Corrompendo Mamãe - [Livro 2] - Cap. 01

Um conto erótico de In6
Categoria: Heterossexual
Contém 9213 palavras
Data: 27/02/2025 19:21:56
Última revisão: 27/02/2025 19:50:51

Deixamos Elvira responsável por Lucy. Minha tia não é a pessoa mais indicada para deixar no comando da minha irmã naqueles chalés em Arteaga, já que essa milf é uma mulher muito safada e sem pudor com quem fiz um ménage ontem à noite na companhia da minha mãe.

Mas não temos escolha.

Temos um grande problema para resolver e nem sabemos como, papai descobriu algo sobre mamãe através dos truques de Nacho, e é nosso dever voltar para casa e confrontá-lo até sabermos o que o destino nos reserva.

Nacho contou a papai que ele era amante da minha mãe? Ou pior, ele revelou ao meu pai que eu, seu filho, sou amante de sua própria esposa, que também é minha mãe?

Porra.

É por isso que não queremos levar Lucy conosco. Ela é uma menor que não precisa se envolver nos nossos problemas.

Elvira prometeu cuidar dela até amanhã, quando eles devem retornar. Pedi que ela tivesse um cuidado especial com o namorado, pois não gosto da ideia dele desrespeitá-la na nossa ausência. Enquanto isso, espero mamãe sair do quarto; ela foi terminar de se arrumar.

Depois de um tempo, mamãe aparece com os lábios pintados, cabelos soltos, uma blusa branca de chiffon de mangas compridas e uma calça jeans que se ajusta perfeitamente às suas pernas e nádegas poderosas…

— Você está linda, mãe — Eu a elogio para que ela se sinta melhor.

— Obrigada, meu amor. — Ela me diz se aproximando de mim.

Mamãe me dá um beijo na boca e quando ela se afasta vejo algo que me deixa perplexo.

— Mãe, vejo que você não está usando sutiã!

— Eles estão todos devastados, meu amor — ela me diz, reprimindo um sorriso duro. — E o que me restou… é bem apertado.

— A culpa é sua por ser tão peituda.

Minha linda mãe sorri, pisca um pouco e me diz, antes de sair:

— Prefiro sair assim, filho, com os seios à mostra por baixo da blusa. Talvez isso até me dê um pouco mais de coragem ao enfrentar seu pai. Você verá por si mesmo que ele nem notará que meus mamilos estão visíveis quando minha blusa estiver grudada no meu corpo.

— Droga, mãe, vai ser difícil eu dirigir olhando para você desse jeito.

Mamãe sorri, me ajuda com uma mala e diz:

— Olhe para frente, meu amor, e logo, com calma, se Deus quiser, você terá os mamilos da mamãe na sua boquinha.

Apesar do que nos espera quando chegarmos em casa, o comentário sujo de mamãe me excita muito.

— Estamos indo agora, mãe? — Eu pergunto a ela.

— Sim, vamos. — Ela responde.

Ela arrasta uma mala e eu arrasto a outra.

Nós damos as mãos como se fôssemos um casal e andamos pela floresta sem que ninguém nos veja. Finalmente chegamos ao carro, arrumamos nossas coisas e entramos. Já no caminho de volta, na descida da montanha repleta de pinheiros frondosos, mamãe me conta:

— Não sei o que Nacho disse ao seu pai, filho, mas fique tranquilo que serei eu quem falará com ele. Você ficará fora de casa.

Eu recuso sua proposta na mesma hora. Que tipo de homem eu serei se deixar mamãe enfrentar sozinha o meu pai que está furioso?

— Não vou deixar você sozinha com ele, mãe. Pelo que você e Elvira me contaram, papai está com um humor violento. É meu dever enfrentá-lo eu mesmo. Agora papai sabe que eu sou seu homem.

Mamãe respira com dificuldade, mas não chora mais. Ela parece mais serena do que antes. Ela ajusta o cinto entre os seios, e seus lindos mamilos se destacam na blusa.

— Tito, não sabemos o que Nacho disse a Lorenzo. Você está assumindo algo que é realmente impossível para ele saber. É por isso que tem que ser eu a confrontar seu pai.

— Vamos ver, mãe, então o que você acha que Nacho disse ao papai?

Não quero contar a ela que encontrei Nacho na floresta e que ele disse que papai iria me foder... Por menor que seja a possibilidade dele saber sobre a gente, essa fala dele ainda está me causando um arrepio angustiante, e um certo medo dele falar sobre isso com o meu pai, sei lá, estou um pouco confuso.

— Ele contou a seu pai sobre minha aventura com ele. Faz mais sentido, você não acha?

Pode ser. Mas talvez não. Nacho teria coragem de enfrentar meu pai assim? Ele iria até meu pai e falaria que estava comendo a mamãe?

— E papai ia ficar calmo sem dizer nada, mãe? Ele agradeceria à Nacho por ele ter contado sobre a sua infidelidade? Não sei, mãe. Imagino que Nacho tenha dito a ele que você e eu...

— É impossível, Tito. Não tem como Nacho saber. A única que sabe disso... é Elvira, e eu colocarei minhas mãos no fogo por ela. Seu pai não sabe sobre nós.

Em resposta ao seu comentário, tenho uma pergunta muito séria para ela:

— Mãe, você me ama?

— Sim, filho, eu te amo e…

— Como homem, mãe, você me ama assim?

— Por que você dúvida?

— Porque… parece que você não confia muito em mim, você reluta em me contar muitas coisas, você tenta me deixar de fora de momentos importantes na sua vida como esse em que você quer enfrentar o papai... E isso... meio que me deixa triste.

— Filho… por favor… não é isso… é só que…

— Demos mais um passo ontem à noite, mãe. Fizemos um ménage com Elvira. Nosso relacionamento deveria ser mais forte hoje. Não deveria haver mais tabus entre você e eu.

— Você tem que ter paciência comigo, filho…

Mamãe penteia o cabelo dourado com os dedos e fixa os olhos azuis na estrada.

— Paciência para quê, mãe?

— Pra assimilar tudo isso. Você não percebeu que tudo aconteceu rápido demais, Tito? É absurdamente impossível para mim quebrar meus tabus e medos completamente assim. Além disso, não existe nada mais verdadeiro que o meu amor por você, filho, não tem nada mais verdadeiro do que isso na minha vida. Já te disse mil vezes que te amo mais do que tudo. Como eu poderia não fazer isso se você é meu filho?

Suspiro. Não estou totalmente satisfeito com sua resposta, eu sei que mamãe me ama e que nossos sentimentos são intensos e estão todos misturados. Mas o que Elvira disse ontem ainda ressoa na minha cabeça, se mamãe me visse mais como um homem, como o homem dela, ela estaria mais disposta a confiar em mim?

A estrada continua passando ao nosso redor.

— Eu sei que você me ama como seu filho, e que me deseja, um amor tão grande que nos levou a onde estamos hoje, mas... Como um parceiro em quem você pode contar, confiar e dividir seus fardos e desejos, você consegue me ver assim, mãe?

— É claro que eu confio em você, meu filho. — Mamãe me olha nos olhos. — Mais do que em qualquer pessoa nesse mundo!

— Então porque você reluta tanto em me contar várias coisas, mãe?

— Eu não quero contar justamente por você ser meu filho e o amor da minha vida.

— Eu quero que você me conte, mãe. — A olho com sinceridade. — Eu sei que posso entender, eu posso te apoiar, te ajudar.

— Como você pode me pedir uma coisa dessas agora sabendo que... seu pai está esperando para me questionar... sobre o que quer que Nacho tenha dito a ele?

Ela está certa, não é o melhor momento, mas não posso desistir. Não agora, quando o casamento dela está ruindo e ela precisa de alguém em quem ela possa confiar e contar ao lado dela.

— Seja lá o que tenha acontecido, mãe, eu não vou te julgar, eu prometo.

— É muito desconfortável falar sobre isso com você, meu amor. — Ela me olha triste. — Você não sabe o quanto me sinto envergonhada.

