Jabuticaba do sexo

Um conto erótico de Hungry Devor
Categoria: Heterossexual
Contém 1150 palavras
Data: 02/03/2010 20:34:44

Fazia enfermagem mas pagava a facul com festinhas e programas ocasionais. Linda, lábios carnudos, um olhar sensual e provocador, cabelos encaracolados, uma tez morena mais para clara, belos e suculentos seios, uma bunda linda e hipnótica. Realmente era tentador vê-la desfilando pelo bairro, provocante que só ela, ou de moto, a arrebitar e fazer uma pose de amazona em seu cavalo de metal. Um dia, ao passar perto da ponte do bairro a vi linda, logo reconheci seu corpo pela bunda maravilhosa, durinha, rebolante, uma festa para o olhar. Sem muito jeito ofereci carona até o centro, pois sabia que ela ia para lá. Conversei amenidades, mas meu coração batia acelerado, precisava perguntar se ela era mulher de “negócios” ainda. Ela sorriu e disse que por vezes participava de alguns eventos. Eu entrei com os dois pés arrombando a porta: vamos fazer negócio então, Geíza? Ela disse que teria tempo, pois iria mesmo bater perna até a hora da aula, então partimos céleres para o motel C.. Um dos prazeres mais lindos desta terra é ver uma mulher bonita subindo a escada de um motel momentos antes de a fodermos. Ela subiu com a calça jeans colada preta, salto alto, uma blusinha mais fechada, mas igualmente colada, a olhar para trás com um olhar enigmático, embora já soubéssemos exatamente o que iríamos fazer, não havia mistério nisso. Mesmo assim me deixou ainda mais sedento dela, aquela mágica sexual que ela emanava, uma deusa tropical servida me taças de vigor e juventude.

Disse a ela que fizesse um strip para mim, que tanto a havia desejado e agora a tinha ao alcance da mão. Ela ficou toda sinuosa dançando bem devagar ao som da música suave que rolava no FM. Foi tirando a blusa devagar, a dançar tanto de frente quanto de costas para mim, profissionalmente, porém tão lindamente que quase não parecia coreográfico. Ficou só de sutiã, transparente, preto, seus mamilos pontudos quase não se movendo, embora todo seu corpo fosse dança e movimento. Sentou-se e depois deitou-se na cama, para tirar a calça que a empacotava a vácuo, ficando então de pé novamente só de calcinha, sutiã e salto alto. Aí foi pura covardia, pois ela chegou até mim, que em pé a admirava e virou-se de costas, roçando a bunda redonda e espevitada no meu pau, a calcinha sumindo em sua tenra e jovial nádega. Não resisti e apalpei suas formas ultra-preparadas para a fornicação. Suas coxas eram firmes, assim como sua bunda, e seus seios tinha aquela maciez fixa que dão desejo de tocar. Brinquei com seus mamilos nos dedos, beijei seu pescoço, e ela fez mais uma das suas, me abocanhou com aqueles lábios carnudos e levemente molhados pela língua que ela havia passado ali há segundo para me provocar. Beijei de língua, demoradamente, já estava extasiado e entregue, deitei-a na cama, virei de bruços e puxei devagarmente a calcinha, para admirar com deliberada atenção a marquinha de biquíni minúscula, aquele delta lindo que só emoldura perfeitamente os melhores traseiros. Sem muita cerimônia enfie a língua em seu cuzinho depiladíssimo, e ao toque de veludo de minha língua molhada ela piscou o rabo, como a engolir-me. Lambi por momentos eternos aquele delicioso anelzinho, que ela aprovava com um gemido gostoso. Arrebitou o bumbum e ofereceu sua linda concha bivalve, que eu abri e suguei com gosto, como se fosse uma jóia, ou uma especiaria do novo mundo. Sua buceta molhada era ainda mais deliciosa que imaginei, quente, delicada, a aconchegar minhas lambidas e estocadas linguais. Virei ao lado dela oferecendo ao pau, enquanto continuei aquele exercício incansável de chupá-la. Ela abocanhou minha pica, fazendo logo uma garganta profunda, para depois ir tirando da boca roçando a língua e dando sucções feéricas. A esta altura eu já era íntimo de seu sexo, que era sabiamente estimulado, assim como suas polpinhas, que recebiam bolinadas ou mordiscadas, assim como suas coxonas levemente arrepiadas pelo frio/calor do desejo sexual. Fomos para a quina da cama, ela deitando de costas na cama, no que eu a peguei na altura certa e a penetrei. Meu pau entrando e saindo de sua bucetinha oferecida, arreganhada pelo meu cacete, foi uma visão inebriante. Seus pelinhos púbicos a lá Hitler davam um contraste lindo com sua pele mais clara aonde o sol não visitava, e por vezes eu parava de foder só para lamber e sugar seu grelinho que estava a vibrar de tesão. Então esta puta gostava mesmo do que fazia? Lindo ver uma profissional do sexo realmente aplicada...:-) Peguei no colo e a fiz cavalgar comigo em pé, aonde a penetração é mais bruta e intensa! Seus beijos eram mais doces, assim como a sua pele mais rósea, em febre. Fiz o máximo que pude com ela de cavalinho, mas agora era chegado o momento. Pedi para que ficasse de quatro e se arrebitasse o mais que pudesse, pois sempre admirei sua beleza calipígia. Geíza ficou ultra-arrebitada, o que deu formas ainda mais arredondadas as suas coxas e a seu bumbum. Admirei por alguns segundos aquela bunda mais que desejada, apetecida, visualizada em várias bronhas solitários imaginando Geíza. Encostei o pau na sua xoxota, e deu uma forte estocada, só para ver seu bumbum tremelicar. Surpresa foi ver que de tão sarada ele pouco se moveu, sua musculatura era pura dinamite. Olhou para trás e disse: vem, não queria, então vai ter de me dar tudo que quero! Sou bem mandado, e comecei a bombardea-la de rola, puxando para mim pela cintura aquela pantera brasileiríssima, enquanto no espelho a minha frente a via desfrutando da minha pica sem pudores, mas com malícia ímpar. Numa das estocadas meu pau escapou e roçou seu cuzinho, no que ela fez um “aí” muito do mixuruca. Eu em silêncio voltei a roçar ele no rabinho, desta vez com carinho. Forcei um pouco a entrada, e ela levemente recuou de encontro ao meu pau, o que prontamente fez com que minha glande fosse engolida para dentro do cuzinho. Senti uma pressão diferente na cabeçorra, pois ela trancava e soltava meu pau. Mas o cuzinho parecia já estar lubrificado, pois minha rola foi deslizando com certa facilidade dentro dela, e quando percebi já nadava de braçada a bombar dentro de Geíza, que começou um rebolar perverso e libidinoso! Diminuí a velocidade, não queria ver terminar tão rápido aquela viagem anal com a gata desejada. Porém o tesão de a foder no cuzinho foi tão violento que não resisti e comecei a bombar rápido novamente, até explodir de gozo, enquanto ela já havia se massageado no grelo e também já gozava loucamente, em ais ritmados e muito doces, do sabor que deveria ter seu gozo. Caí de lado, exausto, suado, esgotado, vencido pelo desejo satisfeito, enquanto eu via o peito dela arfar levemente, na respiração revigorante de uma batalha sexual sem vencedores, que, como sabemos, são as melhores.


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