Vingança pela traição

Um conto erótico de Luuh_Seven_Tones
Categoria: Homossexual
Contém 1802 palavras
Data: 12/10/2013 16:32:02

Continuando a minha história de vida, em que a Daiane ainda fazia parte. Logo após ela ter me trocado pelo Diego, que ela fazia questão de esfregar no meu nariz, eu comecei a usar maconha todos os dias,pra tentar esquecer aquela dor, e ela trocou de escola. Foi pra uma particular (o pai da Daiane era um pediatra conhecido aqui em Rondônia. Mas se descobriu que ele é pedófilo, e até hoje ele continua preso). Mas o Diego, que estudava medicina na Unir (federal), tinha uma irmã pequena (sete anos) na escola onde eu estudava e todo dia ele ia buscar a pequena de carro. No ano seguinte, comecei a aproveitar isso pra conseguir me aproximar dele, dia após dia.

Ele se sentia mal por estar com a “minha ex”, e pedia desculpas sempre que me visse.

—Cara, eu soube do lance entre tu e a Dai. Ela não podia ter feito isso contigo. Me sinto mal por ti. Espero que tu não guarde raiva de mim. — ele disse.

—Tem nada não, cara. Deixa isso quieto. Só quero que tu cuide bem dela.

—eu vou, se preocupa não. Onde tu mora? Eu te levo em casa.

—Precisa me levar não. Eu vou pegar o ônibus mesmo.

Eu não tinha raiva, ressentimento ou coisa do gênero, do Diego. O cara era (e ainda é) super legal, me tratava com carinho (sentimento de culpa), tentava me alegrar, mas eu ainda tava muito deprê. Agora, dela, Daiane, eu tinha uma raiva, um ódio, que eu não consigo nem descrever direito. Não ódio a ponto de querer matá-la, mas de me vingar do pior jeito possível. Eu esperava minha mãe dormir, ligava o ventilador, trancava a porta do meu quarto, ia pra frente de casa e passava noites em claro, durante a madrugada, com um beck na mão, pensando em modos de tentar me vingar dela. E por fim, após várias semanas, tive a ideia perfeita, que eu não sabia como executar, mas que conseguiria de algum modo.

Comecei a aceitar as caronas do Dih (Diego). A gente foi ficando amigos, bem amigos mesmo, a ponto de às vezes ele deixar a irmãzinha dele (Millena) na minha casa pra sair com a Daiane. Ele é filho de uma prima distante da minha mãe, a Fátima, que é enfermeira, e tirava plantões durante a noite, logo, não poderia ficar com Millena em casa.

—entra, meu filho. Pode entrar. — chamava a minha mãe.

—não, brigado tia. Eu só vim buscar a Mille mesmo e a gente vai.

—vem aqui em casa um dia pra gente conversar direito, filho. Manda um abraço pra sua mãe. Traz ela aqui em casa um dia pra gente se ver.

—tá bom, tia. Mille, vamos!

Nessas caronas que eu pegava com o Dih, a gente conversava sobre tudo. A faculdade dele, a minha escola, algumas bobagens, menos da Daiane. Eu sempre tinha de perguntar sobre ela pra saber alguma coisa.

—Bom, eu pretendo terminar medicina e me especializar em alguma coisa legal, tipo, cirurgião geral.

—que bom! Deve ser legal mesmo. Eu ainda não sei o que eu vou fazer quando terminar a escola. Mas tem tempo ainda. E a Daiane?

—é... ela tá legal. Já estamos chegando na sua casa. Eu to morrendo de fome. Você também tá?

—não. Ainda não. Porque tu sempre mudas de assunto quando eu pergunto dela?

—eu não gosto de ficar falando dela. Me deixa triste por você.

—tá bom. Bom, brigado pela carona. Tchau Diego, Tchau Mille.

—tchau, Luis.

Desse dia em diante, o Diego sempre me levava pra comer alguma coisa, tomar sorvete, ir no parque, etc. virou tipo um irmão mais velho pra mim. Mas eu percebia que às vezes ele me olhava diferente. Como se eu fosse algo especial que ele quisesse ter pra si próprio. Me aproveitei disso. E como aproveitei.

Passei a seduzir propositalmente a ele. E os nossos passeios foram ficando cada vez mais “quentes” e longos. Até que um dia aconteceu o inesperado.

Naquele dia, ele pediu da minha mãe pra me levar a um parque-circo novo que estava no seu ultimo dia de apresentação. Ela permitiu, e ao me levar pra casa, ele me contou que ela havia deixado. Dih me deixou na porta de casa, e foi correndo pra casa tomar banho e se trocar. Eu fiz o mesmo. Tomei um banho longo, vesti uma bermuda jeans com cueca preta, uma camisa amarela que eu amava e um tênis baixo. Ele voltou às 19, e nós fomos pro parque nós quatro. Ele, Millena, D. Fátima, que havia tirado folga naquele dia, e eu. A Mille cansou logo e pediu pra voltar pra casa. Fomos. O Dih deixou a D. Fatima e a Mille em casa e rumou pra minha. Mas no meio do caminho, num lugar deserto e sem movimento nenhum de carros, ele parou no acostamento, e sem prévio aviso, me beijou dentro do carro. No calor do momento, deixamos seguir.

—que boquinha mais gostosa... — ele disse.

—você gosta?

—adorando. Você é muito novinho pra beijar tão bem...

—eu não acho...

Os beijos foram prosseguindo, e descendo pelo meu pescoço e nuca. Suas mãos acariciavam minhas costas por cima da camisa e os cabelos. Ele tirou minha camisa, beijou meu peito, lambeu e chupou cada mamilo, mordeu carinhosamente meu ombro direito, próximo ao pescoço, me fazendo arrepiar e ficar de pau duro imediatamente.