— E o que você vai fazer, mãe? Você negará tudo o que o papai alegar?

— Não, Tito. Pelo contrário. Vou admitir tudo.

Isso me surpreende bastante, eu quero que ela confie e conte comigo da mesma forma que uma mulher confia em seu homem, e que ela não me veja apenas como o seu bebê que precisa ser cuidado e protegido. Mas ouvi-la dizer que vai admitir tudo na frente do meu pai, me deixa com um pouco de medo das consequências.

— Seja o que for?

— Seja o que for.

— Mesmo que ele saiba sobre Nacho?

— Sim.

— Mesmo… se ele souber sobre nós?

— Não tem como ele saber…

— Mas e se ele souber? — Eu insisto.

— Claro… será muito difícil, mas eu assumirei.

— O que você vai assumir, mãe? Que nós fornicamos pelas costas dele e o traímos ou que você me ama?

— Ambas as coisas, meu filho… Eu não via o que fazíamos como traição... — Mamãe balança a cabeça e suspira. — É difícil explicar... O que me assusta é a reação do seu pai se ele souber sobre nós, na verdade, eu tenho medo do que ele pode fazer, mas mentir também não vai adiantar se ele já souber, então só posso confessar e lidar com isso.

Eu suspiro, mamãe é uma mulher muito forte, mais forte do que eu imaginava ou me lembrava, acho que o jeito meigo e delicado dela me fez vê-la como frágil, mas ela é uma mulher impressionante.

— Não importa o que aconteça, eu sempre vou estar ao seu lado, mãe! Sempre vou te ajudar e te apoiar, você pode contar comigo, não precisa tentar me defender ou me proteger, eu já sou um homem e vou provar isso para você!

Ela me olha com um olhar tão carinhoso e amoroso que eu quase me derreto, sempre que mamãe age tão carinhosa e amorosa comigo eu me perco nela. — Eu sei que posso contar com você, meu amor, você sempre esteve ao meu lado, eu te amo muito Ernesto.

— Eu te amo ainda mais, mãe. — Quando eu paro no sinal, eu acaricio o rosto dela. — Mas quando estivermos sozinho, eu ainda quero ser o seu bebê, ainda quero ser mimado pela minha mamãe amorosa e safada, afinal, eu acho que faltou leite quando eu estava crescendo, você não acha que eu sou um pouco magro?

Mamãe ri da minha piada e balança a cabeça, aliviando o clima tenso. — Eu duvido muito que tenha faltado, meu amor, você se agarrava aos meus peitos e não queria mais soltar, eu tinha que te obrigar a largá-los. Você era tão travesso que mordia meu mamilo e o esticava como se fosse a brincadeira mais divertida do mundo.

Eu ri, — parece que o meu amor pelo seus peitos me acompanhou com o tempo.

Mamãe também ri, e me olha travessa. — Não se preocupe, meu príncipe, a mamãe vai deixar você mamar sempre que você quiser.

Eu ofego, — parece que quando tivermos um tempo a sós eu terei que ser ainda mais travesso com os seus mamilos, mamãe, já que quando eu era bebê eu aparentemente gostava muito de te provocar.

— Vamos parar de falar sobre isso, meu amor. Estou ficando agitada e não quero chegar em casa toda molhada.

Eu olhei para os peitos de mamãe e os mamilos estavam marcando muito a blusa por ela estar sem sutiã, que visão... Mamãe mexe comigo de um jeito que eu nunca achei que fosse possível.

Nós ficamos em silêncio e mamãe olha pela janela por boa parte do trajeto.

O clima que tinha aliviado, volta a pesar sobre nós quanto mais avançamos. Não saber o que vamos enfrentar, e o que nos reserva pesa muito, e deixa nós dois preocupados com o futuro.

— Olha, filho; apesar do meu… caso com Nacho, apesar das mentiras que contei. Apesar do que aconteceu entre você e eu... você tem que entender que eu respeito muito o seu pai. E não só isso; Você tem que entender que eu temo a Deus. Fui criada em uma moralidade que blasfemei ao me envolver com outro homem…! E o pior… com você, que é meu filho. Cometi um pecado atrás do outro, filho… e todas essas coisas me pesam demais! Não entendo como a excitação faz com que eu deixe de ser a mulher modesta e decente que sempre fui e me transforme em uma vagabunda! Uma puta louca para ser possuída sexualmente!

— Mãe…

— Escute-me, Tito. Minha mente está um turbilhão agora, minha consciência, quando acordo, me deixa mortificada, me lembra que sou uma vagabunda e uma mãe ruim. Como posso fazer… coisas tão terríveis… na cama… com meu próprio filho? Como eu deixei de ser a mulher modesta e digna que eu sempre fui? Como eu fiz tudo o que fiz sem conseguir me controlar?

— Mãe… Você... Se arrepende de mim?

— Não, meu amor, nunca! — Ela me olha com lágrimas. — Você é a melhor coisa que aconteceu na minha vida!

— Mas você não sabe o que estou pedindo a Deus, filho. Estou rezando desesperadamente para que Lorenzo me julgue apenas pelo meu adultério com Nacho e não pelo... meu pecado cometido com você. Eu sei que descobrir a primeira coisa já o deixou devastado. Mas… Você consegue imaginar o que aconteceria se seu pai realmente descobrisse que eu dormi com meu próprio filho? Lorenzo pode morrer de ataque cardíaco, ou fazer algo pior, pelo amor de Deus!

— Mãe, eu entendo suas preocupações, juro que entendo, mas tente não se preocupar muito agora, vamos ver o que acontece e lidar com isso, juntos!

— Tá bom, meu amor. — Ela suspira. — Você tem razão, é difícil até mesmo pensar no que vai acontecer...

— Você está com medo? — Pergunto preocupado.

— Sim. — Mamãe confessa.

E eu acaricio o cabelo dela amorosamente com uma mão enquanto dirijo com a outra. Ficamos muito tempo em silêncio, assim, comigo acariciando seus cabelos, talvez uma hora, pois qualquer tentativa de conforto verbal seria em vão.

O casamento de mamãe vai acabar, papai nunca vai perdoá-la. E meu medo é: quando mamãe estiver solteira, com o filho da puta insistente do Nacho rondando ao seu redor, a ameaçando, a instigando, ela vai ceder ou vai confiar em mim?

Tem muita coisa que ela não me conta, ela não confia em mim como uma mulher confia em um homem, ela continua me vendo principalmente como o seu bebê que precisa ser protegido e mimado, e isso é bom, mas só no sexo, no dia à dia quando ela estiver enfrentando problemas eu quero que ela me veja como um homem em quem ela possa confiar.

E o fato dela não conseguir me ver assim me assusta e me deixa inseguro. Mas eu sei que não posso revelar isso para ela ou essa imagem que ela tem de mim nunca vai mudar, eu preciso me manter firme, e ser um apoio para ela, só assim, e com o tempo, ela vai passar a me enxergar de uma forma diferente.

***

Chegamos em casa depois de muito tempo. Não me surpreende sentir medo, sim, medo do que pode acontecer. Afinal, embora eu não possa colocar em consideração quem eu prefiro entre papai e mamãe, porque a resposta é óbvia. Eu ainda tenho sentimentos por meu pai.

O que realmente nos surpreende é que há muitos vizinhos em suas portas ou janelas observando enquanto três caminhões de mudança levam todas as coisas de nossa casa.

— Merda, mãe, papai está levando tudo!

Mamãe abre os olhos sem saber o que dizer. Estaciono atrás do último dos três caminhões, onde há camas, móveis e outras coisas, e deixo mamãe no carro para correr para casa, onde encontro papai indicando dois homens onde tirar os últimos móveis.

— O que você pensa que está fazendo, pai? — Pergunto a ele.

Meu pai congela quando me ouve. Ele espera os carregadores saírem com os últimos móveis e adota uma expressão monstruosa.

— Aí está você, seu bastardo! Como você pode ser tão filho da puta? — Papai grita comigo assim que entro em casa. Ele agarra meu braço e me puxa com força, me jogando no chão. — Eu sei de tudo, Ernesto, tudo!

