Prisioneiras de guerra - Vida cativa

Um conto erótico de Anão Jedi Manco
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 1398 palavras
Data: 11/03/2024 12:57:25

O tempo foi passando, a guerra que ainda estava só no começo, dava sinais de que ficaria ainda mais dura e mortal, e os soldados não tinham tanto tempo para as prisioneiras como nos dois primeiros dias. Por esse motivo, aquelas mulheres que a princípio seriam deixadas por um ou dois dias em castigos disciplinadores, acabaram por ficar mais de uma semana largadas a própria sorte em seus terríveis momentos intermináveis de sofrimento.

Olga que fazia jornadas intermináveis, já não dormia há pelo menos três dias, já estava começando a ter alucinações por causa do desgaste físico e mental ao qual estava submetida. Limpando o sangue de militares machucados que iam para a enfermaria improvisada, e obrigada a coletar penicos imundos, limpar vômito e fezes de feridos, e foçada a carregar galões de água por longas distâncias, ela estava frágil, com olheiras que tornavam seus olhos arroxeados, e sua respiração estava ofegante e trêmula de cansaço. Ela já não conseguia mais se preocupar com suas filhas, e sua mente fragmentada só conseguia desejar uma pausa para dormir, nem que seja no chão gelado. A qualquer momento ela poderia desmaiar, e cair.

Foi então que ao final daquele suplício forçado, ela foi colocada em um cavalete feito de madeira de caixas de munição, onde ela ficava de quatro, e seus punhos e pescoço eram presos por entre as tábuas tortas e ásperas que circundavam sua pele. Ali ela ficaria a espera do retorno de algum pelotão, que usaria seu corpo como distração.

Alexa, que estava no dormitório, estava abandonada, presa e imobilizada, faminta e morrendo de sede e frio, coberta de marcas pelo corpo, que por terem sido feitas há quase uma semana, estavam esverdeadas, dando um grande destaque com seu corpo amarelado e pálido. Seus punhos estavam em carne viva por segurar seu peso por tanto tempo, seus ombros adormecidos causavam uma estranha sensação de que não funcionavam mais, seus tornozelos estavam inchados e espremidos pela corda que estava no entorno deles, sua bexiga cheia estava muito dolorida, e sua vagina estava tendo um pequeno corrimento por causa da ferramenta que espremia ela. Ela sentia insetos caminhando na entrada de seu cuzinho aberto pelo plug, e sentia como se um pequeno riacho de sangue estivesse escorrendo de sua bunda o tempo todo.

Quando um soldado retirou os ferros que espremiam e trancavam sua buceta, ela se mijou toda, escorrendo uma urina amarela e fedida pelo interior de suas pernas, e assim que teve os pulos e tornozelos soltos, ela caiu no chão, gemendo de dor, e ficando em posição fetal. Seus braços não mexiam, e ela não aguentava ficar em pé. Então precisou ser arrastada até onde estava sua mãe, onde foi sentada numa cadeira, amarrada pelo pescoço, e amordaçada para não falar com ela. Ao seu lado, ela percebeu que tinham mais duas cadeiras, que deveriam estar reservadas para suas irmãs.

Natasha, que estava na cozinha, estava em cacos, imunda de restos de comida, suor e toda assada pelo gengibre enfiado em seu cu, ela estava caminhando com muita dificuldade, de pernas abertas, que doíam demais ao menor movimento entre suas pernas. Apesar de estar produzindo comida aos soldados, ela estava faminta, e nos últimos quatro dias, o único alimento em sua barriga, foi o esperma de um oficial que obrigou ela chupá-lo enquanto ela listava as compras ao comando militar. Ela não conseguia mais chorar, e trabalhava cabisbaixa, sem reclamar, assumindo sua nova posição na inferioridade de sua condição.

Levada para onde estavam sua mãe e sua irmã, ela praticamente caiu sobre a cadeira, pois não se sentava já faiam mais de oito dias, e chegava a sonhar com essa posição para seu corpo. Ela nem se importou com o gengibre dentro dela, que no movimento de agachar para se sentar, devido ao brusco choque com a cadeira, entrou ainda mais dentro dela, causando um ardor que a fez lembrar sua condição. Sua mordaça foi colocada, e ela dormiu sentada enquanto olhava para sua amada mãe de quatro na frente dela.

