Ele adora meus peitinhos gorduchinhos

Um conto erótico de jornalista77
Categoria: Homossexual
Contém 1736 palavras
Data: 28/05/2012 21:04:59

Logo cedo pela manhã, toca meu celular. Ao ver o nome do meu macho, meu coração disparou, o pau endureceu e meu cusinho começou a piscar. Entrei no banheiro para poder atender com privacidade. “Bom dia, meu macho delicioso”. “Bom dia, minha putinha. Dormiu bem?” “Claro que não. Eu não consigo dormir bem longe dos teus braços, do teu cheiro. Eu to morrendo de saudade. Quando você volta, amor?”. “Já voltei, querida. Cheguei agora de manhã e também estou morrendo de saudade do teu cusinho. Quero que você venha aqui agora mesmo”. Quase pulei de alegria ao ouvir essas palavras. “Que notícia maravilhosa. Eu vou agora mesmo”. “Venha produzidinha, do jeito que eu gosto da minha menininha”. “Pode deixar, amor. Eu tenho, inclusive, uma surpresa pra você”.

Desliguei o telefone com o corpo tremendo de tesão. Tirei a roupa e fiz minha lavagem anal, pois iria dar muito a bunda naquela manhã. Fazia quase uma semana que não sentia a rola maravilhosa do meu macho e não agüentava mais de saudade. Com o rabinho bem limpinho, passei o creme hidratante que ele adorava para deixar meu corpo lisinho e cheiroso e abri meu cofre. Lá de dentro, tirei um conjuntinho de lingerie vermelha, que havia comprado para lhe fazer uma surpresa. Vesti a calcinha, a cinta-liga e as meias. Pus a calça por cima para escondê-los. Coloquei os prendedores nos bicos dos meus peitos para deixá-los bem gorduchinhos, pois ele adorava chupar meus peitinhos. No bolso, coloquei meu batom e um perfuminho bem feminino que ele havia me dado. Dentro da pasta, pus um vestidinho florido para trocar no carro e uma sandalinha. Vesti meu paletó e saí do quarto, encontrando minha esposa e filho que tomavam café.

Sim, eu era casado. Amava minha esposa, uma mulher maravilhosa que me deu um filho lindo. No entanto, depois que experimentei o pau do meu macho, nunca mais consegui ficar sem ele. Literalmente, eu me viciara no cheiro de homem, no gosto do pau na minha boca, em senti-lo rasgando meu cu e gozando deliciosamente no meu rabinho. Ele me dominava completamente, sabia usar com perfeição o tesão alucinante que eu sentia pelo corpo dele. Assim, me depilara totalmente, inventando uma alergia pra minha mulher não desconfiar e fazia a lavagem anal com regularidade. Além do mais, comprava com freqüência roupinhas femininas, lingerie, vestidos, saias e guardava no cofre. Quando não iria encontrá-lo, costumava usar um plug anal e, às vezes, um vibrador, pois adorava sentir meu cu preenchido. Quando estava com ele, assumia minha condição de menininha dele, sua putinha.

Eu sempre deixava meu filho no colégio, mas hoje, inventei uma reunião urgente e minha esposa assumiu a função. Na verdade, eu não via a hora de estar nos braços do meu homem. Dirigi o mais rápido que pude ao seu apartamento. Meu cu latejava pela ansiedade e sentir a calcinha na bunda e virilha depiladas era delicioso. Além disso, os pregadores nos peitos me davam uma sensação muito boa. Cheguei ao seu prédio, entrei, deixei meu carro na vaga dele como sempre fazia. Desci e entrei no elevador. Lá dentro, já comecei a tirar o paletó e os prendedores. No corredor do apartamento, terminei a produção. Pus as sandálias, passei o batom e o perfume, ajeitei o vestido e toquei a campainha. Ele abriu a porta, só de cueca. Ver aquele corpo seminu na minha frente, aquele peito largo, forte e peludo, aquelas coxas grossas onde eu descansava meu rosto depois de chupá-lo... ele abriu os braços e eu voei pra cima dele. Nos abraçamos e nos beijamos com uma fome impressionante. Chupava a língua dele e me esfregava no seu pau já duro feito rocha.

- Minha putinha gostosa, tava com saudade do seu macho?

- Estava, estava ficando louca de saudade do meu homem. Esses dias foram terríveis.

- Pois vou compensar você, comendo muito essa bundinha. Ela vai sair daqui toda assadinha.

- Ai, amor, que delícia. É tudo o que eu quero, me come, come tua menininha.

Ele tirou meu vestidinho e adorou a surpresa. Disse que eu estava linda e deliciosa. Adorou também meus peitinhos gorduchinhos, caindo de boca neles e mamando muito um depois o outro. Eu me derretia toda na sua boca. Enquanto chupava meus peitos, passava sua mãozona grossa e forte na minha bunda e nas minhas coxas, sentindo a calcinha e as meias. Ele me virou de costas e esfregou seu pauzão duro na minha bundinha, apertando meus peitinhos e chupando meu pescoço. Eu queria que ele em enrabasse logo, mas pedi pra chupá-lo. Meu macho me pegou pela mão e me levou pro seu quarto, me sentando na sua cama, cama onde ele já me fez muito feliz. Mandou eu me ajoelhar e tirar sua cueca. Rapidamente, eu o fiz e pulou pra fora aquele cassete delicioso que eu amava de paixão. Quando tirei a cueca, subiu aquele cheiro de macho suado e tesudo que me deixava louca. A primeira coisa que fiz foi grudar meu nariz na sua virilha e aspirar aquele aroma dos deuses. Era um cheiro forte, pois ele ainda não havia tomado banho desde que chegou. Era do jeito que eu gostava.