—meu homenzinho ficou excitado, é? Delícia...

—delicia de boca, essa sua... profissa total...

—e como você sabe que eu sou profissional? Já te provaram antes?

—só a Daiane — menti e comecei a lagrimar sem querer.

—esquece ela, principezinho. —ele disse, dando pequenas mordidinhas na minha orelha.

Ele lambeu meu tórax inteiro, inclusive as axilas e braços.

—gosto delicioso de homem novinho... Sabe, nunca senti atração por homem nenhum antes, mas sei lá.Contigo parece que me faz querer colar em você o tempo todo...

—é? Então fica comigo! Só comigo!

—depois eu penso nisso... agora, eu quero provar o que você guarda nessa bermuda que parece querer estourar...

Ele puxou minha bermuda e a cueca até o Joelho, olhou meu pau ainda em formação (já com 15 cm e meio grossinho), cheirou de leve e caiu de boca. Chupava, lambia, cuspia, umedecia, metia a língua, engolia, babava, mamava meu saco e me punhetava com três dedos.

—aaaahhh... uuuuhhhmmm... ssssssssshhhhhhhh... que boca... —eu gemia.

—eu faço melhor do que ela? —perguntou, maroto.

—muuuuuuuuito melhor! Continua... vai...

Ele baixou a calça jeans azul que ele usava, pegou um pouco de vaselina que ele tinha no porta-luvas (Ele tinha planejado tudo.), espalhou no meu pau e um pouquinho no cu, meteu um dedo e me mandou meter de uma vez. Encostei, empurrei e senti meu pau sendo sugado pra dentro dele. Aquele rabo parecia um aspirador de pica.

— aaaaaaaahhhhhnnnn.... já tá todo dentro, gatinho?

—tá sim, viadinho...

—você gosta de xingar, é? Seu putinho juvenil...

—adoro, seu cu de moça... tu já deu esse rabo antes, né?

—quando eu era moleque... mas nunca senti tanto tesão quanto agora... soca esse pica em mim...

O pau dele babava no banco que ele tinha baixado pra simular uma cama. Parecia mijar lubrificante. O meu também não ficava atrás e cuspia baba pra dentro dele. Comecei a meter rapidinho, sem tirar muito. Só afastando um pouquinho e entrando de novo. Ele dava pequenos gemidinhos feito uma puta, e dizia coisas sem qualquer nexo.

—aaaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhh! —gozei depois de alguns minutos.

—já, gato?

—não... uuuuuuhhh! Senta aqui nele, vai.

—com gosto.

Ele era muito pesado pra mim, então, ele afastou o banco ao Maximo pra trás e se apoiou no painel do carro, fazendo uma posição igual à de aganhamento. E eu só mexia pra cima e pra baixo, comendo ele. De algum modo, consegui fazer ele gozar pelo cú, sem se tocar e acabei gozando também, vendo ele melar o painel inteiro com aquela porra grossa de meses acumulada. (a Daiane não liberava pra ele, não sei porque.) ele saiu da mira do meu pau, liberando aquela porra grossinha e branca do cú, sujando o banco do carro inteiro. O cheiro de sexo ali era inegável. Vestimos-nos de novo, passamos numa lanchonete, comemos um MORTE LENTA e ele me deixou em casa, uma hora e pouco depois de a gente ter saído da casa dele. Inventei uma história qualquer pra minha mãe, envolvendo ele, que depois confirmou a minha história toda.

Na quarta-feira, fingíamos que não tinha acontecido nada. Ele tinha limpado o carro inteiro, então, os vestígios haviam sido apagados. Daiane começou a proibir ele de conversar comigo, então pus minha vingança em campo. Contei pra ela que eu havia comido o namoradinho dela, e que ele tinha gostando tanto que poderia terminar com ela. Ele confirmou tudo e se declarou gay. (eu adoraria ter visto a cara dela quando ele disse isso. Deve ter sido muito hilário). Ele, claro, terminou com ela, mas, por motivos óbvios, não ficou comigo também. Viramos amigos. E ainda somos, até hoje. Ele se mudou pro interior do estado, eu herdei algum dinheiro do meu bisavô, mudei de vida e de casa (não rico, mas beeem melhor de vida.), minha mãe terminou a faculdade dela, eu comecei a me afundar cada vez mais na maconha, a ponto de não conseguir me acalmar sem fumar unzinho... enfim, tudo mudou. E até hoje a Daiane ainda vive atrás de mim, pedindo pra voltar, se dizendo arrependida e tudo o mais.

A vida dela também mudou. Os pais foram presos, acusados de comandar uma rede de pedofilia, ela foi morar com uma tia humilde, roubava tudo o que a tia tinha e vendia pra conseguir drogas. A tia a expulsou de lá, e Daiane foi viver na rua e começou a se prostituir pra manter o vício. Arrumou um “marido” traficante, que mantinha ela, contanto que ela vendesse três pra poder ficar com um. Ela consumiu mais do que vendeu, ele deu uma surra nela, jogou de volta pra rua... enfim. Da garota branca, de cabelos ruivos, linda, risonha e cheirosa que eu conheci, hoje me dia não resta mais nada. Só as sombras do que um dia já foi.

Sinto pena dela. Mas ela mesmo escolheu esse caminho. Eu tento ajudar, mas não há muito o que se fazer por ela. Ela não quer se tratar. Diz que pode para a hora de quiser. Mas eu sei que não é fácil assim.

Enfim, mais um capítulo da minha vida que eu resolvi dividir com vocês. Obrigado pra quem lê.

Beijos do LUUH :*

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e comentem, pfv. assim, vcs me incentivam a continuar.

brigado. ^^


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Nossa cara que incrível adorei sua história só lamento pelas droga, adorei mesmo 10

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