Viciada nas cuecas do meu padrasto. (24)

Um conto erótico de Mortiça
Categoria: Heterossexual
Contém 1484 palavras
Data: 07/11/2009 17:55:20
Última revisão: 03/09/2010 23:20:23

Bom, a nossa personagem se chama Camila, tem exatamente 19 anos, seus atributos físicos é exuberante com pernas grossas, cabelos negros, olhos castanhos e um pares de seios pequenos, depois de 5 anos da morte de meu pai, mamãe resolveu casar de novo, conheceu um rapaz muito bom, depois de alguns anos de namoro resolveram se juntar, Marcos ama muito mamãe e ela também o ama muito, quando resolveram se juntar eu ainda era criança com meus 9 anos, cresci com grande amor dele, alias tudo aconteceu por acaso, certa vez estava fazendo as tarefas da casa, como te costume, eu tinha 17 anos pois mamãe sempre trabalhou fora, mamãe trabalha em uma creche e meu padrasto em um farmácia, por incrível que pareça eles tem a mesma idade 38 anos, Marcos não é muito atraente é meio gordinho bem distribuídos, tem 173m, pois é uma pessoa carismática e que todos gostam, adora contar piadas e nunca esta triste ou deixa alguém ao seu redor triste, por baixo do short ou de sua calça me parece que tem algo gigantesco, mas até então nunca tinha visto, hoje posso dizer que é lindo e fenomenal, nunca medi ou perguntei o tamanho mas é borrachuda, bom voltamos como tudo aconteceu, geralmente as sexta-feira antes de ir a escola antecipo algumas coisas nas tarefas de casa, para a grande limpeza no dia seguinte, principalmente a lavagem das roupas, antes separo por cor e peças para colocar na máquina de lavar, nesse dia ao pegar uma cueca do Marcos senti um cheiro forte, peguei e levei ao nariz, aquele cheiro tinha uma mistura de esperma seca com suor, de repente me peguei cheirando outra vez, fiquei ali por quase meia hora aprisionada aquele cheiro do homem que pertence a minha mãe e logo eu que tinha nojo de pegar nas cuecas dele, pior que senti algo que mexeu dentro de mim, então nesse dia passei a cheirar uma a uma, que sem sucesso as restantes estavam com cheiro bom, resolvi parar e joguei todas na máquina junto com outras roupas, mas aquilo não saia do meu pensamento, a noite quando dei de cara com ele meus pensamentos retrocederam nas cheiradas de suas cuecas, com vontade de tirar a roupa dele e cheirar mais uma vez aquela que ele estava usando, mas não me contive e fui conversar com ele e que sem querer toquei no assunto da sua cueca suja, ele me falou que limpara seu órgão senital após o ato sexual com sua mãe na noite anterior, fiquei abismada e com vergonha com sua resposta, fingi que não entendi direito mas queria ouvir mais coisas, meus pensamentos cresceram mais ainda e fui dormir com aquilo na cabeça.

Toda semana se repetia esse mesmo ato, vasculhava todas as cuecas para sentir outra vez aquele cheiro ou achar alguma gosminha masculina, outras vezes passava a cueca dele pelo meu corpo, outras vezes eu metia a língua na altura onde ficava se cacete e a cada ato eu excitava, nossa ficava doida com isso e estava tornando um habito uma obscecão ou uma obrigação, mas que é tudo escondido fica bem melhor, algum dia pode ser descoberto, certo dia estava eu na lavanderia a iniciar a lavagem de roupa, na hora que estava cheirando uma cueca preta de viscolycra que no qual lhe de presente no dia doa pais, sem eu notar ele me olhava da porta de braços e pernas cruzadas seu sorriso era de surpresa mas que estava gostando da cena que via, com o som de um pigarro, eu olhei em sua direção e levei um susto, logo dei uma desculpa mas que não colou, inventei que estava sentindo o cheiro do novo amaciante, mas minha voz saiu embargada e tremula, em sua resposta logo me disse:

- Essa cueca ainda esta suja usei-a ontem, olha se há algo branco nela.

fiquei com cara de pastel, mas repentinamente mudei de assunto e lhe disse que fiz café, ja partindo para a cozinha ofereci uma xícara, mas seu olhar me mostrava que estava matutando algo, na próxima semana ao lavar a roupa havia uma cueca deixada por ele com cheiro de forte suor e uma quantidade de esperma seca, não perdi tempo com ela dei varias cheirada e lambidas, a noite estava no quarto estudando e do nada Marcos chega e da porta me pergunta se eu gostei daquela cueca que havia deixado para ser lavada, não tive força pra responder que sim, apenas balancei a cabeça afirmando positivamente, rimos juntos da situação e assim ele se aproximou mais perto de mim, ainda rindo ele me fala assim.