“Isso, sente o cheiro do teu macho, minha bichinha, o macho que vai te enrabar muito gostoso”. Aquelas palavras me incentivavam e eu beijava suas coxas fortes e peludas, lambia sua virilha, segurava seu saco pesado e de bolas enormes. Coloquei a primeira na boca. Sabia que ali era guardado o leite do meu homem, então cuidada delas com carinho. Beijava suas bolas, lambia, chupava e segurava seu pau duro. Não era um pau muito grande, mas era lindo. Macio, grosso e delicioso. Depois de brincar bem com as bolas, lambi seu pau da base até a cabecinha. Beijei a cabeça e passei a língua no furinho, sentindo o gostinho da porra. Coloquei a cabeça na boca e fiquei massageando com os lábios. Depois, comecei a engolir. A prática já me permitia engolir o pau todo, até senti-lo na garganta. Deixava ele todo na boca, sentindo a textura, a quentura e a maciez. Ele agarrava meus cabelos (já um pouco crescidos, pois ele adorava sua bichinha de cabelo grande) e fudia minha boca. “Chupa, piranha, o pau do teu macho, chupa até eu gozar”. Ele adorava me xingar, puta, piranha, viado, bichinha. E eu adorava ouvir, pois me sentia tudo isso.

Após alguns minutos de chupação, o pau começou a engrossar e percebi que ele iria gozar. Bati uma punheta e travei o pau dele na minha boca. Ele gozou e me encheu de gala grossa, doce e quentinha. A porra foi direto pra minha garganta e eu engoli tudo. Deixei escorrer um pouco pro meu queixo e peito, pois gostava de esfregar no rosto e ficar sentindo o cheiro dela depois. Adorava ficar toda gozada. Limpei o pau e fui subindo, beijando sua barriga e chegando no seu peito, me perdendo naquela selva de pêlos negros e grossos. Lambia seu peito todo, beijava, sentindo os pêlos pinicarem meu rosto. Depois, subi mais um pouco e me atraquei na sua boca, chupando sua língua outra vez. “Me come, amor”, pedi de um jeitinho bem safadinho. Ele me virou e me colocou de quatro na cama. Dei uma reboladinha bem sacana e senti quando ele tirou minha calcinha. Acariciou minha bunda, elogiou como ela tava macia e começou a beijá-la. Beijava um lado, depois o outro. Abriu bem a bunda e passou a língua no meu cu. Eu me arrepiei inteira e dei uma gemidinha. Ele voltou a lamber meu buraquinho, encostou a boca, chupando meu cusinho, e enfiou a língua. Que delícia. Depois da língua, veio um dedo e mais dois. Logo, três dedos invadiam meu rabo.

Eu já estava louca para ser penetrada (na casa dele, eu era sua menina, por isso só uso o feminino). Rebolava na sua cara, sentindo seus dedos e sua língua. Não agüentando mais, virei meu rosto pra trás e implorei: “me come, meu macho, enraba tua putinha que não agüento mais de saudade de sentir você dentro de mim”. Ele deu um tapa na minha bunda e se posicionou. Senti a cabecinha do pau tocar meu buraquinho e ele fazer uma leve pressão. Eu já estava muito excitada, então o pau escorregou fácil pra dentro de mim. Apesar de estar acostumada a ser comida, ainda senti uma dorzinha na entrada, mas aquela dorzinha era deliciosa. Era a dor de estar sendo preenchida. O pau foi entrando e logo estava todo dentro. Ele deu um tempinho, enquanto eu deitava minha cabeça no colchão e fechava os olhos. Meu cu piscava pra ele, mordendo seu pau e ele começou a bombar. Segurava minha cintura e metia forte, depois diminuía o ritmo. Tirava tudo, deixando só a cabecinha dentro e empurrava até o fim do meu cu. Eu me sentia toda preenchida e era uma delícia. Suas mãos passeavam pelas minhas costas e acharam meus peitinhos gorduchinhos e durinhos.

De repente, ele tirou o pau de dentro de mim e me mandou virar. Ia me comer de frango assado. Levantou minhas pernas e enfiou de volta sua rola. Deitou em cima de mim, chupando meus peitos e eu abracei com as pernas e os braços. Ele metia firme, enquanto mamava nos meus peitinhos. Depois, chupava meu pescoço e nos beijávamos na boca. Meu pau já tava duraço entre nossas barrigas. Ele não o tocava nem eu também. Eu não podia me masturbar. Se quisesse gozar, teria de gozar sozinho, sem me tocar, além do gozo anal, óbvio. E eu conseguia os dois. Nunca fiquei sem gozar com ele. Ao contrário, eram sempre gozadas alucinantes. Dessa vez, não foi diferente. Depois de vários minutos me comendo, senti seu pau inchar no meu rabo e me preparei pra ser inseminada. Seu gozo veio em jato fortes e profundos. Eu também gozei muito e muito gostoso. Nós dois caímos exaustos, ele por cima de mim, suados e satisfeitos. Meu homem virou de lado, tirando o pau de dentro de mim e me dando uma sensação de vazio. A porra dele ficou escorrendo do meu cu, melando o lençol, que mais tarde eu poria pra lavar. Desci pro seu pau e fui lamber o resto de gala que ficou nele. O pau cheirava a gala e ao meu cu. Depois, me aninhei nos braços dele e dormi saciada. Não havia nada melhor na vida.


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