Filha - parte 02

Um conto erótico de Melyssa
Categoria: Crossdresser
Contém 1717 palavras
Data: 26/03/2021 16:30:03
Última revisão: 18/10/2021 15:05:22

Anteriormente...

Eu chegava do colégio, secava a louça, recolhia a roupa e guardava elas após minha mãe passar e dobra.

Passava as tardes de rabo de cavalo, desmanchava o rabo de cavalo antes do meu irmão e pai chegarem em casa.

Continua....

Cai o entardecer, meu irmão estava no quarto, eu tomo um banho, meu peito estava já bem saliente e mole.

- Isso não pode ser normal! Falava comigo mesmo, eu mexia no peito, estava flácido, mole, por mais ingênuo que parecesse, aquilo não era um peitoral.

Terminei o banho, vou para meu quarto com a toalha enrolada na cintura.

Meu irmão fica me encarrando.

- O que está olhando?

Ele responde virando o rosto.

- Nada, nada.

Eu fico totalmente, constrangido, eu pego uma cueca e vou vestindo, pelo espelho vejo meu irmão olhando minha bunda.

- O que foi que está olhando? Pergunto já em gritos.

- Não, não é nada, desculpa.

Então fui pegar meu pijama, estava rasgado, com rasgo no joelho, nas mangas, vários furos.

Coloco uma roupa normal, e levo para minha mãe.

- Mãe, meu pijama rasgou!

- Ah querido, está muito velho mesmo, vou comprar um novo para você e para seu irmão.

Então volto para meu quarto, pego o meu irmão se masturbando.

Ele assustado esconde o pênis no short e finge que estava vendo alguma coisa no computador.

Eu balanço a cabeça como alguém falando: Como que pode! E vou dormir.

No dia seguinte, acordo, meu irmão ainda dormia.

Eu tirei a blusa, meus peitos pareciam que crescia mais e mais, tiro a roupa e coloco a do colégio, minha calça passa com dificuldade pelo quadril, fecho o zíper, a calça fica esticada, e a cintura fica totalmente folgada, coloco um cinto para aperta-la.

Eu coloco a blusa, já dava para perceber um volume no meu peito, era constrangedor.

Peguei uma faixa e enrolei no peito, apertava, mas, amenizou o volume, agora parecia que tinha um peitoral.

Então eu saio para cozinha, meu pai e minha mãe estava tomando café.

Meu pai me olha, encarra um pouco, e fala.

- Você parece diferente.

- Sério? Como assim diferente? Mais forte, mais fraco?

- Não, não, apenas diferente, não consigo imaginar o que, só que está diferente.

Minha mãe olha, me encarra, e veio me dá um abraço

- Bom dia Filho.

Ela me aberta e com as mãos ela acaricia minhas costas, notando que eu tinha um faixa enrolado no peito.

- Toma seu café e não vai se atrasar para a escola.

Eu tomo o café e saio.

Volto do colégio para tomar um banho.

Entro no meu quarto estava Pedro, no computador jogando.

Então tiro a blusa, ele nota que estava com uma faixa.

Eu fico meio constrangido.

- Dá para olhar para o computador invés de mim?

Ele fica vermelho e volta os olhos para o computador.

Eu tiro a faixa, tiro a calça fico só de cueca.

Olho no espelho, agora além do meu peito está inchado, parecia que os mamilos também cresciam, já estava o dobro do tamanho, a pontinha do mamilo estava gigante.

Eu me viro, tá o Pedro me encarrando novamente.

- Isso é peito de menina?

Eu cobro o peito com as mãos e saio com pressa.

- Lógico que não, eu sou um garoto.

Eu então entro no banheiro abro a água do chuveiro deixo a água cair no meu corpo, fico ali, apalpando meu peito.

- Não, isso não pode ser uma teta, eu sou menino.

Fico lá pensando, o que está acontecendo comigo.

Então termino o banho me enrolo uma toalha na cintura e outra no cabelo.

Entro no quarto, e meu irmão fica me encarando.

Então pego a toalha da cintura, e enrolo no nível do peito e digo.

- Dá para parar de me olhar?

Ele disfarça e novamente fica olhando o computador.

Pego uma cueca, coloco sem tirar a toalha, depois coloco um short, e depois sim, tirei toalha e visto imediatamente uma blusa.

Então vou para a cozinha almoçar.

Pedro chega em seguida, arrumado para a escola.

Minha mãe me observava, acho que estava olhando para o volume que fazia na minha blusa.

Pedro então saiu para a escola, e ela veio correndo comigo sentado ainda.

Ela junta meu cabelo, achei que iria fazer um rabo de cavalo como ela sempre faz.

Então começou a puxar meu cabelo, mexia para um lado para o outro.

- O que você está fazendo?

- Nada de mais, só uma trança.

- Que?

- Ah filho, é nada de mais, eu vi um filme de viking, que homens usavam tranças, quero ver como fica.

- Mas eu não sou um viking!

- Eu sei! Eu sei! É só para ver como fica, depois você desmancha, agora vem me ajudar com a louça.

Neste momento ela me agarra por traz passando e com as mãos ela pega com tudo no meu peito e apalpa.

Eu Arregalo o olho, e fico vermelho.

Ela dá uma seguradinha, tira a mão, e se faz de louca, não diz nada, só dá um sorriso e começa a lavar a louça.

Eu estava lá secando a louça de tranças.

Então passei o dia de trança, recolhi a roupa, quando vejo um sutiã, eu fico olhando, e então olho para um lado, olho para o outro, não via ninguém.