Deitado ali, minhas pernas estão congeladas quando me levanto e não tenho a mínima ideia do que papai acha que sabe.

— O... o que você sabe? — Pergunto-lhe aterrorizado.

Não quero cometer nenhum erro.

— Onde está a puta da sua mãe? — ele grita, olhando para a porta.

— Não vou deixar você chamá-la assim, pai.

— Cale a porra da boca, seu filho da puta!

Então vejo mamãe arrastando nossas malas enquanto se aproxima da porta da frente.

— Mãe, não entre! — Eu grito, no momento em que sinto um soco no meio do meu rosto que me joga no chão novamente.

— Lorenzo! — exclama mamãe, entrando no corredor apavorada ao ver como meu pai me bateu.

— Nacho me contou tudo, sua vagabunda! — Diz papai, olhando para mamãe, que corre até mim e me ajuda a levantar, largando as malas no chão.

Mamãe, horrorizada, verifica se estou bem e se levanta, furiosa.

— O que ele te disse? — ela pergunta.

— Que ele é seu amante! — grita meu pai violentamente. — Nacho é seu amante, e Tito, além de ser um viadinho, sabia de tudo e consentiu.

Mamãe olha para mim de lado e eu concordo. O que está acontecendo é muito ruim, mas pelo menos Nacho não lhe contou o essencial, ou, como mamãe disse, não tem como Nacho saber.

— Você vai negar, sua imunda?

Papai agarra mamãe pelos braços e a sacode com força, gritando em seu rosto, até que eu me levanto, a solto dele e fico entre eles.

— Você não vai tocar nela, pai! — Eu o aviso. — Eu não vou deixar!

Papai me dá um tapão no rosto e, por respeito, tento não me defender, mas tento evitar que ele machuque mamãe.

— Para com isso, LORENZO! — Mamãe grita, aproximando-se do meu pai. — A culpa é minha, só minha, não dele, não do seu filho!

Meu rosto está vermelho, e o soco que ele me deu quando entrei, acertou na maçã do rosto e está doendo bastante. Coloco a mão nos poros e percebo que estou sangrando.

Que ele me bata se quiser, mas não na minha mãe. Eu não permitirei isso!

— É assim que você aprecia tudo o que fiz por você, Sugey?! — exclama meu pai furiosamente. — Você não era ninguém antes de mim! Você não era nada! Eu te dei tudo; sustento, proteção, carinho, e acima de tudo amor! E como você me retribui? Me traindo com o primeiro filho da puta que elogiou você!

— Você me abandonou, Lorenzo! Você fez eu me sentir inútil como mulher! Você me menosprezou como sua esposa! Você trocou tudo o que tínhamos por seus amigos! Pelo seu maldito futebol! Pelo bar e pela maldita rotina! Eu gritei mil vezes que precisava de você em todos os aspectos da minha vida, e você praticamente me disse para ir para o inferno!

— E foi tão fácil para você trepar com outra pessoa em vez de me contar o que estava te incomodando? Sua vagabunda!

— Eu não contei Lorenzo? Você sabe a quantos anos estamos sem ter um contato sexual decente? Porque eu sei! Quase 10 anos, Lorenzo! 10 anos! 10 anos que a nossa relação amorosa vem esfriando e você não faz nada! Sabe quando paramos de ter qualquer contato sexual, Lorenzo? Por eu também sei! 6 Anos! A última vez que tivemos algum contato sexual foi a 3 anos por uma iniciativa desesperada MINHA, e eu nem sei se aquilo pode ser chamado de ato sexual! Quem sempre toma a iniciativa nesse relacionamento, Lorenzo? Eu! Como sempre, sou eu que tomo a iniciativa! — Mamãe já estava quase fora de si, e gritou. — EU QUE NÃO CONTEI OU VOCÊ QUE NÃO QUIS OUVIR, LORENZO?

Papai estava tremendo de raiva enquanto a ouvia gritar, seus olhos estavam tão fixos nela que me dava medo.

Mas mamãe continuou:

— E você fez algo para remediar isso, Lorenzo? Claro que não! Você é um homem machista, egocêntrico, rude, um homem que não sabe ouvir, um homem que nunca me entendeu, que nunca me escuta. Eu comecei a dançar zumba em casa para ficar mais bonita e atraente para você! Mas o que você disse? Disse que eu era hipócrita, que isso era música de mulher leviana! — Mamãe respira, ofegante. — Então eu matriculei a gente na academia, poderíamos passar mais tempo juntos e ficar mais bonitos um para o outro, quem sabe a chama voltasse a queimar, mas o que você fez? Foi 2 dias e desistiu, fez piada e preferiu passar o tempo sentado na frente da TV ou com seus amigos! Para você eu sempre fui a empregada da casa, seu melhor troféu, seu vaso favorito, mas nunca fui sua mulher, porque você nunca me tratou como uma!

Papai nunca foi de admitir seus erros, ele só fica feliz em apontar os erros dos outros. É verdade que mamãe cometeu um erro grave, mas papai também não vai aceitar que ele tem muitas falhas. É por isso que ele está furioso, e a resposta de mamãe só o deixou ainda mais irritado.

— SEM VERGONHA! CADELA! VAGABUNDA! — ele grita, e mamãe dá um passo para trás. — Você acha que isso é justificativa você abrir as pernas para outro homem? Minhas supostas omissões como marido fizeram você se sentir no direito de ser a puta de Nacho? Você não vai se desculpar, Sugey? Você não está arrependida? Você não está envergonhada? Você não se sente enojada consigo mesma?

— Peço desculpas. Lorenzo, de todo o meu coração! Eu me arrependo como você não faz ideia! E eu estou muito envergonhada, sim! Mas não enojada! Não me sinto enojada, porque só fiz o que precisava fazer!

— Você é uma cínica, Sugey! Uma puta!

— Não uma cínica, mas uma mulher com necessidades! Necessidades que você se recusou até mesmo a tentar compreender! A quanto tempo você acha que eu me sinto um lixo por você nem sequer olhar pra mim? A QUANTO TEMPO você acha que eu me pergunto o que tem de errado comigo para que meu marido tenha perdido todo o interesse em mim? A quanto tempo você acha que eu não me sinto atraente, que não me sinto mulher?

— E você tem a coragem de dizer uma bobagem dessas na frente desse seu filho viado, Sugey! Ótimo, não é de se admirar que ele tenha escondido seu adultério de mim, se você escondeu de mim o gosto dele por homens.

Eu sou bicha? Se você soubesse, pai, quem fez sua esposa delirar ontem a noite...

— Deixe Tito em paz! — Mamãe me defende. — Esta discussão é entre você e eu!

— Você tem razão, porque esse viado não é mais meu filho!

— Você está ficando louco, Lorenzo! Olha o que você está dizendo!

— Você é quem está me deixando louco, Sugey! Mas eu juro que vou tirar tudo de você, de você e desse viado sem vergonha e traidor! Vou tirar essa casa de vocês, e não vou te dar um único centavo, vamos ver como esse idiota termina a universidade sem ter um babaca bancando a casa, e vamos ver como você se vira para pagar tudo de agora em diante! E você sabe que a menina vai vir comigo! Onde ela está?

— Ela ainda ficou nas montanhas, mas já vou avisando que...!

— LUCIANA VEM COMIGO! — Papai exige.

— Nem pense em tirar minha filha de mim! — Mamãe se desarma pela primeira vez.

E agora que papai sabe onde atacar sua esposa, ele o faz com mais força.

— Com a declaração de Nacho, que me contou todo o tipo de degenerações que você fez com ele, entre orgias e como você se prostituiu... Eu facilmente tirarei a guarda da garota de você.

— Que? — Mamãe não acredita no que está ouvindo. — É uma mentira vil! Como você pode acreditar que eu me prostituí? Você é um idiota?

