“PAPI” (II)

Um conto erótico de ClaudioNewgromont
Categoria: Heterossexual
Contém 1248 palavras
Data: 04/05/2020 18:36:51
Última revisão: 04/05/2020 19:46:52

Sou Sílvia e sou gostosa – não consigo ser modesta. Adoro sexo, de todas as maneiras. Sei do fascínio que exerço sobre os homens, que me cobiçam, mas sou seletiva. Não vou com qualquer um, não dou a qualquer um, que tenha mais rola do que cérebro. Encantei-me com o cacete delicioso de Artur, seu desempenho sexual, e terminei casando com ele. Tive uma filha, Lara.

Mas as coisas não deram certo. Ele não se fazia merecedor do respeito da família – sabia que eu topava qualquer loucura sexual, mas o fuleiro insistia em comer outras bucetas escondido. E tudo vagaba, sem categoria, que por qualquer coisa armava um senhor barraco. Passei um bom tempo tentando fazer dele um cara minimamente decente. Não consegui. Larinha também não tinha a menor afinidade com o pai. Num dia que eu estava com os ovários virados, mandei Artur tomar no cu e desaparecer de minha vida.

Vendo-me livre, leve e solta no mundo, passei cerca de dois anos curtindo cada momento, o tanto que podia uma mãe solteira de filha única. Raramente saía com o cara duas vezes, porque na primeira ele já se mostrava um puta incompetente, uma duplicata piorada de Artur.

Até o dia em que encontrei Cláudio. Caralho, que caralho! Porra, que cabeça! Sabia satisfazer sexualmente uma mulher e conseguia me satisfazer intelectualmente – conversava sobre assuntos que valiam a pena. Apaixonei-me de novo. Saí com ele mais vezes, até que sentimos a necessidade de experimentar uma vida juntos.

Claro, tinha a Lara, que estava com seus doze anos, podre de adolescência, insuportável ao cubo. Mas, ao invés de dar no pé, Cláudio topou o desafio. Além do meu priquito, comeu também o pão que o diabo amassou. Lara não sabia o que era piedade, e, mesmo sem ter a menor saudade do pai, não hesitava em fazer comparações e expelir frases cruéis contra Cláudio. Ele segurou a onda – no fundo eu sabia que o que ele não queria era perder a mulher foda que conquistara. Eu só me derretia e dava a ele com cada vez mais tesão.

Aos poucos, foi passando a fase crítica da minha filha e ela começou a aceitar o padrasto. Foram se aproximando, tornando-se amigos, depois bons amigos, melhores amigos e até confidentes. Eu sentia um pouquinho de ciúme – não vou mentir! –, mas percebia o quanto Lara curtia Cláudio, e o quanto ele fazia bem para ela. Na cama, depois de fodas fenomenais, ele sempre comentava comigo suas conversas com ela.

Lara também se abria comigo. Nunca fomos de guardar segredos uma da outra. Ela sabia tudo sobre mim, e eu acho que também sobre ela. Falávamos abertamente sobre sexo desde antes de sua menarca. Ela dizia que só transaria com um cara que a soubesse desvirginar, sem traumas, que não estava nem aí se gostava ou não dele, se tivesse ou não um relacionamento com ele, se fosse o amor de sua vida ou não. Queria que fosse um momento especial, e que não deixasse qualquer sequela – ela estava cansada de ouvir das amigas as tragédias de uma primeira vez desastrosa.

Com Cláudio também, ela falava de boas. Quando os crushes, os paqueras, os primeiros namorados pintaram, foi a ele que Lara perguntou como agir. Queria saber de tudo, de como se comporta um homem, o que sentem e do que são capazes de fazer pela mulher amada. Dizia que o fato de ele ter conquistado “a difícil da sua mãe” (ri toneladas, quando ele me contou isso), depois ter suportado e finalmente também conquistado a filha, mostrava que era um cara muito especial. Com o tempo, já o chamava carinhosamente de “Papi”.