Era um sutiã meia taça, então eu o coloquei por cima da blusa, encaixei no meu peito.

Não acreditava, eu realmente tinha tetas. Coloquei a roupa no balaio e vim para dentro.

Minha mãe me esperava com a vitamina.

- Mãe, acho que essa vitamina está me fazendo mal.

- Para com isso meu filho, nunca ouvi falar que vitamina faz mal, deixa se ser fresco e toma logo essa vitamina.

Eu fiquei um pouco assustado.

Então eu tomei a vitamina, fui na cozinha, lavei o copo, sequei e guardei.

Voltei para a sala, estava já com várias roupas passadas e dobradas.

Então vou guardar as roupas, quando estava guardando as minhas roupas, vejo que tinha uma calcinha.

Eu voltei com a calcinha da mão.

- Mãe, a senhora colocou por engano uma calcinha no meio de minhas cuecas.

Ela me olha, pega a calcinha, desenrola, era uma calcinha branquinha com estampas de florzinha.

Ela dá uma risadinha e diz.

- Filha, essa calcinha não é minha não! Ops, digo filho.

- Como não, então de quem é?

- Bom, eu sei que minha não é, acho que também não é do seu pai ou do seu irmão.

Eu arregalei os olhos.

- Com certeza não é meu!

- Bom, se não era, agora é, e guarda ela lá mocinha! Quero dizer mocinho. Ela se corrige dando risadinhas.

Eu saio bufando, e guardo a calcinha com minhas cuecas.

Continuo guardando as roupas, estava guardando as camisas e percebo que tinha algo no meio das minhas camisas, eu olho era um sutiã, no mesmo tecido que a calcinha.

Fiz uma cara de: Me poupe!

Guardo o sutiã com as cuecas e calcinhas.

Depois tive que guardar as roupas do meu irmão minha mãe e meu pai.

Então ouço minha mãe grita.

- Filha Cuida a casa! vou na loja comprar pijamas para vocês.

Eu arregalo o olho, Filha? Devo ter escutado errado. Escuto ela saindo.

Cai o fim da tarde, eu desmancho a trança, meu cabelo liso tinha ficado meio cacheado, escovo ele, mas, ele insistia em ficar cacheado.

Pego uma faixa e enrolo no peito, meu pai estava preste a chegar.

Então chega meu irmão, passa alguns minutos e chega meu pai, e passou mais alguns minutos chegou minha mãe.

- Pedro, Dani, vem! Trouxe seus pijamas novos!

Então Pedro abriu o seu pijama, era preto, com um emblema de um carro de corrida no peito.

Ele dá um beijo na bochecha de minha mãe, e diz.

- Muito obrigado mãe! Eu adorei!

Eu não aguentava a empolgação.

- E o meu, e o meu?

Ela me dá o pacote, abro, era um pijama roxo avermelhado, quase rosa, com um unicórnio como estampa bem no peito.

Meu pai e meu irmão quase engasgaram de tanto rir.

Eu arregalo o olho e perguntei.

- O que é isso mãe?

- Filho, não liga para eles não, desculpa, mas, só tinha esses dois modelos na loja, e eu não poderia trazer dois iguais.

- Porque então eu não fico com o do Pedro?

- Não, o meu você não pegará, exclama o Pedro.

Filho, não seja chato, é só um pijama, você só irá usar para dormir.

Eu abaixo a cabeça, enquanto Pedro e o meu pai se acabam nas risadas.

- Vem filho, vamos lá vê como fica, deixa esses dois idiotas aqui.

Minha mãe me pega pelas mãos e me leva para o quarto.

-Tira a roupa e coloca o pijama.

Ela fica apreensiva.

- Mãe, a senhora pode sair?

- Que é isso filha! Quero dizer Filho. Eu limpei sua bunda quando você era pequeno, vais ter vergonha da sua mãe agora.

Então eu tirei a blusa constrangido, ela olha a faixa e fala.

- Tira essa faixa do peito, se você é homem, não tem nada para esconder.

Eu começo a desenrolar a faixa, sinto lágrimas formando em meus olhos.

Então minhas tetas ficam a amostra, não eram grandes, mas, o suficiente para saber que aquilo eram tetas.

Então tiro o short, e visto o pijaminha roxo com unicórnio.

Ela me olhava admirada.

Me abraça com tudo e diz.

- Que Fofa! Você ficou muito linda!

Desta vez ela não corrigiu.

Então ela me levou para a sala, na frente do meu irmão e meu pai.

Minha sorte que o pijama era folgado, escondendo um pouco o volume das tetas.

Eles olharam admirados.

Meu irmão ficou um pouco vermelho, inquieto, meu pai dava risadas.

- Parece uma mariquinha.

Minha mãe o censurou!

- Parar de falar besteira. Você está muito lindo nessa roupa meu docinho.

E meu pai cai na gargalhada.

Minha mãe o interrompe.

- Que bom que achou graças, quero escutar suas risadas lá do quarto, porque hoje você dorme na sala!

Meu pai disse.

- Desculpas, desculpas, era brincadeira.

E os dois saem, então eu volto para o meu quarto deito na cama, e durmo com lágrimas nos olhos.

Continua...

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Comentários

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Brigada ssppyy 😊 Sai daqui a pouco, já estou quase terminando 😋

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Enriqueaz concordo com você! 👍 E que bom que esse conto é FICTÍCIO! 😇

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revoltado e enojado pq a sexualidade deve ser natural e N forcada!

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