— Sim, sou um idiota por confiar em você! Enquanto eu trabalhava até a morte, você me tratava como um otário, dormia com aquele filho da puta degenerado e quem sabe com quantos outros. Ambos foram feitos um para o outro. É melhor você ir verificar o estado do seu amante, sua puta adultera, porque se não fossem os vizinhos, eu teria matado ele aqui mesmo.

Bem, pelo menos papai fez alguma coisa certa.

— Eu dormi com Nacho, sim, mas ele mentiu para você sobre todo o resto!

— E você ainda admite isso na minha frente, sua vagabunda, admite que deu pra ele?

— Sim, eu admito, mas é só isso! Nunca fui prostituta, muito menos fiz sexo com alguém em uma orgia!

— Você vai pagar por isso, Sugey, juro por Deus que você vai pagar por tudo o que você fez!

Papai agora olha para mim e diz:

— E você, seu viadinho, seu traidor, escondendo tudo de mim! Você é um filho da puta, Ernesto, e essa definição nunca foi tão bem usada. Vocês dois, o viado e a adultera, vão ter que dormir no chão, como cães vádios que são! Vocês dois ficarão sem meu dinheiro, sem nenhum dos meus pertences, porque levei tudo em vários caminhões de mudança. Vocês ficarão até sem esta casa! E assim que minha filha retornar, voltarei para buscá-la. Quanto a você, vou lhe dar uma semana para sumir daqui! E vocês só levarão o que estiverem vestindo e o que tiverem comprado com seu próprio dinheiro, que não é nada.

Um homem diz ao meu pai que tudo já foi carregado e papai dá ordem para que eles saiam, levando tudo.

— ME DÁ AS CHAVES DO CARRO, SEU VIADO.

Eu os tiro do bolso da calça e ele arranca da minha mão. Então, virando-se para mamãe, ele a insulta novamente:

— Você não era ninguém quando te fiz minha mulher, Sugey, você não era nada! E é por isso que vou deixar você como te encontrei; sem nada, como a porra de uma puta que não vale o que come.

— Não, Lorenzo — responde mamãe depois de vários minutos de silêncio, com raiva — você nunca me fez sua mulher, você me fez sua esposa, mas isso é diferente. Se você soubesse quem foi o homem que realmente me fez mulher, você ficaria surpreso.

Mamãe me olha com carinho, depois de lançar aquelas palavras terríveis e lapidares para papai, que reage abruptamente dando-lhe um tapa tão forte no rosto que joga mamãe no chão.

— Você não vai mais tocar na minha mãe, seu corno! — Eu grito, puxando o braço do meu pai para virá-lo pra mim e levantando meu punho.

— Não, filho! — Mamãe grita. — Não faz isso!

Meu punho treme, mas abaixo a mão.

— Isso, filho, se seu pai ousar me bater de novo ele vai ter que responder por isso. Eu serei ostracizada por ser adúltera, mas ele terá que responder por ser um agressor.

Então meu pai começa a rir e me diz;

— Você é um filho da puta ingrato, Tito, você quer me bater, hein? Bem, vamos ver se você é capaz...

Não sei quando mamãe se levantou do chão, mas antes que eu a percebesse ela estava de pé entre nós dois e disse:

— Se você encostar a mão no meu filho de novo, Lorenzo, eu juro que vou te matar!

— É por isso que você fez dele um viadinho, Sugey, porque você sempre protegeu ele de tudo! Agora vocês dois podem ficar aí, juntos, como dois mortos de fome.

— Eu só quero meu baú de volta, Lorenzo, é lá que guardo meus pertences. Lá tenho joias que ganhei da minha mãe e dinheiro que eu mesma ganhei com meus doces, então não pense que você me deu tudo! Eu também trabalho!

— Com doces ou com sua prostituição? Eu não ficaria surpreso se você cobrasse dos homens para dormir com eles, como uma prostituta de esquina.

— Pare de ofendê-la, pai! — Fico furioso.

— Você não pode ser tão abusivo, Lorenzo. Esse dinheiro e essas joias me pertencem! Algumas joias eram da minha avó, são herança de família! Devolva pra mim!

— Encare isso como uma indenização, Sugey, eu ainda fui bonzinho e deixei o forno da cozinha — diz papai rindo — mas não o deixei por escolha própria, mas porque é anexado à cozinha e não consigo levá-lo comigo. Mas não se preocupe, deixei um pouco de pão velho e um litro de leite para você pelo menos se alimentar como uma cadela de rua esta noite.

Mamãe olha para meu pai com ódio, pela primeira vez desde que chegamos. Ela está muito brava com ele e deixa isso claro:

— Saia daqui! — ela exige, empurrando papai em direção à porta. — Sai daqui, Lorenzo!

— Tire as mãos de mim, sua puta!

— SAIA DAQUI!

E assim, meu pai vai embora.

Ele leva tudo, mas me deixa o que é mais importa para mim: minha mãe.

— Não se preocupe, mãe, vou trabalhar para que não lhe falte nada — digo a ela quando ela começa a chorar em meus braços.

— Eu não me importo com coisas materiais, querido! Dói-me que tudo isso tenha acontecido… Eu me arrependo tanto de ter tentando a...

— Papai pode nos expulsar de casa assim, mãe? Vocês não compraram casados com a ajuda da tia Estela?

— Sim, meu amor, compramos casados com a ajuda da minha irmã Esté, ela nos emprestou todo o dinheiro de entrada, mas o seu pai pagou tudo sozinho. Eu só comecei a trabalhar bem mais tarde para pagar a educação de vocês.

— Então ele não pode nos expulsar assim, mãe! — Afirmei. — Você tem que procurar um advogado, você tem direito a metade da casa!

— Depois eu vejo isso, meu filho. — Mamãe diz triste olhando para o meu rosto machucado, o acaricia e beija minhas bochechas. — Desculpa meu amor, desculpa fazer você e sua irmã passarem por isso.

Eu beijo a testa dela e a braço enquanto digo:

— Está tudo bem mãe, não se preocupe demais, vamos resolver as coisas juntos conforme forem aparecendo. Agora eu sou o homem da casa, e eu não vou deixar nada de ruim acontecer com vocês, nem com você, nem com minha irmã, eu prometo.

***

Já faz um bom tempo que papai foi embora. Mamãe deu uma volta pela casa chorando ao ver tudo vazio e quando chegou na garagem e viu que sua confeitaria não existia mais, ela se sentou no chão, encostada na porta, chorando por uns 10 minutos.

Eu não digo nada para não sobrecarregar mamãe, que não chora mais, ela agora está na cozinha, refletindo em silêncio por um bom tempo.

— Mãe... vamos ficar bem! — Digo a ela, quando a vejo parada na cozinha, de costas para mim, encostada no balcão ao lado de uma garrafa de leite lacrada que meu pai deixou para nos humilhar.

Posso ver suas nádegas majestosas sob seus jeans e sua cintura fina sob sua blusa branca.

— Espere um momento… mãe, e não se preocupe com dinheiro. Tenho a mensalidade desse mês da faculdade na minha conta e um pouco de dinheiro guardado. Vou no caixa eletrônico pegar um pouco, nós podemos sobreviver um pouco mais de dois meses com o que eu tenho. Vou trabalhar em qualquer coisa que for preciso para fazer dinheiro e veremos como reconstruir a confeitaria para você.

Estou indo pegar minha mochila para ir ao caixa eletrônico e sacar dinheiro para pelo menos ter o que comer e jantar, mas mamãe me impede, dizendo:

— Filho, vem, o dinheiro pode esperar.

Quando me viro, vejo que seu rosto mudou. Ela não está mais chorosa, nem abatida. Na verdade, seu olhar angelical se transformou em um olhar muito mais impuro e inquieto. Eu conheço bem esse olhar, porque é o que ela geralmente adota quando estamos num clima de luxúria.

— O que houve, mamãe?

— Seu pai não disse que eu sou uma prostituta barata? — ela me pergunta com um sorriso estranho.

— Mãe...!

Mas ela me interrompe, dizendo “Shhhh”. De repente, mamãe solta seus lindos cabelos loiros e os espalha nas laterais do rosto como se fosse uma cortina dourada.

