Minha empregada foi puta

Um conto erótico de Paulinho
Categoria: Heterossexual
Contém 1827 palavras
Data: 04/12/2009 15:00:25

Antes de casar eu era um frequentador de puteiros. Conhecia e era conhecido em pelo menos 10 puteiros. No puteiro da Rua São Paulo (Liberdade) a gerente disse que havia uma estreante na casa e era inexperiente no ramo. A garota veio e se apresentou como Adriana. Tinha 18 anos e era cearense de pele clara, rostinho de índia com branco, cabelos lisos e curtos, seios médios e corpo magro (faltava um pouco de curva e carne). No geral era bonitinha, mas comparado com o preço do puteiro (dinheiro de hoje uns R$ 20,00) ela era uma gata. Fomos para o quarto e era exitou para tirar a roupa e chorou dizendo que era a primeira vez que fazia aquilo. Fui carinhoso e conversei com ela. Ouvi sua história (na época não acreditei) de que seu pai havia expulsado de casa porque flagrara ela dando para o namorado e o filho da puta vazou porque não queria que ela morasse com ele e então ela veio para São Paulo tentar a sorte e depois de uma semana sem pagamento fora expulsa da pensão e só lhe restava virar mulher da vida. Dei uma de compreensivo e a acalmei. Beijo na boca e siririca fizeram ela relaxar e abrir as perninhas. Fiz ela gozar no meu dedo então soquei a pica naquela buça peluda. Quando estava para gozar pedi para ela ficar de quatro e escondido tirei a camisinha pois queria gozar dentro aquela chata chorona. Não sei se ela percebeu mas vazei rapidinho para nunca mais voltar para aquele puteiro. Felizmente não peguei nenhuma doença. Quinze anos depois, casado sem filhos, minha empregada de longa data pediu as contas porque estava voltando para sua terra. Minha mulher perguntou se ela conhecia alguém e ela indicou sua cunhada. Quando a nova empregada veio fiquei com a pulga atrás da orelha pois ela parecia familiar. Chamava-se Lúcia, tinha 34 anos, três filhos (uma menina de 14 e dois meninos de 8 e 5 anos), era cearense e morava em São Paulo há 15 anos, morena de pele clara com cara de índia, cabelos compridos de evangélica, magra mas com curvas, cinturinha e bunda. No primeiro dia fiquei olhando para ela pois queria lembrar de onde a conhecia. Ela também olhava para mim. Duas semanas depois fiquei trabalhando em casa e chamei a empregada de Adriana (foi inconsciente e na hora lembrei-me de tudo). Lúcia veio correndo com cara de assustada e pediu quase implorando que eu esquecesse o passado. Falei que tudo bem e comecei a perguntar como era vida dela. Ela disse que engravidara logo no primeiro mês de trabalho na casa e quando a barriga começou a aparecer a gerente a avisou que era para ela tina uma semana para arranjar outro lugar. Ela estava desesperada pois não tinha conseguido economizar nada do que ganhara na casa, mas sua salvação apareceu no último dia de trabalho: um peão apareceu e foram para o quarto, começou a conversar e pregar a palavra do Senhor, Ela contou sua história e ele, comovido, chamou-a para morar com ele. Ele assumiu sua filha e por sorte a criança tinha traços orientais (poderia nascer mulatinha ou loirinha) pois assim como ela, ele era meio índio. Ela disse que ficou tão grata a ele que aprendeu a amá-lo e que tem um casamento muito feliz. Elogiei-a dizendo que ela estava bem mais bonita agora e que a vida fora muito boa com ela. Ela duvidou e completei dizendo que ela era magrela e reta mas agora tinha carne para pegar e que seu marido devia ser muito feliz. Ela riu agradecendo o elogio. Não resisti e apalpei sua bunda. Lúcia disse que não dava liberdade para essas coisas e expliquei que queria ver se sua bunda ainda estava seca e dura como antes mas estava macia e firme, ou seja, bem melhor. Ela disse que eu havia sido seu segundo homem e que fora o mais carinhoso com ela. Notei que ela fez uma carinha triste e perguntei qual o problema. Ela então disse que eu fora o último homem que a fizera gozar pois na casa os clientes metiam e gozavam sem se importar com as garotas e seu marido é um excelente pai e companheiro, mas goza muito rápido e nunca a tocou na xoxota pois eram evangélicos. Abracei-a e beijei sua boca. Peguei seus peitos que estavam maiores e um pouco caidos. Ela olhou nos meus olhos e disse que só faríamos uma vez e esqueceríamos tudo. Concordei pegando-a nos braços. Levei-a para a cama e abri seu vestido. Fiquei frustrado com o soutien e a calcinha que eram grandes e feios para cacete e mais decepcionado ainda quando vi sua xoxota peluda como a selva amazônica. Falei que já que era apenas uma vez na vida, tinha que ser especial. Levei-a para o banheiro e depilei sua xoxota e cuzinho. Ela ria dizendo que nunca havia feito aquilo e que ia ficar lisinha igual criança. De volta a cama, chupei sua xoxota enfiando a lingua o mais fundo possível até sentir que ela estava toda babada, então passei a lamber o grelo fazendo ela gemer e se contorcer de tesão. Ela puxava meus cabelos forçando minha cara na xoxota. Enfiei um dedo na xoxota para depois enfiá-lo no cuzinho. A baba e o mel escorriam pelo rego lubrificando o cu. Enfiei apenas a ponta pois era muito apertado e ela contraiu o cu para