amigo – respondeu, juntando-se a eles e causando risos.

Voltaram pra casa e Joyce propôs fazerem um churrasco. Antes, porém, foram tomar um banho de chuveiro na parte externa da casa. Tiraram as roupas e começaram a se banhar, um lavando o outro. Se beijavam, se acariciavam e se excitavam. Joyce se colocou por trás de Toninho, beijando sua nuca, seus ombros e foi descendo, passando a língua pelas suas costas. Maria também começou a descer, beijando seu peito, barriga até ambas chegarem ao chão. Maria engoliu o cacete de Toninho e Joyce ficou brincando com suas coxas, suas bolas e beijando sua bunda. Em dado momento, abriu a bunda do rapaz e passou a pontinha da língua no seu rego. Toninho se arrepiou e reclamou com ela. – Deixa, gatinho. Tua bundinha é tão gostosa. Deixa eu brincar com ela. Você vai adorar, prometo – pediu Joyce e ele acabou cedendo. Ela sorriu e voltou a abrir as bandas da bunda dele, beijando, lambendo e chupando. Joyce enfiava a cara no rego dele e chupava com vontade. Maria caprichava no seu pau e o menino não sabia se rebolava na boca da loira ou se fodia a da morena. Não teve muito tempo pra pensar e explodiu na boca de Maria, ejaculando forte diretamente na sua garganta. Maria engasgou, tossiu, mas engoliu quase tudo. Joyce continuou chupando o rabo dele e seu pau não amoleceu. Maria adorou e se virou de costas, apoiando as mãos na mureta. Toninho apontou o pau pra bocetinha dela e enfiou. Joyce se levantou, o abraçou por trás e enfiou um dedo no seu cuzinho. Ao mesmo tempo, pegou sua mão e levou até a boceta dela. Toninho comia Maria, dedava Joyce e era dedado por ela. O tesão dos três estava no céu e acabaram gozando juntos. Terminaram o banho e foram para a churrasqueira.

Maria foi à cozinha preparar uns tira-gostos e deixou Toninho e Joyce na varanda. O garoto foi até ela, abraçou sua cintura e a beijou. – Eu queria te fazer um pedido. A Maria ficou bem impressionada com aquele seu amigo pescador. Deu pra ver o tesão nos olhos dela. Por que você não o convida aqui amanhã e a gente faz uma festinha os quatro? Ele come a Maria e eu como você – propôs ele. Joyce sorriu surpresa. – Você quer que outro homem coma a Maria? Da última vez, você ficou super chateado com isso, amor – disse ela. – Da última vez, eu não sabia quem era. Agora é diferente. E eu sei que é uma vez só. Ela pode dar pra outros desde que eu saiba antes – falou. Se beijaram e Joyce disse que pediria a ele pra levar um peixe amanhã. Quando ele chegasse, dariam um jeito de deixá-los a sós. Maria voltou e encontrou o casal se beijando. – Ei, não vale. Eu também quero – brincou. Toninho a puxou e os três começaram a se beijar juntos. Passaram o dia todo namorando, se acariciando, sempre pelados. À noite, tomaram um banho e Toninho foi pra cama. Deitou-se para esperar pelas duas que terminavam de se ajeitar no banheiro. – Vamos que nosso machinho tá nos esperando – disse Maria. Entraram no quarto. Maria foi até a cama e se ajoelhou atrás de Toninho, abraçando-o e o envolvendo com as pernas. O garoto ficou bem preso e Maria beijava seu pescoço e lambia sua orelha. Joyce colocou uma música e começou a dançar sozinha, fazendo um strip-tease. Ela era extremamente sensual e, a cada roupa que tirava, jogava em cima da cama. A última foi a calcinha melada. Maria a recebeu e a cheirou. – Que cheiro gostoso, Toninho – sussurrou no ouvido dele.