Seus grandes olhos azuis brilham muito sensualmente enquanto ela olha para mim ansiosamente. O contorno de seus quadris se destacando em seu corpo majestoso de tentação como se estivesse me convidando para experimentar.

— Mãe?

Posso ver que algo estranho está acontecendo com ela quando seus lindos mamilos começam a aparecer sob sua blusa branca, como se estivessem crescendo, como se estivessem ficando duros. E isso significa apenas uma coisa; mamãe está entrando em um estado de cio que está me surpreendendo e me excitando muito.

— Quero que você venha aqui, filho, e me foda… — ela aponta para o balcão da cozinha— Aqui em cima é praticamente a única coisa que seu pai nos deixou. Venha e mostre a ele como se trata uma mulher. Mostre a ele que agora tenho um novo homem na minha vida que vai me fazer mulher quantas vezes ele quiser.

— Sim, mãe — respondo com luxúria, mas imóvel, surpreso com a nova posição que ela está assumindo. — Vamos mostrar ao papai que agora eu sou seu homem. E que ao invés de passar a noite na miséria, vamos passar na luxuria, trepando… Que sem ele aqui, podemos foder o dia inteiro.

Seu olhar se ilumina. Os mamilos dela ficam mais duros sob a blusa. Seus lábios rosados se abrem e seus olhos azuis brilham mais intensamente.

— Sim, meu bebê. Sem ele, podemos ficar nus o tempo todo e você pode comer a mamãe o dia inteiro, sempre que você quiser.

— Eu vou poder chupar seus peitos quando eu quiser, mamãe. Poderei mamá-los como quando era bebê, sem medo do papai nos descobrir.

— Sim, meu amor, e eu poderei abrir minhas pernas em qualquer lugar da casa para que você possa dar um beijinho na buceta da mamãe que fica enxarcada toda vez que penso em você.

— Mamãe… seu bebê pode te chupar quantas vezes você quiser!

— E a mamãe dará ao seu bebê tudo o que ele quiser! Darei minha buceta molhada quantas vezes você quiser, meu amor, porque ela está constantemente pingando de fervor, desejando sexualmente meu próprio filho o tempo todo. A mamãe dará seus peitos grandes, para que você possa comê-los, chupá-los, mordê-los e fazer o que quiser com eles, meu bebê. A mamãe vai fazer o que você quiser, quando você quiser!

— Mãe! — Ofego.

— A mamãe vai se despir em qualquer lugar da casa, meu amor, vai abrir as pernas grossas e mostrar ao seu bebê sua pequena fenda quente, para que ele possa dar um beijinho nela até ele ficar satisfeito. A mamãe percebeu que o bebê dela adora chupar a buceta da mamãe, que ele fica muito animado quando ouve a mamãe gemendo na boquinha dele.

— E quando seu bebê estiver satisfeito — eu respondo, duro, — ele vai foder a mamãe com força, sem pena, porque ele já viu que a mamãe gosta muito de ser tratada como uma vagabunda.

— ~Hummmmhhhh! — Mamãe geme, apertando as pernas, imaginando, parada no balcão, o que ela e eu podemos fazer agora que papai se foi.

— Sim, meu amor, a mamãe gosta de ser tratada como a vagabunda do bebê dela, é por isso que quero que você me possua agora mesmo. Aqui, na nossa casa vazia, filho, sem nada. Mas eu não quero que você faça amor comigo, eu quero que você me foda como a prostituta que seu pai diz que eu sou.

Meu pau pula de novo, e eu engulo. Jogo minha mochila no chão, tiro a blusa, desabotoo a calça e começo a andar em direção à mamãe, quando a vejo fazer algo: ela pega a caixa de leite que meu pai deixou, rompe o lacre da tampa e a abre.

— Porra... — digo, no momento em que ela, mordendo os lábios, me diz:

— Há quanto tempo meu bebê não toma leite de verdade direto do peito da mamãe?

Eu alucino quando mamãe começa a derramar leite na blusa enquanto se contorce de prazer, encharcando primeiro um dos seus seios enormes, que caem pesadamente sobre o peito dela, e depois o outro. Fiquei ali paralisado, olhando estupidamente para a forma como o leite entra em contato com sua blusa branca, fazendo seus mamilos e aréolas rosados se destacarem.

Eu tinha esquecido que mamãe não está usando sutiã. Ela está completamente exposta sob aquela blusa leve que agora está encharcada de leite.

— ~Hnnm! — Mamãe suspira, gloriosa, monumental, linda, com leite encharcando seus deliciosos seios brancos, de onde seus mamilos e aréolas rosados estão transparecendo e me convidam ao pecado.

Os gemidos dela me deixam louco. Alucinado. Quando mamãe geme, ela parece invocar os desejos mais profundos que há em mim. É como se fosse uma droga, e eu um viciado. Ela me excita, e muito.

— Meu amor! — Mamãe sussurra de repente, se contorcendo no balcão.

Depois do gemido dela, ela derrama mais leite frio em suas deliciosas montanhas brancas. Seus lindos seios são tão brancos que se misturam à blusa e ao próprio leite.

— Vem, meu príncipe… vem! Chupa os peitos da mamãe, e toma leite como quando você era bebê!

E eu perco o controle. De repente ela reagiu e me disse para ir contra ela. Não sei de onde tiro forças para levantá-la e colocá-la no balcão da cozinha. Mamãe suspira um "Ahhh", enquanto eu abro suas pernas largas com meus joelhos e entro entre elas.

Nessa altura, os seios da mamãe ficam na altura da minha boca. E eu coloco minhas mãos em sua blusa molhada, e tento envolver seus grandes melões brancos com elas. Mas seus seios grandes e brilhantes são maravilhosos. É impossível segurar todo ele com minhas mãos. Nem se eu usasse as duas em um seio daria. Mamãe é uma mulher peituda incomparável.

Eu os aperto mesmo assim, sentindo seus mamilos afundarem em minhas palmas. Mamãe envolve os pés em volta da minha cintura e me puxa para mais perto dela, colando meu pau duro entre suas pernas.

— Ufff, mãe… você é uma delícia.

— Vem, filho, chupa os peitos da mamãe... eles agora têm leite pra você!

Eu arranco a blusa dela agitado, e primeiro aparece um peito enorme, com seu mamilo molhado, ereto, durinho, e então, tirando o resto da blusa, aparece o outro. Ambos os seios vastos parecem inchados, macios e suculentos ao mesmo tempo. E seus mamilos apontam para frente, esticados.

Mamãe coloca mais leite no seu seio direito e então eu o chupo como um bebê faminto.

— ~Aiiii, meu amor… que boca gostosa… que língua deliciosa você tem, meu filho!

Com as mãos eu a esfrego toda, e com a língua eu recolho o leite que mamãe continua despejando naquele seio, e minha boca chupa seu mamilo como se ela fosse realmente uma mãe amamentando.

Eu me empanturro de leite, espirrando em todo o seu peito enorme. Eu chupo o peito dela e lambo. Eu também fico sem fôlego. Meu pau está estourando sob minha cueca e mamãe habilmente começa a puxá-la para baixo usando os dedos dos pés.

— Come, bebê! — ela suspira. — Come os peitos da mamãe!

Eu mudo para o outro seio, e mamãe despeja o resto do leite nele. Percebo que ela está encharcada de leite em toda a sua barriga, seios, virilha e até mesmo na sua pequena fenda.

— Que língua gostosa você tem, meu amor… Eu te amo, filho, te amo muito!

— Eu te amo muito mais, mãe! Amo que você seja minha mamãe safada…!

— Nããão! — ela diz manhosa, dengosa — hoje eu não sou só sua mamãe safada, meu amor, hoje eu também sou sua mamãe puta. Seu pai me ofendeu dizendo que eu sou uma prostituta! Então me fode assim, filho, me fode do jeito que você quiser, fode a mamãe como a prostituta barata que o seu pai diz que eu sou!

Quão quente mamãe deve estar para que em cima do balcão, ela se contorça tentando desabotoar as calças e tirá-las. Eu a ajudo, mas suas calças ficam presas em suas nádegas, travadas ali, sem querer descer.