Nunca percebi no meu marido qualquer intenção sexual em relação a Lara. Eu sabia que ela estava ficando gostosa pra caralho, puxando o corpo da mãe, e que Cláudio era homem saudável. Já ficara de pau duro em alguma situação mais intensa com ela – Lara adorava usar uns mini-micro-shorts dentro de casa, e quando estava feliz com alguma coisa, jogava-se em cima de mim ou de Cláudio e nos cobria de beijos e sorrisos. Mas sei que não rolou nada além disso, que Cláudio me contava tudo que se passava com ele.

Certo dia, estávamos de boa, conversando, e Lara disse que “resolvera” que estava na hora de perder a virgindade, pois já estava com dezoito anos. E reafirmou a ideia de que fosse, acima de tudo, prazeroso, que fosse com alguém que soubesse fazer a coisa com a delicadeza necessária para não deixar traumas, que ela tivesse que levar para um divã de psicólogo depois.

E aí ela me falou, da forma mais natural do mundo: “Mãe, eu queria que Papi me desvirginasse! Gosto paca dele, e ele parece ser bem cuidadoso e vigoroso – pelo menos é o que deduzo dos gritos e gemidos que escuto do meu quarto, quando vocês estão transando” (não pude evitar de ficar vermelha). E ela prosseguiu, super segura de si: “Não estou apaixonada por ele nem quero tomar ele de você. Só preciso do pau dele e de toda a competência dele para fazer uma mulher feliz na cama”.

– E você já falou com ele? – perguntei, mais para dizer alguma coisa naquele momento; eu sabia que não falara, senão ele teria comentado comigo.

– Não, mãe, eu queria falar primeiro com você. Mas vou falar com ele amanhã.

Abracei minha filha com todo o carinho do mundo. Somente quem experimenta a completa transparência de sentimentos poderá entender a intensidade desse abraço.

Naquela noite, eu estava elétrica, imaginando meu marido introduzindo minha filha no mundo maravilhoso do prazer. Meu corpo pedia sexo, pedia os carinhos e a rola de Cláudio. Parece que ele também estava inspirado, que nossa foda foi de todos os deuses e demônios juntos. Enquanto descansávamos, eu sobre o peito dele, falei da minha conversa com Lara, de sua decisão. Percebia sua fisionomia se transformando, seus olhos a quase saltar das órbitas, o coração batucando descompassado no peito, e a rola enrijecendo-se com força, e palpitando no ar.

Esqueci tudo, e caí de boca naquele cacete latejante. Suguei até deixar meu macho louco; depois caí de buceta sobre ele e cavalguei alucinadamente, aos gritos e urros de prazer (Freud diria que o barulho era inconscientemente intencional, para que Lara escutasse nitidamente do seu quarto, e tivesse certeza de que aquele macho pertencia a sua mãe). Transamos com a gana de que o mundo fosse acabar depois de nossa gozada, que foi extraordinária, indescritível, inenarrável...

Mais tranquilos, ainda um pouco ofegantes, mas com o oxigênio de volta ao cérebro, Cláudio me perguntou o que eu achava daquele desejo de Lara. Fui sincera: “Acho que você deve satisfazer. Ela confia em você, eu também. Melhor ela entrar na vida sexual de forma plena, sem bloqueios psicológicos, e pelas mãos (e pênis) de alguém que, eu sei, sabe fazer isso muito bem. Só não lhe diga nada de nossa conversa; deixe que ela lhe fale...”

Senti Cláudio umedecer os olhos, constatando o nível de confiança que rolava entre nós. Ele segurou meu rosto e me deu um beijo tão cálido, tão gostoso, que foi me acendendo o fogaréu no meio das pernas, e só não parti para mais uma trepada pela consciência que tenho de que três seguidas para um homem seria talvez um pouco demais da conta.

Mas, para disfarçar o tesão e a emoção, fiz cara traquina e expus minha única exigência:

– Eu quero estar presente a este momento singular, único, de minha filha!


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Hummmmm deixando gostinho de quero mais é? Adorei o modo despachado!!! Mas gostoso pacas.

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