Escrava por um dia

Um conto erótico de Eduardo
Categoria: Heterossexual
Contém 1341 palavras
Data: 17/10/2023 11:02:39
Última revisão: 29/02/2024 01:50:54

Depois do natal a gente fica mais alguns dias com a república só para a gente e aproveitamos para transar o máximo pela casa. A gente fode na sala, na cozinha, no quintal e até na varanda na frente da casa. A gente até fica sem novas ideias, por isso eu digo para Sophia que ela ia ser a minha escrava sexual por um dia.

— E o que você vai fazer com a sua escravinha? -- Diz Sophia com a voz mais de puta que ela conseguia.

— Você vai ver, coloca os braços para trás.

Sophia obedece e eu pego um lenço dela mesma e lhe amarro os punhos. Depois eu faço a minha namorada ficar de joelhos no chão e enfio o pau na boca dela. Ela não me faz um boquete, eu fodo a boca dela sem dó enquanto lhe seguro pela cabeça, mas quando eu tiro o meu pau, ela se estica e lambe a ponta do meu pau como uma putinha gulosa. Morrendo de tesão, eu a coloco de bruços na cama e a fodo ainda amarrada. Pelos gemidos eu vejo que Sophia está adorando.

Gozo, tiro o pau, e vejo a minha porra escorrer da boceta da minha namorada. Eu então pego uma máscara de dormir e coloco nos olhos dela e a deixo assim, presa, sem poder ver e esporrada. Eu então a deixo assim e vou até a cozinha beber uma cerveja gelada. Depois eu volto até o quarto, a desamarro, viro ela e prendo os seus punhos na cabeceira da cama. Eu então a beijo, lhe acaricio a boceta e falo:

— Hoje você vai ser usada o dia inteiro da maneira que eu quiser e quando eu quiser -- E em seguida eu lhe aperto os dois mamilos com os dedos.

Por 2 horas eu fico provocando Sophia, enfio os dedos na boceta dela, a beijo e apalpo, até que ela fala.

— Eu não aguento mais!! Me come de vez.

Eu então dou um tapinha no rosto dela e digo:

— Quieta, escravas não tem direito à pedir nada.

— Desculpa senhor, mas eu preciso da sua pica.

— O que você precisa não me importa, eu vou te usar do jeito que eu quiser.

Volto para a cozinha e descasco um pepino, eu então volto para o quarto e enfio ele na boceta molhada de Sophia.

— Ai, ai, está gelado -- Ela reclama, mas eu não para e continuo fodendo-a com o vegetal e logo ela, que já estava morrendo de tesão, começa a gemer. Com a outra mão eu a acaricio no grelo ao mesmo tempo em que a fodo com o pepino até que Sophia goza. Eu então a beijo e digo:

— Putinha safada.

— Sou mesmo.

Depois do sexo nós tomamos banho, ele estava especialmente fedendo à sexo. Eu finalmente me visto, mas mando ela ficar pelada e preparar comida para nós dois. Eu fico sentado em uma cadeira assistindo ela preparar a comida nua

Sophia coloca um avental e eu fico admirando a bundinha empinada e firme da minha namorada enquanto ela cozinha. Depois ela me serve como uma criada e fica do meu lado. Eu tiro o avental dela e fico brincando com a boceta enquanto eu como, mas antes de terminar o prato eu a puxo para o meu colo e faço ela sentar na minha coxa.

-- Está com tesão, putinha?

-- Sim senhor, muito. Estar pelada com você vestido me dá ainda mais tesão.

-- Então coloca os braços atrás da nuca e se esfrega na minha perna como uma cadelinha no cio.

Ela obedece e começa a se esfregar na minha perna por cima do meu jeans. Mesmo com o tecido áspero, eu vejo que ela está louca de tesão. Eu aproveito para pegar nas tetas dela que estavam balançando enquanto ela rebolava e se humilhava na minha perna.

-- Quem é a minha cadelinha?

-- Eu!

Eu dou um tapa nas tetas de Sophia: -- Shiii, cadelas não falam. Responde direito

-- Woof, woof.