— Eu amo esse rabão que você tem, mãe! — ofego, — Olha isso, olha como amassa e balança, nossa...

Ela empurra e finalmente as calças saem.

Eu tiro o restante do caminho descendo por suas pernas e quando a tiro completamente, percebo que mamãe também não está usando calcinha!

— Caralho… mãe… você realmente veio preparada.

— Vem, meu amor… dá um beijinho na buceta da mamãe!

Dou um passo para trás para visualizar a imagem poderosa e mórbida que tenho diante de mim.

Mamãe está completamente nua. Ela dobrou os joelhos e agora está de pernas abertas para mim, apoiando-se com as mãos atrás das costas e os pés no balcão.

Ela está completamente exposta, posso ver seus dois lábios inchados, rosados e gordos, encharcados com seus sucos e um pouco da umidade do leite que ela derramou sobre seu corpo, com uma fenda entreaberta separando-os um do outro.

E quando levanto os olhos, vejo dois enormes seios leitosos caindo pesadamente sobre seu tórax, coroados por seus deliciosos mamilos e aréolas. E eu não consigo mais me conter.

Tiro minha cueca o melhor que posso e começo a me masturbar, ao mesmo tempo em que me inclino e levo minha boca até a coxa da minha mãe, onde passo lentamente minha língua quente e molhada até chegar em sua virilha linda, delicada e sem nenhum pelinho.

Ainda não consigo acreditar que mamãe se depilou pra mim!

Com ela raspadinha assim dá para ver melhor seus lábios gordinhos, sua buceta rosinha, encharcada, e seu clitóris pequeno e delicado levemente escondido.

Eu passo minha língua por cima do seu lábio gordinho bem devagar e sinto ela afundando entre os dois lábios, eu sorrio com essa sensação gostosa e viciante. Desço um pouquinho e sinto minha língua afundando na entrada quente da mamãe.

— ~Ahnnnnm... — Mamãe geme se contorcendo na minha língua.

E eu sinto o gosto delicioso da minha mãe, subindo, começo abrindo e dividindo seus lábios até chegar em seu clitóris vermelhinho com minha língua. Eu o absorvo como um mamilo com bastante saliva na boca e chupo três vezes vendo mamãe se contorcer e gemer com a boca entre aberta, depois desço devagar, sentindo seus lábios vaginas se abrindo mais uma vez e enterro toda a minha língua dentro da sua buceta, até meu nariz afundar entre seus lábios macios.

— ~Ahnnnnnm! — Mamãe grita, contorcendo-se no balcão. — ~Aiiii, filhoo! ~Ahnnnm! Ai que delícia, meu amorrr!

Minha boca está devorando o suco da mamãe. Meu nariz, língua e lábios estão encharcados. O sabor delicioso do seu gosto me embriaga. Todo o meu paladar tem gosto de mãe tarada, de mamãe no cio.

De repente mamãe pressiona suas coxas contra meu rosto. E percebo isso como um sinal de que ela está gostando, e muito.

— ~Aiiiiiiii... Meu---Deus! — ela geme, contorcendo-se como uma cobra.

E eu continuo dando-lhe chupadas deliciosas, absorvendo seus lábios inchados e carnudos, mordiscando-os um pouco, bem de leve.

Mamãe estremece de prazer, e depois de um tempo eu ataco seu clitóris, chupando como um mamilo com bastante desejo, fazendo um pouquinho mais de pressão e barulho molhado.

Minha boca está enxarcada, e eu o chupo sem parar alterando a velocidade e a força.

— ~Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.... — Mamãe dá um gemido alto e agudo, e eu aproveito para inserir dois dedos dentro dela e começar a cavar com força pra cima puxando a buceta dela pra fora.

— ~AHNNNNNNNNM

Mamãe fica tão excitada que de repente explode em espasmos ultrajantes, se contorcendo, acompanhados de pequenos jatos saindo com força que ela pensa ser urina:

— Meu---Deus... Estou me mijando! ~Ahnnnm! Acho que estou me mijando! Fiiilho!

— Em mim, mamãe — eu a convido — Deixe sair tudo em mim!

Ela mal sabe que é um orgasmo enorme que está atingindo ela.

— ~AHNNNNNNNNM... — Mamãe se contorce muito, e eu luto para manter seu clitóris dentro da minha boca enquanto continuo o chupando rápido e com bastante saliva.

— MEU.... AMORRRRR...

Sentir os pequenos e rápidos jatinhos quentes saindo da buceta da mamãe e batendo no meu corpo, no meu pescoço e peito me deixa todo arrepiado, meu pau se contorce sem parar, nunca imaginei que veria uma mulher assim, muito menos que seria minha linda e delicada mãe!

O melhor é que meu corpo realmente está encharcado. E mamãe não para de gritar e tremer.

— ~Aiiiiiiiiiiiiiii! Filh... ~AHNNNNNNNNNNM!

Mamãe ainda está tremendo, ofegando e gemendo muito, mas eu me levanto, pois isso ainda não acabou. Com minhas mãos, agarro os quadris macios dela e a arrasto até a beirada do balcão, onde meu pau endurecido já está apontando diretamente para sua boceta encharcada.

— Como você pode ser tão bom nisso? — mamãe diz ofegando, me olhando com um sorriso bobo no rosto.

— Mamãe… pode gritar sem medo! Pode gemer no pau do seu filho como uma prostituta, porque eu vou te tratar assim!

Assim que insiro a cabeça do meu pau em sua abertura, ela e eu estremecemos ao sentir sua buceta sendo esticada, mamãe solta um grito de prazer que me ensurdece.

— ~AHNNNNNNNNNNNNNNNNM!

Ela coloca os pés em volta das minhas nádegas. E sinto seus calcanhares afundando de alegria. Ela leva as mãos ao meu pescoço e segura enquanto começo minhas investidas poderosas.

“PLOC, PLOC, PLOC”.

As estocas são tão fortes que ela desliza pra trás na bancada, me forçando a passar um braço por baixo da axila dela e com ele eu seguro a nuca da minha mãe para puxá-la de volta para o lugar e estocá-la com força e violência mais uma vez.

— ~AHNNNNNNNM — Mamãe geme muito alto, e eu me perco olhando a expressão que ela está fazendo ao gemer com a boca semiaberta e com cabeça jogada para trás.

“PLOC, PLOC, PLOC, PLOC”

— ~Aiiiiiiiiiiiiiii, meu amorrr... Mete, filho, METEEEEEEE! — ela grita bem alto.

Se os vizinhos curiosos que estavam bisbilhotando antes ouvirem, tudo vai ficar uma loucura porque eles viram meu pai sair com nossas coisas. Os vizinhos sabem que papai nos abandonou e que não há ninguém naquela casa vazia, exceto mamãe e eu. E mamãe parece não se importar mais, porque ela continua gritando como a vagabunda que papai disse que ela é.

Eu mantenho minha mão que está por baixo do braço da mamãe a segurando pela nuca, e levo minha outra mão para o seu pescoço. Agora eu estou segurando mamãe com as duas mãos em seu delicado e lindo pescoço enquanto a puxo sem pudor ou cuidado e meto com foça o meu pau em sua buceta.

O barulho é maravilhoso, eu estou completamente apaixonado e hipnotizado pelo barulho que a buceta da mamãe faz toda vez que o meu pau entra com violência descabida.

— ~AHNNNNNNNNNM — Mamãe continua gemendo alto, e eu acelero ainda mais minhas estocadas.

— ~Aiiiiiiiiiiiiiii.... Me encha com sua porra, meu amorrrr! — Mamãe crava as unhas nas minhas costas e me arranha com tanta força que com certeza deixou marcas.

Eu tiro a mão que está na frente do seu pescoço apertando, e dou um tapa forte com 4 dedos no peito da mamãe que balança sem parar enquanto eu meto.

“Tap”

— ~AIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII... — Mamãe geme muito alto de dor e prazer, ofega, e me olha com um olhar de luxuria que me deixa alucinado.