Yulia, que de todos os castigos, tinha sido eleita para o pior, estava no escuro, coberta de fezes e urina, com frio, medo e sentindo larvas passeando em sua pele, viu o nível da fossa onde estava subir com os dias, e já estava praticamente coberta até os seios. O cheiro podre e nojento daquele lugar entorpecia seus sentidos, e ela aproveitava a urina que caía para matar sua sede. Ela se sentia imunda, aos poucos começou a se sentir nojenta, tinha arrepios de terror, e achava que nunca mais sairia viva dali. Ela pensou em se afundar e morrer afogada, para acabar com aquele martírio, mas uma corrente em volta do seu pescoço não a deixaria afundar. Ela não enxergava, mas podia perceber os ratos roendo seu cabelo, e já tinham alguns dias que sua pele coçava, além dela estar tendo constantes ânsias e cólicas intestinais, provavelmente pela contaminação onde seu corpo estava mergulhado.

Quando ela foi retirada daquele mictório, foi levada ao pátio, onde ganhou um banho de mangueira, com uma água congelante, que pela pressão machucava e ardia, mas que tirava dela toda nojeira encrostada na sua pele e cabelos. Ela estava com um cheiro horrível, e sua pele tinha micoses feias, mas nada que um banho numa solução asséptica de iodo, cloro e sabão, não tirassem. Em seguida, ela foi coberta por uma fina camada de spray de creolina, e levada para junto de suas irmãs. Ela tinha tanta vergonha, estava tão quebrada mentalmente, que sequer conseguia olhar para frente, e seu corpo tremia de pavor.

Como ela não tinha sido penetrada durante todos esses dias, ela ganhou um enorme vibrador na cadeira, e foi forçada a sentar sobre ele, engolindo todo aquele objeto de plástico duro de uma só vez, proporcionando um gemido baixo, que mostrava a dor daquele momento.

Mas todo esforço de guerra tem um motivo, e aquela mudança também tinha:

Com a chegada dos soldados que voltavam da batalha para descansar para o próximo confronto, eles souberam que poderiam estuprar e abusar de Olga o quanto quiserem, e só uma regra não poderia ser descumprida. A regra de que toda vez que fossem gozar, precisariam gozar no balde que ficava no chão ao lado dela, e que caso descumprissem isso, seriam punidos junto com as prisioneiras. Então não demorou para uma fila de jovens garotos fardados, de pau duro e muito tesão, se formar atrás de onde Olga estava, e com o passar dos dias, ela praticamente era usada para satisfazer aqueles rapazes durante todo o tempo, chegando ao surpreendente número de duas mil e setecentas fodas durante três dias, dando novecentos paus enfiados dentro dela por dia, seja no cu, que nessa altura estava arrombado e não fechava mais, ou na buceta que estava toda esfolada e vermelha.

Muitas das vezes ela desmaiava de cansaço, mas logo acordava com a dor das estocadas fortes de paus jovens e duros como rocha, que tocavam bem no fundo de Olga, causando uma dor chata.

Olga chegou a gozar várias vezes, mas quanto mais o tempo passava, mais esfolava seu corpo, e seu prazer dava lugar a uma só sensação, a dor. Casada com um homem religioso e cuidadoso, ela nunca tinha feito sexo anal, e em apenas três dias naquela posição de crueldade, ela já tinha sido sodomizada mais que qualquer mulher na história de sua família, e mesmo as prostitutas da cidade onde ela morava, certamente teriam um currículo de penetração anal menor que ela depois daquele castigo.

E ao final dos longos e fortes paus entrando e saindo de seus buracos, Olga viu que dois grandes baldes estavam cheios de porra até a boca, e ela sabia que aquilo tinha um objetivo, mas ela não sabia qual ainda. O cheiro de porra, caldo vaginal e cu aberto, tomavam conta do lugar, e ela desejava muito ser tirada dali, e poder dormir um dia que seja.

Foi então que dois soldados retiraram todas as prisioneiras das cadeiras, e Olga do seu cavalete, e com elas ainda amordaçadas, levou-as para a pequena salinha, onde ela pôde dormir no chão por um longo tempo. Seus corpos praticamente desmaiaram jogados no chão frio e duro. E mesmo sem falar uma só palavra, aquela família se uniu em um abraço de piedade, jogadas a própria sorte naquela sala esquecida por Deus.


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