O garoto estava com o pau muito duro e tentava se tocar, mas Maria não permitia. – Não, senhor. Não vai se masturbar ainda não. Quer sentir o cheirinho dela? – perguntou, sacudindo a calcinha. – Quero. Deixa eu cheirar, por favor – pediu. Maria o provocava, passando a calcinha perto do rosto dele, mas não o deixando cheirar de verdade. Joyce se sentou em uma poltrona, com as pernas bem escancaradas, e começou uma siririca. Se masturbava com intensidade e gemia alto, extremamente excitada. Toninho suava de tesão, mas Maria o mantinha imobilizado. Beijava, lambia e mordia seu pescoço, deixando-o ainda mais excitado. Joyce estava quase caindo da cadeira na masturbação, prestes a gozar. De repente, Maria sai de trás de Toninho e vai até ela. Se ajoelha e começa a chupá-la. Joyce dá um berro e goza copiosamente. Toninho não aguenta mais e vai até elas. Maria estava de quatro e ele a penetrou por trás sem aviso. Ela foi empurrada mais pra frente, engolindo ainda mais a boceta da loira. Toninho passou a comê-la com força, extravasando todo seu tesão. Joyce teve mais um orgasmo e Maria não demorou a ter o dela. As mulheres se levantaram e levaram o garoto pra cama, deitando-o de costas. Joyce montou na rola dele e Maria se ajoelhou no seu rosto. As duas ficaram de frente e logo começaram a se beijar, rebolando no pau e na cara de Toninho. Foderam por alguns minutos quando ele anunciou que iria gozar. Rapidamente, saíram de cima dele e se deitaram, uma de cada lado. Beijaram, lamberam e acariciaram seu machinho, não dando trégua a ele. O pau de Toninho trincava de tão duro.

Maria se levantou e fez Toninho ficar de quatro. Joyce se sentou na cama, abriu as pernas e Toninho foi chupá-la. Maria se colocou por trás dele e começou a chupar seu cuzinho. Desta vez, ele não resistiu e, inclusive, rebolou na boca e na língua de Maria. O garoto chupava forte a xoxota de Joyce, enlouquecido de tesão. Maria colocou um dedo no rabinho dele enquanto lambia suas costas e beijava sua nuca. O pau de Toninho estava hiper sensível. Se tocassem nele, gozaria. Mas, as garotas não tocavam, queriam torturá-lo e aproveitavam para ter orgasmos infindáveis. Para que ele descansasse e diminuísse um pouco seu tesão, o viraram de costas na cama e Maria e Joyce passaram a transar sozinhas. Viraram em 69 para se chupar e enfiar dedos em suas bocetas e cus. Toninho ficou de lado, observando e recuperando o fôlego. Alguns minutos se passaram e ele voltou a comer suas amantes. Primeiro, Maria, de quatro. Depois, Joyce o colocou sentado na cama e montou em seu cacete. Se beijavam, se lambiam e Maria a agarrava por trás, apertando seus seios. Joyce voltou a ter mais orgasmos e Toninho avisou que agora não daria para segurar. Maria e Joyce se deitaram na cama e pediram que ele gozasse em cima delas. O garoto se ajoelhou e iniciou uma masturbação frenética. Esfregava seu pau com força e rapidez na direção delas duas. De repente, soltou um grito e gozou fartamente. Seu pau disparou verdadeiros tiros de canhão, lançando inúmeros jatos fortes e grossos de porra, que cobriram os seios, barrigas e rostos de Maria e Joyce. Exaustos, desabaram na cama e dormiram misturados, abraçados, suados e gozados.

Na manhã seguinte, foram à praia. Enquanto Maria e Toninho ficaram na areia, se bronzeando e conversando sobre a noite anterior, Joyce foi se encontrar com o amigo pescador. – A Joyce já foi atrás daquele amigo dela de novo. Aposto que ela já deu muito pra ele – comentou Maria. – Você gostou dele? – perguntou Toninho. – Pode dizer, sem problema – afirmou. – Ah, amor. Ele é gostoso, bonito – confessou. – Eu vi como você olhou pra ele ontem. Você quase estuprou o homem com os olhos – disse ele. Maria começou a rir e disse que não exagerasse. Se beijaram e ficaram namorando até Joyce voltar. – Não posso deixar vocês sozinhos por cinco minutos que já começam a se agarrar – brincou ela. – Até parece que você também não estava se agarrando ali atrás da barraca – respondeu Toninho. – Se você quiser ir dar uma rapidinha com ele, pode ir. Eu cuido do Toninho – disse Maria. – Muito obrigada, mas não. Com o Neco, não pode ser só uma rapidinha. Ele é gostoso demais pra isso. É preciso mais tempo para degustar aquela maravilha toda – falou Joyce. Os três começaram a rir e, perto da hora do almoço, voltaram pra casa. Foram para o chuveirão, tiraram as roupas e Toninho e Joyce combinaram de excitar bastante Maria, mas sem fodê-la. Os dois, então, se dedicaram inteiramente a ela, agarrando-a, beijando-a, acariciando-a, chupando-a. Maria estava toda melada e pedindo para Toninho comê-la. Porém, o garoto não obedecia. Em meio a estas brincadeiras, toca a campainha da casa. Joyce vai abrir e Maria corre para pegar uma roupa, mas só tem tempo de alcançar uma toalha e se enrolar. Neco entra com um isopor nas mãos e duas tilápias dentro dele para serem assadas. Vê Joyce e Toninho nus e pergunta o que está acontecendo. – Estávamos brincando quando você chegou. Vem brincar com a gente – convidou Joyce, virando o rosto dele e lhe dando um belo beijo de língua.