Eu aperto seu seio com força o puxando pra mim enquanto continuo metendo com pressão e velocidade, mamãe estremece, gemendo. Eu solto o seio que estava esmagado na minha mão, dou outro tapa de 4 dedos e aperto seu mamilo com força o puxando pra mim.

— ~AHNNNNNNNNNNNNMMMM... — Mamãe engasga. — MEU---DEUS, FILHOOOOOO, QUE DELIIIIIICIAAAA....

— Tá gostando de ser tratada assim, mamãe, como a prostituta pessoal do seu filho?

— ~AHnnnnm... Sim... Meu amorr.... — Ela ofega. — A mamãe está gostando! Continua, filho, fode a mamãe como uma prostituta, fode, como a sua prostituta!

Nunca pensei que ouviria tais palavras de uma mãe religiosa e moralmente correta como ela. Atribuo seu ardor, seu anseio, seus desejos e sua obscenidade ao despeito, à raiva, à fúria, ao desejo e à morbidez de que sou eu, seu próprio filho quem a está fodendo como uma prostituta agora.

— Goza mamãe, goza no meu pau! — Digo olhando as expressões de prazer que mamãe faz ao gemer e ao ser tratada assim por mim. — Quero ver você gozando no meu pau, mamãe, gozando e tremendo no pau do seu próprio filho como uma prostituta barata! Como uma vagabunda!

Mamãe tem uma expressão safada, parece uma gata no cio. Ela está com a cabeça inclinada para trás, com o cabelo quase tocando a superfície em que está sentada. Mas então ela levanta o rosto, olha para mim com luxúria e mostra sua língua quente e húmida de forma vulgar enquanto geme.

— ~AHNNNNNM

E é a morbidez, a porra da morbidez que mais me excita em tudo isso!

Eu dou outro tapa de 4 dedos no seio dela, “Tap”, aperto seu seio o deformando e o coloco na minha boca, chupando com força, mordendo, mamando. Mamãe geme ainda mais alto, delirando com o tratamento rude que eu estou dando a ela.

Os seios dela saltam e balançam a cada estocada. Seus mamilos quentes estão durinhos, provocantes. Eu vejo seu seio branquinho, suculento, todo vermelho dos meus tapas e isso me excita muito!

Eu volto minha mão para o pescoço da mamãe, aperto moderadamente forte e começo a meter muito mais forte e muito mais rápido, desesperado.

— ~AHNNNNNNNNNNNNNNM!

Aquela maldita e alucinante contração que mamãe faz toda vez que eu estoco tudo dentro dela, apertando meu pau lindamente, e me dando um prazer surreal me deixa elétrico.

Quando intensifico minhas penetrações, metendo como um louco com tudo o que tenho, mamãe arqueia as costas novamente, mas continua pendurada no meu pescoço com as duas mãos, envolvendo minhas nádegas com suas pernas. Os respingos do meu pau atacando sua buceta encharcada podem ser ouvidos ao fundo enquanto seus gritos ecoam pela nossa casa vazia.

Eu não aguento mais. Nem ela. Talvez eu não tenha durado tanto quanto queria, mas eu amei cada segundo desse sexo intenso, sujo e depravado. Na verdade, acho que essa é a vez em que fizemos o sexo mais violento e desesperado. O comportamento sem pudor de mamãe, e o fato de poder tratá-la assim me deixa realmente excitado.

E eu não aguento mais.

— Eu vou go---zar, mamãe!

E então ela me pede o impensável:

— Tira!

— Que?

— Tira logo, Tito, tira, tira! — Mamãe diz desesperada, apressada, ofegante, suada.

Estou perplexo porque não entendo o que está acontecendo.

— Tira seu pau da minha buceta e se masturbe para gozar.

— Mãe…

— As prostitutas recebem o esperma na cara, não na buceta.

— ~Ohhhhh! — Reajo quase gozando, com uma morbidez brutal.

E sem mais delongas, tiro meu pau de sua boceta quente, pervertida e inundada e a ajudo a descer do balcão. Mamãe fica de joelhos na minha frente, rasteja os poucos centímetros que me separam dela e então agarra minhas bolas com uma mão, acariciando-as deliciosamente, e com a outra ela me masturba bem rápido enquanto coloca seu rostinho lindo na frente do meu pau, a centímetros de distância.

Assim que sinto sua respiração quente na cabeça do meu pau, eu me contorço, sentindo ondas por todo o meu corpo, até que minhas bolas começam a se mover e eu digo a ela:

— Vou go...zarrrr!

Mamãe afasta meu pau um pouquinho e todo o meu leite quente jorra com jatos e mais jatos no lindo rosto da minha mãe.

— ~Ohhhhhhhhh

Sua testa, nariz, bochecha e até na boca estão encharcados com o meu sêmen.

Mamãe sorri sentindo os meus jatos quentes acertando seu lindo e delicado rosto um após o outro. Ela geme, suspira, e geme de novo me masturbando com os olhos fechados enquanto começa a massagear seu clitóris com desespero.

É brutal como seu rosto angelical e delicado se parece coberto com o meu esperma.

— Porra! ~Ohhhh...

Eu grito de prazer, porque não me lembro de ter sentido maior prazer do que agora.

Eu vejo mamãe com o rosto coberto pelo meu esperma e fico ainda mais excitado, jorrando ainda mais nela. Agora gotas de esperma caíram sobre seus seios monumentais, e ela, virando as mãos em direção a eles, os esfrega e espalha meu sêmen em seus mamilos e aréolas.

Eu fiquei petrificado na frente do rosto da mamãe. Meu pau ainda está vazando, mas já está começando a encolher. Mamãe usa a língua e limpa os lábios manchados de esperma. Alguns restos caem no chão, outros, os menores, são levados para sua boca. E eu me apoio no balcão com as duas mãos, exausto, quase caindo no chão.

Eu olho para baixo e vejo mamãe com seu rosto lindo e delicado olhando pra cima, me olhando com seus olhinhos azuis, e essa cena me brutaliza, é excitante demais.

Eu respiro pesadamente e me ajoelho no chão, ao lado dela, olhando o quão suja e obscena mamãe está.

Eu me pergunto onde mamãe aprendeu tudo isso. Bem, ela acabou de me mostrar um lado quente, obsceno e sexual dela que eu não conhecia.

Um lado “vagabunda” que eu nunca pensei que mamãe teria. E embora isso me emocione muito, ao mesmo tempo me dói pensar que ela não está ‘aprendendo’ isso comigo, mas que ela aprendeu em algum outro lugar, porque com certeza não foi com o meu pai que é um cara tradicional e sem graça.

Mamãe, feliz, ofegante e suada, se levanta e eu observo sua bunda balançando em seu lindo corpo enquanto ela caminha até a pia e limpa mais ou menos o rosto e os seios com água morna.

Quando ela está limpa, ela volta para mim, ajoelha-se e beija minha boca delicadamente, cheia de carinho e amor.

Eu amo o beijo de mamãe, tão lento, tão suave, tão excitante. Eu sinto cada parte da macies dos seus lábios e as sensações da sua língua pequena e delicada roçando na minha.

Então nós dois nos separamos e eu digo a ela:

— Agora somos só nós dois, mãe… e não vamos nos deixar vencer. Não vou deixar papai levar Lucy embora. Lutaremos para que ela fique conosco. Porque ela é nossa princesinha. Eu sou o homem da casa agora, e vou cuidar de vocês duas. — Eu a olho com ternura. — Confia em mim mãe, conta mais comigo, eu posso te apoiar e te ajudar, eu te amo!

— Eu te amo, muito, muito, muito mais Ernesto! — Mamãe me diz, com lágrimas nos olhos. — Eu te amo tanto, meu filho! Eu te amo tanto que você não faz ideia!

Seu lado lascivo se foi e ela agora voltou a ser a mãe amorosa e angelical que eu conheço, a que sempre esteve ao meu lado me dando carinho e amor.

