Fui oferecer comida para o mendigo e acabei sendo a COMIDA

Um conto erótico de ellyz
Categoria: Grupal
Contém 1587 palavras
Data: 12/03/2024 05:55:20
Última revisão: 12/03/2024 06:06:15

Era madrugada, e eu andava sozinha pelas ruas, quando avistei um mendigo velho e sujo, com seus longos cabelos grisalhos e a barba por fazer, sentado em um canto da rua, enrolado em um cobertor. Eu fiquei com pena dele, olhei para a marmita que tinha em minhas mãos e resolvi me aproximar do velho.

— Moço, o senhor gostaria de um pouco de comida?

Ele me olhou com um sorriso malicioso e disse:

— Sabe o que eu realmente quero, garotinha? Eu quero comer você.

Fiquei chocada com a audácia do velho, mas ao mesmo tempo senti a minha buceta ficar molhada. Eu nunca havia experimentado transar com um velho, ainda mais mendigo, e sujo que nem ele. Mas, mesmo me sentindo excitada com a ideia, resolvi me fazer de difícil.

— O que está falando, velho safado? Você tem idade para ser meu avô!

— Por favor, eu não como uma bucetinha como a sua há anos. Deixe eu te mostrar como um homem de verdade pode te fazer gozar como nunca.

— Eca! Nem pensar, seu velho nojento. — Eu respondi, fingindo repulsa.

Ele se aproximou de mim e segurou minha cintura com força, me puxando para perto dele.

— Não seja tão hipócrita, garotinha. Você quer isso tanto quanto eu. Eu sei que sua buceta está pingando de tesão por mim. — Ele meteu a mão dentro do meu short, sentindo a umidade que se espalhava pela minha calcinha.

— Você é um pervertido, seu velho nojento! — Eu disse, tentando resistir ao desejo que crescia dentro de mim.

— Admita, você quer isso tanto quanto eu. Vamos para aquele beco ali, ninguém vai nos ver. Eu sei que você está molhada por mim, safadinha. — Ele mordeu o lóbulo da minha orelha, me fazendo gemer baixinho. — Hmmm, você está adorando isso, não é, putinha? Quer que eu te obrigue a me dar o que eu quero, sua vagabunda?

Eu mordi os lábios, sentindo meu corpo tremer de desejo. Ele tinha razão, eu queria aquilo mais do que qualquer outra coisa naquele momento.

— Você tem camisinha? — Perguntei e ele gargalhou.

— Camisinha? Eu quero comer você no pelo, minha cadelinha. — Ele me puxou com força para o beco escuro, sem dar tempo para eu hesitar.

Aquele velho sujo e malcheiroso me excitava de uma maneira inexplicável. Suas mãos ásperas percorriam meu corpo jovem e firme, enquanto ele me beijava com desejo e fome.

— Essa bucetinha aqui está piscando, doida pra receber uma pica. — Peguei a mão dele, colocando ela novamente dentro do meu short.

Ele sorriu de satisfação ao sentir como eu estava molhada e ansiosa por ele. Sem perder tempo, ele abaixou minhas roupas e caiu de boca na minha buceta, chupando com vontade e me levando à loucura. Eu gemia alto, segurando seus cabelos grisalhos enquanto ele me fazia gozar inúmeras vezes.

— Ai que delícia... Chupa a minha bucetinha, seu velho imundo, chupa ela bem gostoso, me faz gozar, faz.

Eu sentia meu corpo tremer, minhas pernas fraquejarem, enquanto ele me fazia ter um orgasmo avassalador. Eu gemia alto, chamando pelo velho safado que estava me proporcionando tanto prazer.

— Isso, seu velho sujo, isso! Me fode bem gostoso com essa língua suja e velha! Vai! Ai... Assim... Sim, sim!

Ele se levantou e me puxou para perto, tirando suas roupas rapidamente e revelando um pau duro e pronto para me penetrar. Eu o empurrei contra o chão e me sentei em cima dele, guiando seu pau até entrar todo em mim.

— Ahhh, que pau gostoso! Me fode, seu safado! Mete com força nessa bucetinha apertada e molhada! Mete! Me faz gozar de novo, faz! Faz essa putinha gozar loucamente com sua pica grossa e velha!

Ele me segurou com força, me penetrando com vigor e me fazendo gemer de prazer. Os gemidos se misturavam com o som do meu corpo batendo no dele, enquanto ele me comia com força e determinação.

— Isso, sua vagabunda gostosa! Rebola nessa pica, rebola! Geme pra mim, mostra como você está gozando gostoso nessa vara velha e experiente! — Ele dizia, com uma mistura de prazer e dominação em sua voz. — Tá gostando dessa pica velha e suja dentro de você, tá, minha cadelinha?

— Sim! Tô, muito! É tão gostoso sentir essa pica dura dentro de mim, me preenchendo toda, me fazendo gozar como uma putinha! Mete mais forte, me faz gozar de novo, me faz sua, seu velho safado! Fode minha bucetinha, fode! Deixa ela toda arrombadinha.

Ele atendeu ao meu pedido, me fodendo com força e determinação, fazendo nossos corpos suados se chocarem em um ritmo frenético. Cada estocada me levava mais perto do limite, e eu não conseguia conter os gemidos de prazer que escapavam da minha boca.

