Moças Gitanas

Um conto erótico de Burguesinha Linda e Gostosa
Categoria: Homossexual
Contém 790 palavras
Data: 27/10/2010 08:57:52

A fogueira ardia, eu dançava, rodopiava, a lua brilhava e os olhos castanhos da outra ciganinha não desgrudavam do meu corpo e, sempre que cruzavam com os meus, uma energia me fazia formigar por dentro.

O vestido dela, verde como o mar, como os meus olhos, deixava sua pele morena mais linda, brilhando junto com o cetim de seus lenços e vestido.

Dançando ela se aproximou de mim, roçando seu vestido verde no meu, que encarnado, combinava com o rosado da minha pele, queimando de desejos ao sentir os seios dela tocarem os meus, o cheiro de seus cabelos passando por mim, fazendo-me virar para ela, jogando meus cabelos cor de mel contra o rosto dela, colando-os em sua face suada, num movimento rápido e sedutor...

De novo nossos olhos se cruzaram e, a magia que aconteceu entre nós, transcendia o calor da grande fogueira e alcançava a lua... Dançávamos separadas, bailando e girando bem perto uma da outra, deixando nossos corpos se tocarem, sentindo a maciez um do outro, até ela sumir entre as outras ciganas, por entre as árvores do grande campo onde celebrávamos a festa do nosso povo.

Segurando a barra do meu vestido, pus-me a procurá-la, correndo entre frutas e rosas, encontrando-a com duas taças de vinho, rodopiando a minha volta e presenteando-me com um dos cálices.

- Tu jogas cartas? – pediu a belíssima cigana de vestido verde, dançando e caminhando até uma tenda escondida por entre as árvores, onde os convidados ainda não tinham permissão para ir. Fiquei ansiosa e acompanhei seus passos até a enorme tenda de seda, ornada com flores brancas, orquídeas roxas e muitas rosas vermelhas, com algumas garrafas de bons vinhos, um tapete persa que forrava o chão e muitas almofadas de seda egípcia, perfumadas pelos incensos que queimavam no local iluminado por velas. No centro do tapete havia um tarot fechado e, sentadas uma de fronte a outra, obedeci minha intuição, abrindo as cartas sobre o tapete, com as figuras mágicas enriquecendo a magia do ambiente.

- Deixe-me ver sua mão... – pedi, tocando-a delicadamente, ignorando as cartas entre nós. Acariciando com meus delicados dedos aquela palma macia, um fogo fez-me levar aquela mão ao meu rosto... Deslizando seus dedos sobre minha face, lábios, provei o gosto de sua pele, que molhada com minha saliva, desceram por meu pescoço e alcançaram meus seios, apalpando-os com carinho, enquanto nossos olhos se cruzavam, encarando-se, até fecharem-se ao tocar dos nossos lábios.

Com sua língua em minha boca, senti a maciez dos seus seios pressionando os meus, nossos cabelos se misturando...

Senti aquelas mãos em minhas pernas, levantando meu vestido vermelho, subindo vagarosamente por trás das minhas coxas, alcançando meu bumbum e invadindo minha concha molhada.

Correspondi beijando-a mais ardentemente, acariciando seus longos cabelos cacheados, segurando sua cabeça enquanto minha boca e língua dançavam por seu pescoço.

Que mãos hábeis! Minha rosa desabrochou ao seu toque, que penetrava-me e esfregava-me ao mesmo tempo, rasgando minha calcinha, fazendo-a cair solta sobre o tapete onde estávamos ajoelhadas, uma colada na outra, como uma fogueira que queimava a base de suor, desejo e prazer.

Deitei-me, e baixando meu decote, deixei-a provar dos meus mamilos, que nunca haviam sido tão bem amados, enquanto eu sentia entre as minhas coxas, sua mão e dedos quentes, tocando minha taça molhada, latejando, já a explodir de desejo, num orgasmo alucinante, fazendo-me a mais feliz das ciganas.

Não demorei em retribuir. Devagar, tirei a calcinha que ela vestia e senti o cheiro de sua gruta excitada me enlouquecer ainda mais. Suas coxas grossas da cor de jambo, de pelinhos dourados, apertavam meu rosto, enquanto meus lábios e minha língua rodopiava e dançava em sua vulva, grandes lábios e grelinho, misturando minha saliva e seu caldo, fazendo-a puxar meus longo cabelos da cor do mel, apertando ainda mais o meu rosto, gozando freneticamente enquanto eu a beijava molhadamente no grelo, prendendo-o em meus lábios e friccionando-o com minha língua. Assim, mordiscando seus grandes lábios e penetrando com minha língua em sua quente e molhadinha borboleta, variando em ligeiros e intensos movimentos, até dominar seu grelo novamente.

Suadas nos abraçamos, minha pele rosada e aquela pele morena, exaustas, perfumadas e femininas, beijando-nos, até eu sorrir para ela...

- Qual o seu nome? – perguntei.

- Zingara. Tu nome? – ela me respondeu, com um portunhol sensualisssímo, não tirando os olhos dos meus.

- Sarah... – respondi beijando-a mais uma vez. – Zingara, você é muito linda, de onde você é?

- Madrid... Tu és mui bela, nina... Una amante maravilhosa... Una doce gitana, ardente, ardente como el sol de tu tierra. – me respondeu à espanhola, beijando-me mais uma vez, antes de voltarmos para onde estavam os convidados. – Desejo bailar contigo por toda la nothe, até lo sol raiar... Bale?

- Bale, bale!!!!!! – respondi, beijando-a novamente.


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Comentários

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Minha lindinha, concordo com a Ana, um texto belíssimo e com uma sexualidade muito gostosa, parabéns, continue a nos contar suas aventuras sexuais, beijinhos adocicados em ti....

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belissimo conto! gostei mesmo! mt apaixonante! aredent comum toque mt especial de magia! parabens ! nota 10!

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