protegê-lo. Esperei pacientemente até ela relaxar um pouco e enfiei mais um pouco. Quando ela gozou meu dedo estava enterrado até a segunda falange e pude sentir as fortes contrações de seu gozo reprimido. Tirei o dedo e levantei para oferecer meu pau para um boquete. Ela caiu de boca e chupou com força. Reclamei e pedi mais calma. Ela pediu desculpas dizendo que era a primeira vez que chupava por vontade (ela nunca chupou o pau do marido pois o cara é evangélico). Curti o boquete mas resolv meter antes de gozar. Coloquei-a na posição frango assado e soquei-lhe a rola. Ela gemia espremendo os olhos. Seus seios mexiam sobre o peito acompanhando as bombadas. Comecei a chupar seus pés enquanto enfiava até o talo. Quando conseguia articular uma palavra dizia para eu não parar. Foram alguns minutos de maravilhosa ginástica e tesão. Ela gozou aos berros ao passo que eu me segurei. Ela relaxou o corpo soltando as pernas que cairam de lado. Sua respiração ofegante mostrava que o orgasmo foi muito intenso. Fiz ela ficar de bruços e passei a lamber suas costas. É muito gostoso ver suas costas se arrepiarem. Minha língua passou por suas orelhas, sua nuca, costas até alcançar sua bunda. Ela contraiu as nádegas na vã tentativa de proteger o cuzinho. Pedi para ela relaxar e quando relaxou consegui lamber seu rego e seu cuzinho apertado. Falei que queria comê-lo e ela falou que não porque era errado e que além disso era virgem. Perguntei: - Como assim? Virgem?. Ela disse que comer cu era pecado e que não deixou nenhum cliente comer seu cuzinho porque as garotas da casa disseram que doia muito e que ficava frouxo. Falei que só doía porque não havia carinho e cuidado por parte do homem e que ficava frouxo na hora mas voltava ao normal minutos depois. E quanto ao pecado a gente já estava pecando mesmo. Perguntei se quando ela gozou meu dedo ajudou ou atrapalhou e ela respondeu que não sabia. Fiz ela ficar de quatro e lambi seu cuzinho enfiando minha lingua bem fundo. Perguntei se estava gostoso e ela disse que sim, então falei que o pau era mais gostoso ainda. Ela falou que eu podia tentar mas se doesse era para parar. Peguei o gel e lubrifiquei seu furinho apertado. Dediquei muito carinho e tempo naquele cu virgem pois não queria magoá-lo. Enfiei dois dedos enquanto bolinava seu grelo. Ela gemia e rebolava lentamente. Eu queria deixá-la morrendo de vontade de dar o cu mas ela me surpreendeu gozando antes. Seu cu espremeu meus dedos tão forte que pensei que ia cortá-los. Ela caiu na cama de bruços e ficou imóvel como se tivesse desmaiado. Resolvi meter naquela posição. Coloquei o pau no rego e esfreguei um pouco. Lúcia não esboçou reação alguma. Encaixei a cabeça na argola e fiz leve pressão. Lúcia gemeu e agarrou o fronha. Forcei mais um pouco e ela mordeu a fronha e gritou abafado. Perguntei se queria que eu parasse e ela meneou a cabeça negativamente. Enfiei mais um pouco e parei para ela acostumar com o invasor. Meio pau estava dentro. Ela respirava profundamente. Perguntei se a dor havia diminuido e ela acenou. Perguntei se podia continuar e ela disse para eu meter tudo que ela aguentava. Devagar e com cuidado enfiei até as bolas tocarem sua xoxota. Ela gemia e agarrava a fronha com força. Comecei a meter de forma lenta e cadenciada evitando movimentos bruscos e ela aos poucos foi relaxando e se soltando. Logo ela estava gemendo e pedindo para eu meter com mais força. Pedi para ela ficar de quatro e pude admirar seu cu aberto. Voltei a meter e desta vez com força e velocidade. Lúcia gemia e forçava a bunda para trás. Consegui tocar seu grelo e fiz uma siririca rápida. Ela gozou piscando freneticamente o cu. Meu saco parecia que ia explodir mas segurei. Quando ela relaxou o cu saquei a rola e fui para sua frente. Verifiquei que não havia sujeira na pica e enfiei na sua boca. Ela chupou feito uma bezerra e gozei gostoso na sua boca. Ela engoliu tudo e continuou chupando como se quisesse tirar mais porra do meu saco. Deitamos na cama para descansar e ela colocou a mão na bunda. Assustada disse que seu cuzinho estava arrombado e que conseguia enfiar dois dedos sem tocar nas bordas. Falei para ela se acalmar que já já o cu voltaria ao normal (meu pau não é tão grande nem tão grosso para arrombar permanentemente um cu). Depois de uns quinze minutos de descanso fomos tomar banho. Ela checou o cu e viu que estava fechadinho, porém dolorido. Falei que a dor era da primeira vez e que passava. No chuveiro voltamos a nos beijar e acabei comendo seu cuzinho de novo, mas desta vez gozei dentro e abaixei para ver a porra vazar. Foi lindo ver a porra escorrer livremente daquele cuzinho aberto. De banho tomado e refeitos, voltamos ao trabalho como se nada tivesse acontecido. No entanto a promessa de que seria uma única vez não conseguimos cumprir e pelo menos duas vezes por semana trepamos, mas só dá o cu pois ela se sente menos pecadora sem dar a xoxota. Vai entender. E em relação a filha dela, há grande possibilidade de eu ser o pai, mas é melhor deixar como está pois a criança já tem um pai e eu não quero uma filha.


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