Acaricio o rosto dela e digo: -- Boa garota.

Sophia então enfia o meu dedo na boca e o chupa como se fosse a minha pica até que finalmente ela goza se esfregando em mim.

-- Olha a sujeira que a cadela fez!!! -- Eu digo bravo.

-- Caim, caim -- Ela responde ainda no personagem.

-- Hora da cadela comer a comida.

Eu pego o prato com os restos da minha comida e coloco no chão e mando Sophia comer os restos de quatro no chão enquanto eu acaricio a boceta melada dela. Ela fica com tanto tesão que até para de comer, eu então enfio dois dedos na boceta dela e a fodo com eles.

-- A cadelinha tem que comer toda a comida! Eu só vou parar quando ela limpar o prato com a língua.

Sophia continua, mas se controlando para não gozar até estar com o preto limpo, eu então tiro os dados da boceta e enfio um no cu e ela goza de novo.

Eu vou para o quarto e pego um vestido que a gente tinha comprado, mas que ela não havia usado por ele ser muito pequeno. Era um tubinho tomara-que-caia com um zíper na frente que ia cima até em baixo. Tão justo que ele tinha fendas dos dois lado e para cobrir os peitos ela tinha que puxa-lo para cima, o que deixava deixaria a calcinha sempre exposta se ela fosse usa-lo com alguma coisa por baixo.

Nós saímos e à cada passo a minha namorada mostra um pouco da bocetinha. Ainda bem que já estava de noite. A gente entra no carro e eu à levo até uma sex-shop. Na loja havia um grupo de garotas e a vendedora também era mulher, eu era o único home, mas mesmo assim, vejo que Sophia estava surpreendentemente envergonhada.

Eu pego uma coleira, um par de algemas e um plug anal com rabinho. Depois de pagar eu já coloco a coleira e as algemas nela ali mesmo na loja antes da gente sair para a rua, eu pego a guia presa na coleira e a vou puxando-a pela rua como uma cadelinha.

A rua não era muito iluminada, mas havia pessoas circulando pela rua e todos olham para a minha namorada, que estava super exposta.

-- Isso é muito humilhante.

-- Você quer parar?

-- Não, estou morrendo de tesão.

A gente então entra em uma rua mais vazia e eu aproveito para colocar o rabinho no cu da minha namorada. Andamos mais um pouco, umas duas pessoas passam por nós e eu vejo que elas se viram para olhar para trás, para ver o rabinho saindo por baixo do vestido, e era bem óbvio onde ele estava preso.

Chegamos em uma pracinha, eu então prendo os braços dela para trás de um poste de luz. Ela está literalmente no spot light, em um lugar vazio, mas visível. Eu então abro o zíper do vestido inteiro, deixando-a finalmente exposta. Para um pouco para admirar a beleza dela toda indefesa, sem poder nem cobrir os peitos e a boceta com a mão. Meu tesão está no máximo e eu a fodo assim, em pé e presa. Sophia não consegue conter os gemidos, nem mesmo quando passa um carro por nós.

Eu gozo nela e volto a admirar a minha obra, agora ainda mais sexy com a porra escorrendo da boceta raspada.

-- Você devia me deixar aqui, exposta, servida para ser usada por qualquer desconhecido.

-- Eu nunca faria isso, você é minha -- Eu digo e a beijo.

Solto a algema de Sophia e fecho o zíper do vestido, mas não até o fim, só até abaixo dos peitos, que ficam metade de fora. Eu também volto a prender as algemas para trás, por isso ela tem que andar todo o caminho de volta até o carro com os peitos para fora, sem poder se cobrir, boceta escorrendo de porra e o rabinho ainda no cu. Eu só a solto quando a gente chega no carro.

Ao entrar eu olho para ela e digo:

-- Meu deus, como eu te amo!


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Comentários

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Q conto gostoso de ler. Parabéns vc escreve mto bem

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Belo conto, a minha namorada é minha submissa e escrava, vamos conversar e trocar experiencias desta luxuria:

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