Toninho, nesse momento, abraça Maria por trás e retira a toalha. Ela olha pra ele espantada e ele sorri e a tranquiliza. – Calma. Eu combinei com a Joyce de convidar o amigo dele pra você. Eu vi como você ficou com tesão e quis te dar esse presente – disse ele baixinho, beijando o pescoço dela. Maria se encheu ainda mais de tesão e perguntou se ele tinha certeza. – Eu quero ver você feliz. Desde que eu saiba, você pode transar com quem quiser – falou. – Eu te amo tanto, meu menininho – disse Maria, beijando-o apaixonadamente. Em seguida, Toninho foi até Joyce e a puxou pela mão. – Acho que os casais estão errados. Tem alguém ali que está louca pra ficar com você – disse ele, apontando para Maria. Joyce, então, abaixa a bermuda de Neco e chama Maria. Neco caminha, lentamente, até ela e Maria crava os olhos na rola dura e muito grossa dele. Sua memória traz, de imediato, a lembrança de Ricky, seus músculos, sua pele dourada. A diferença é que Neco tinha a barba por fazer, o que lhe dava um ar mais selvagem. Os dois se encontram e iniciam um beijo forte e excitante. Ele aperta Maria com vontade e ela se pendura no pescoço dele. Joyce e Toninho também começam a se beijar, um pouco mais calmo, mas igualmente excitante. Neco levanta Maria, prendendo-a na sua cintura, e a penetra. Começa a comê-la de encontro à parede, metendo com força. Maria não resiste e tem seu primeiro orgasmo. Toninho senta Joyce na mesa e também enfia nela. Agora, os dois homens iniciam um verdadeiro balé sexual, comendo suas mulheres, que gemem e gozam em uníssono. Neco vira Maria de costas na mureta e passa a comê-la por trás, chupando seu pescoço e amassando seus seios. Joyce tem inúmeros orgasmos e Toninho também goza.

Depois de gozarem, se voltam para o casal principal e vão até eles. Toninho fica na frente de Maria, que o abraça e o beijo, agradecendo pela surpresa. Joyce abraça Neco e os dois também se beijam. Toninho se senta na mureta e Maria começa a chupar seu pau enquanto continua sendo fodida por trás. – Vamos fazer um sanduíche na Maria – propôs Joyce. Neco se senta na mureta, coloca Maria no seu colo e Toninho se posiciona atrás dela. Joyce ajuda a organizar as posições e Toninho enraba Maria. Ela solta um berro de tesão. Ele e Neco sincronizam seus movimentos e passam a meter nela ao mesmo tempo, levando Maria a um estado de torpor e insanidade sexual. Joyce ora beija Toninho ora beija Neco e ambos passam a masturbá-la. Neco brinca com seu grelinho e Toninho cuida de enfiar dois dedos no rabo da loira. Maria sente um orgasmo poderoso se aproximar e ele explode dentro dela, fazendo-a dar um grito alto e agudo. Joyce também goza e, pouco depois, Neco enche a boceta de Maria de esperma. Com o orgasmo, o cu de Maria se contrai fortemente, estrangulando o pau de Toninho. Ele também goza, derramando muita porra no reto dela. Os quatro estavam exaustos, porém bastante satisfeitos. Maria e Joyce vão ao banheiro juntas e deixam Toninho e Neco na varanda. Quando retornam, eles estão sentados em cadeiras, pelados, tomando cerveja. Joyce se senta no colo de Toninho e Maria no de Neco. Eles não transaram mais naquele dia, porém o final de semana foi fechado com chave de ouro. Ou seria pica de ouro?

P.S. Então, pessoal, o que estão achando dessa nova fase da história? O que vocês acham que deve acontecer agora? Deixem suas sugestões e acessem />


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Comentários

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concordo com o fabiostatz,agora so falta a rebeca para a estoria ficar completa e talves mais pra frente quem sabe o toninho tbem pegar a mae dele .

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