Eu me entregava completamente a ele, gemendo e pedindo por mais, sem me importar se alguém estava nos ouvindo.

— Que buceta gostosa você tem, putinha. Eu quero gozar bastante dentro dela.

— Isso, goza dentro de mim, seu velho safado! Eu quero sentir todo seu leitinho quente dentro de mim! — Eu gemi alto, enquanto ele aumentava o ritmo das estocadas, me levando ao ápice do prazer. — Eu quero todo leite que você vem guardado há tanto tempo, quero sentir escorrendo pelas minhas pernas, quero ser sua putinha, sua cadela. Me enche com a sua porra quente e suja!

— Quer leitinho na bucetinha quer? — Ele agarrou meu mamilo, apertando o mesmo com bastante força. — Então implora, vadia. Implora pela minha porra, implora pra sentir meu leitinho sujo dentro dessa bucetinha deliciosa, implora pra ser minha putinha, minha cadelinha.

— Por favor... — Gemi manhosa.

— Por favor o quê, vadia? — Ele me deu um tapa forte na cara.

— Por favor, seu velho imundo, me dá leitinho quente na buceta. Me enche com sua porra quente, me faz sentir sua essência dentro de mim, me faz gozar gostoso com seu leite. Me faz sua puta, sua cadela, sua vadia. Eu quero ser sua e só sua, seu velho tarado. Me dá todo seu leitinho, me faz sua mulherzinha, seu objeto de prazer. Fode comigo, me come com vontade, me faz gozar como nunca antes!

Ele atendeu ao meu pedido, aumentando ainda mais o ritmo das estocadas até que finalmente ele gozou dentro de mim, enchendo minha buceta com seu leite quente e sujo. Eu gemi alto, sentindo o prazer tomar conta do meu corpo enquanto ele se derramava dentro de mim.

— Caralho, garota, você é uma putinha safada que sabe como satisfazer um velho tarado como eu. — Ele sorriu, passando a mão pelo meu rosto. — Quem diria que uma mocinha como você aguentaria a pica velha e suja de um mendigo como eu.

— Você tem uma pica muito boa. — Falei, ofegante.

Logo senti a pica do velho começar a dar sinal de vida de novo dentro de mim. Caralho, esse é dos bons. Eu quero aproveitar muito essa pica.

— Quer comer o meu cuzinho? — Perguntei.

Mas antes que ele tivesse a chance de responder, eu senti alguém cutucar o meu cuzinho, olhei para trás, assustada e vi outro mendigo velho, com o pau de fora, tentando entrar no meu cuzinho. O pau dele era maior do que o do outro.

Confesso que senti a minha bucetinha dar sinal de vida só de imaginar sendo comida por eles dois.

— Quero comer o seu cuzinho, menina. — O velho disse com um sorriso tarado.

— Porra, que delícia! Dois velhos tarados querendo me foder. Vem, seus safados, me comam como quiserem! — Eu disse, empinando a bunda e me preparando para ser penetrada por trás ao mesmo tempo. — Mas lubrifica meu cuzinho antes, tá?

O maldito velho me ignorou e enfiou a pica no meu cu do jeito que tava mesmo. Dei um grito, sentindo aquela pica começar a me rasgar em dois. O outro velho, vendo a cena, não perdeu tempo e voltou a meter na minha buceta de um jeito agressivo.

— Caralho, que delícia de putinha você é! — O segundo velho disse, indo com tudo no meu cuzinho. — Esse cu é bem melhor que comida.

Eu gemia alto, sentindo a dor se misturar ao prazer, enquanto os dois velhos me comiam de forma bruta e voraz. Eu me sentia completamente entregue, uma verdadeira puta sedenta por prazer.

— Isso, me fode mais forte, me faz gozar de novo! Eu quero sentir suas picas velhas me preenchendo por inteiro, me fazendo delirar de prazer. Me fode, seus velhos tarados, me faz ser a putinha de vocês!

Os gemidos ecoavam pelo beco escuro, enquanto os dois velhos me comiam com força e desejo, me levando a um novo nível de prazer. Eu me sentia alucinada, uma verdadeira devassa que queria mais e mais daquelas picas sujas e ervadas.

— Eu quero comer essa bucetinha novinha sempre. — O primeiro velho disse, enquanto maltratava a minha bucetinha.

— Eu quero ser a putinha exclusiva de vocês! Sempre vou vir aqui pra vocês me comerem bem gostoso quando estiverem com fome de buceta. — Eu gemia, entregue ao prazer que aqueles dois velhos me proporcionavam.

Eu estava tão louca, completamente entregue naquela foda e naquelas picas me fudendo, que nem percebi que havia uma plateia com mais três mendigos observando a cena, se masturbando enquanto eu era fodida por aqueles dois velhos tarados. Isso só me excitou ainda mais, saber que estava sendo desejada por tantos homens ao mesmo tempo. Eu gemia alto, me contorcendo de prazer enquanto os velhos me comiam com força e brutalidade.

— Vocês também querem um pouco da minha bucetinha? — Eu gritei para os outros mendigos, que prontamente avançaram na minha direção, ansiosos para me foderem também.

É, vai ser uma madrugada longa...


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Comentários

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Que delícia! Adoraria ver minha esposa putinha com esses caras.

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Amei o seu conto e gostaria de saber mais sobre vc e as suas transas. E queria receber fotos sua se possível. Meu e-mail é

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