- Essa que estou usando esta suada, você que cheirar.

E assim parou na minha frente, me pediu para abaixar o zíper e abrir as calças, me levantei e fiz o que pediu, abaixei sua calça até o joelho deixando de cueca, seu pau se encontrava duro e sem tocar no seu cacete comecei a cheirar fortemente por cima da cueca, ele tinha uma macha de urina pois tinha acabado de urinar e pude sentir ao vivo seu cheiro natural de macho, seu pau latejava de vez enquanto, pedindo para ser acariciado, minha bucetinha eliminava um liquido pegajoso, Marcos segurou com uma de suas mãos no cós da cueca, fazendo cena que iria tirar, assim o fez abaixando delicadamente e dava pra ver os pentelhos crespos aparecerem, na seqüência aparecia a cabeça do seu pau, uma cabeça grande e vermelha, com sua outra mão empurrava minha cabeça para que começasse a chupar, ele foi abaixando sua cueca até que conseguiu abaixar tudo e soltou um cacete enorme, confesso que levei um susto, arregacei a cabeça pra fora e comecei passar a língua na cabeçona e sentia o gosto do seu pau um pouco suado e sujinho mais não muito, minha língua ja percorria por ele todo até o saco.

- Marcos isso é errado, pois você é meu padrasto e eu gosto de você.

- Eu sei, tanto quanto você ficar cheirando minhas cuecas na hora da lavada, afinal ninguém precisa ficar sabendo.

- Mas ainda sou virgem e esse pau assusta.

- Mas se você não quiser, nunca mais deixarei cueca suja pra você.

- Marcos, não precisa fazer isso.

Então agarrei seu pau com as duas mãos e enfiei na boca, passei a chupar com força, pois estava muito gostoso, sem esquecer-se do seu saco durinho e prazerosos de chupár, o cheiro de sexo ja tomava conta do quarto, depois ele me levantou e começou a tirar minha roupa e me fala assim.

- Deixa o tio Marcos vê essa bucetinha virgem.

Já sem roupa ele começa a esfregar com seus dedos a minha buceta nova e carequinha, ele olhava como se fosse um troféu ganho em um jogo, passou a me chupar enfiando seu linguão dentro de mim, minha buceta expelia liquido em boa quantidade e ele sugava por completo, deitado nos abraçamos e trocamos um beijo carinhoso, logo senti seu pau querendo invadir minha menina, suas mãos apertavam meus peitinhos e chupava como bebê faminto, sua boca invadia pelo meu corpo, aquilo estava me causando tesão, minhas pernas se encontravam abertas, outra vez senti sua língua lambuzando minha buceta e deixou super molhada, logo deitou sobre mim e começou a empurrar seu cacete GG em mim, deu várias tentativas que por final consegui senti a cabeça invadir minhas entranhas, a dor tomou conta do meu corpo mas fui acariciada pelo seus carinhos, meus olhos lagrimejavam, mesmo assim ele não parou de me meter, começava a fazer movimentos brusco e o som que sai de sua boca era puro tesão, a cada estocada ele me apertava para que não sentisse dor, por final metia fortemente e o prazer tomava o lugar da dor, foi um sensação alucinante, seu pau invadia por inteiro que até pude senti seu saco batendo no meu cuzinho que piscava com tudo aquilo, minha buceta se encontrava completamente molhada pelo meu gozo, ele tonto começa a tremer e senti retirar seu pau de dentro de mim e encostando em meus peitinhos, seu gozo foi tão forte que chegou até minha boca, seus gritos eram de um touro indomável, ainda bem que mamãe não estava em casa voltaria no dia seguinte, ele apertava seu pau para saísse toda sua porra, do nada eu tomei em minhas mãos e levei a boca deixando completamente limpo, nos abraçamos legal ele me beijava e ao mesmo tempo me alisava meus cabelos, ainda alisou com seus dedos na minha buceta e constatou que havia pouco sangue, mas me explicou que era normal, ficamos ali por meia hora, ele me disse logo após o banho.

- Sempre vou deixar uma cueca sujinha pra você.

Em resposta, lhe falei

- Se tiver no seu corpo faço questão de cheirar.

Isso durou, quase dois anos até que resolvi não mais praticar esse ato com ele e sim com meu namorado MAX.


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