Nós dois estamos nus no chão, abraçados, enquanto ela beija meu peito, meu pescoço, meu rosto, toda amorosa, carinhosa, delicada.

— Agora eu entendo, meu amor — mamãe me diz com lágrimas nos olhos — agora eu sei que você é o único homem da minha vida, meu filho, vamos resolver tudo juntos de agora em diante, sempre, eu prometo.

— Eu não vou te decepcionar, mãe, eu juro, pode contar comigo.

E ali ficamos por um momento deitados no chão acariciando um ao outro, cochichando juras de amor, declarando nossos sentimentos, nosso carinho, nosso cuidado, nosso zelo, nosso amor, até que de repente alguém abriu a porta da entrada, com sua própria chave, gritando:

— MÃE?

Lucy chega em casa e tudo o que ela precisa fazer é entrar na cozinha para encontrar mamãe e eu, seu irmão, nus, depois de terem acabado de fornicar desesperadamente como dois amantes depravados.

[Continua]

O próximo capítulo será postado dia: 02/03 às 20h.

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Comentários

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capítulo nota 10 como sempre, esse livro começou tão bom quanto o anterior, mas confesso que estou muito curiosa para saber sobre o passado de Sugey, como ela se envolveu com Nacho, até onde eles foram, etc.

Ela relutar tanto para contar para o filho me deixa com uma pulga atrás da orelha, será que tem mais coisa nessa história?

Também estou muito curiosa para saber como isso vai se desenrolar e como Tito vai se livrar de Nacho, ele é um homem muito perigoso, ele não hesitou em acabar com o casamento de Sugey contanto pessoalmente para o marido dela que era o amante da mulher dele.

Tito vai ter que ser muito inteligente ao lidar com ele, porque se for brigando eu não confio que o nosso garoto tenha chances de ganhar.

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Capitulo ESPETACULAR!

Voltamos com tudo em senhores!

Essa é a melhor história do site pra mim, que desenvolvimento, tudo perfeito, sempre surpreendendo.

A irmã chegar me pegou muito, estou curioso para saber como ela vai reagir a tudo isso. Pelo jeito que foi escrito no final parece que ela já entrou na casa, se for isso ela vai pegar os dois pelados, o irmão e a mãe...

Rapaz... Estou muito curioso para saber como ela vai reagir e como isso vai se desenrolar daqui pra frente.

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Ah, ela pediu para o filho tratar ela como uma puta,na hora da transa.

Por que ele não comeu o rabinho dela? Era a grande chance dele e não aproveitou.

Será que o Nacho revelou tudo achando que agora pode tê-la quando quiser?

Pensa bem,o marido largou ela e levou tudo, deixando ela desamparada,o Nacho vai querer ir para cima com tudo.

E eu achando que o marido corno era um viadão enrustido.

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Cara o que você disse faz muito sentido, ainda tem o fato dele estar ameaçando ela, talvez ele arrume um jeito de se aproximar ainda mais dela nesse meio tempo.

Se for isso Tito vai ter que se virar nos 30 para afastar esse maluco da mãe dele.

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Olá amigo,"in6" você vai seguir a risca o segundo livro, bem que nesta história você bem que poderia dar mais autonomias para personagem TITO né amigo, para ter mais atitude de homem, e também seria legal que houvesse um confronto entre ele e o pilantra do NACHO e ele desse uma surra neste FDP seria muito interessante fica a dica

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Cara, não acredito que o Tito tenha força e experiência,para encarar o Nacho na porrada.

Também acho que o moleque foi um frouxo que não encheu a cara do pai de porrada, tava merecendo,por humilhar a esposa, levando tudo.

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Não amigo, filho bater num pai aí já é o cúmulo mas no macho ele já bateu uma vez e ele vence de novo

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Concordo plenamente, mesmo que qualquer pai merecesse uma surra do próprio filho, mas se o Tito faz isso, ele estaria se rebaixando ao mesmo nível do pai, mas eu tenho certeza que como o Tito mesmo disse, um bom advogado e com as testemunhas certas, ele consegue da a volta por cima com a mãe, e torço pra que a irmã fique ao lado deles,

Agora o velho não vai ter vida boa não, primeiro pq não tem mais o fogo de um homem, e desaprendeu a tratar uma mulher na cama, se é que alguma vez ele soube,

Com relação a sobrevivência, ele não sabe nem fritar um ovo sem o apoio da esposa, como ele irá se virá sozinho,

Ele vai tentar voltar com o rabo entre as pernas depois que ver que viver sozinho é sobreviver na selva sem auxílio de nada,

O episódio voltou com tudo.

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Tito já evoluiu muito como personagem, ele é quase outra pessoa, amadureceu muito.

Durante essa pausa de 1 semana eu reli o conto e no começo ele era muito inexperiente, imaturo e medroso. Agora, nesse capítulo ele demonstrou seu maduro para a mãe, ficou ao lado dela, transmitiu confiança e a fudeo como um homem de verdade.

Se continuar assim ele vai continuar evoluindo como pessoa até se tornar o homem que a mãe dele precisa/quer.

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Tito não vai ter paz, enquanto não descobrir os segredos da mãe, por exemplo o relacionamento com o Nacho, e como foi.

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Acho que ele tinha que deixar isso para trás e focar no futuro.

A mãe já demonstrou que ama e só quer ele e não precisa provar nada,o que passou, passou.

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penso igual tu, mas vai falar um garoto pra deixar isso pra lá, a Sugey ama demais ele, Tito ja era pra ter traçado esse ânus dourado.

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Calma Umbelina kkkk,

O segundo livro está apenas começando, foi a primeira vez sozinho que ele tratou a mãe como uma mulher de vdd, ou melhor, foi a primeira vez que ele não fez amor com a mãe, ele dessa vez fodeu a mãe com vigor, e sem o auxílio da tia puta,

A Sugey mesmo há disse que dará tudo que ele quiser,

Alguém tem dúvidas que o anel não está nos planos?

Vms ser paciente, até agora, na minha humilde opinião, a história está simplesmente perfeita.

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ora mim a melhor, o tanto de estrelas q esse conto recebe bem mais q outros contos, q também são muito bons, como por exemplo o conto do MA q amanhã sai o penúltimo capítulo.

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Nosso amigo Umbelina está tão empolgado quanto Tito, kkk.

Brincadeiras a parte, também estou ansioso por esse momento, a mãe entregando a última virgindade pra ele tem que ser épico.

É basicamente ela se entregando totalmente e sem reservas para ele, é ela se tornando dele, como ela sempre diz que é.

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Puta que Paril, voltamos em grande estilo!

Que foda sensacional!

Lucy aparecendo no final só vai colocar mais fogo em tudo, a vida deles já está um caos e agora com a irmã descobrindo também as coisas vão ficar loucas.

Agora o pai do Tito é um traste mesmo! 10 anos com o relacionamento esfriando e ele não faz nada para melhorar... Antes eu tinha minhas dúvidas já que só estávamos ouvindo a versão de Sugey, mas como ela jogou na cara dele e ele não falou nada, é tudo verdade.

Tem muita gente que casa e relaxa, ai o relacionamento acaba e a pessoa fica sem entender nada, sem acreditar no amor. Mas a verdade é que um relacionamento é um jogo de puxa e empurra que precisa dos dois, não adianta um lado só puxar.

Claro que Sugey está errada, e para mim traição não tem perdão, se trair acaba na hora, mas ele também tem que reconhecer que ele tem uma grande parcela de culpa nisso tudo.

Ela pelo menos tentou, começou a dançar zumba, entrou na academia, tudo para atrair o marido. Ela também tentou instigar Lorenzo como ela mesma já confessou antes, e tentou alguma coisa 3 anos atrás, mas aparentemente ele não fez nada para se ajudar.

Acredito que foi nesse momento que ela desistiu de vez dele.

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Para mim se um cara negligência a esposa, humilhar ela ou trair com outra.

Tem que tomar galho sim, ainda mais no caso dele que além, tratar ela como escrava,deprecia ela e não transa a muito tempo com ela.

Tem merece uma coleção de galhos.

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