Melhor amigo do casal 2

Um conto erótico de RickG
Categoria: Heterossexual
Contém 5406 palavras
Data: 26/02/2025 16:05:50

O que aconteceu com a minha namorada no ultimo ano do ensino medio mexeu demais comigo, pois qualquer discussão que eu tinha com ela sobre ciumes logo me vinha as lembraças daquele maldito dia.

Carol realmente me amava muito e aceitava minhas restrições sobre o seu guarda-roupa, mas ela só passou a aceitar depois do ocorrido com o Leo, talvez por se sentir culpada. O que de certo modo aumentou meu controle sobre ela, mas não impedia as brigas sobre uma roupa nova ou um amigo mais simpatico que encostasse nela.

Já tinha passado um tempo que nos formamos no ensino medio, Carol havia acabado de entrar na faculdade e trabalhava durante o dia. Eu estava apenas trabalhando, tinha acabado de começar esse novo serviço em uma pequena autopeças como auxiliar administrativo. Dei um tempo nos estudos.

Nessa epoca eu comecei a assistir muito porno, batia muita punheta com o celular na mão. Ficava mais excitado com os videos amadores, principalmente os que a mulher dava para um ou dois homens na frente do marido, eu ficava louco com esses video, as mulheres eram muito safadas.

Eu fazia parte de um grupo em um app de celular que trocava fotos e videos amadores.

Em um desses videos amadores que eu recebi, era uma novinha muito parecida com a Carol, vestindo um biquini pink e ajoelhada no meio das pernas de um homem que estava sentado em um sofa, a novinha era linda, assim como Carol, cabelos pretos, com os peitinhos de fora, mamilos rosados como o da minha namorada, marquinha de biquini, mamando em uma pica que era realmente muito grande e grossa. Em um momento do video o sujeito segura na base da pica e bate no rostinho da novinha, a pica era tão pesada que a novinha ate reclamava de dor com as pauladas na cara, mas o sujeito continuava batendo e esfregando a rola imensa na cara dela, que sorria bem sapeca para uma terceira pessoa que filmava aquilo, que perguntava se ela estava gostando e a novinha respondia que sim, que estava amando. Na minha cabeça a terceira pessoa era o namorado e aquilo me deu um tesão incontrolavel.

Me masturbei muito assistindo aquele video e gozava muito, mas passei a gozar ainda mais quando comecei a imaginar Carol ali mamando aquele sujeito.

Era um coisa louca para mim, justo eu que tinha tanto ciume dela.

Tambem não demorou muito a me pegar imaginando o Leo no lugar do sujeito do video, batendo a rola dele no rosto da minha namoradinha safada.

Ate sonhei com isso, o Leo batendo com a pica na cara dela e ela me dizendo que estava amando aquilo. Eu acordava todo gozado.

Comecei a imaginar a Carolzinha no lugar daquelas mulheres safadas dos videos, sendo penetrada por picas imensas. Minha doce namoradinha era a atriz porno dos meus sonhos.

Porem isso era só fantasia, que eu mantinha bem escondida, esse desejo não seria revelado a ninguem, muito menos a Carol.

Mesmo cheio de tesão nessa fantasia, a vida real era diferente, meu ciume era bem real e minha namorada só conhecia o meu lado controlador, e as vezes discutiamos.

O interessante é que essas brigas, que sempre eram acaloradas, terminavam sempre na cama, comigo fudendo a minha namoradinha bem forte e com ela gozando bem gostoso na penetração, coisa que não ocorria normalmente.

Nessas transas pós-brigas, era comum eu me pegar pensando na minha namorada dando para o amigo simpatico ou imaginando ela com a roupa curtinha se mostrando em algum lugar publico, com muitos homens a desejando, o que fazia eu ficar com o pau mais rigido e foder ela com raiva, e eu ficava com mais tesão quando via que ela estava gostando daquilo, mostrando que gostava quando eu a pegava com mais brutalidade.

Mas no dia a dia, não tinha Carol e eu chegava em casa do serviço, me trancava no quarto e alternava o videogame e porno, passando a noite toda assim.

Nos finais de semana não via a hora de foder Carol, mas ao ouvir os gemidos dela eu sempre imaginava ela levando pau de outro e eu gozava super rapido, deixando ela bem insatisfeita sexualmente. Porem, não era por falta de sexo, porque eu tinha ereções facilmente, principalmente quando eu olhava para o rostinho lindo dela e lembrava que outro pau já tinha tocado ali, era só lembrar que meu pau ficava duro e transavamos novamente.

Como no final de semana sempre tinha gente em casa, só conseguiamos transar no motel e o que eu mais gostava era ligar a televisão nos canais de sexo enquanto transavamos. Não sei se Carol percebia, mas quando o filme porno tinha uma mulher dando para dois ou mais homens meu pau ate pulsava, mesmo que eu tivesse gozado recentemente era questão de segundos ate voltar a rigidez. Passavamos a noite no motel e transavamos varias vezes.

Exceto pelas brigas de ciumes, nossa relação era invejada por muitos, pois sempre tivemos muita conversa e confidencia, o que não costumavamos falar era sobre fantasias sexuais, nesse ponto Carol não se abria muito e o nosso sexo era somente o basico mesmo, as vezes ela me fazia um boquete, mas não deixava eu gozar na boca dela, a primeira vez que isso aconteceu ela quase vomitou. As posições que ela mais gostava era papai e mamãe e de quatro, alem de quando tentavamos com ela por cima, cavalgando, mas meu pau sempre escapava da bucetinha apertada quando começava a se empolgar e ela acabava desisitindo.

Confesso que ver ela pulando no meu pau com os peitinhos balançando era demais, ela quicava ate as bolas, rebolava e esfregava a buceta, ficava doidinha, jogava o cabelo para tras, para o lado, para frente. Era realmente frustante não proporcionar esse prazer a ela.

Eu era tarado naquela baixinha, o corpo dela era demais.

Embora eu tivesse esses pensamentos dela com outros, a realidade era bem diferente e os meus desejos secretos permaneciam bem guardados. No dia a dia com Carol eu era o namorado ciumento, possessivo e as vezes ate agressivo com os homens que chegavam perto dela.

Um dia, iriamos sair com uns amigos dela da faculdade e depois iriamos direto para o motel, para transar, peguei o carro da minha mãe emprestado e passamos na casa da Carol para ela se arrumar, eu esperava na sala quando ela veio me chamar para dar uns palpites no look dela.

Entrei no quarto e dei de cara com ela vestindo uma saia bem curtinha rodada com uma meia-calça escura e botas de cano longo. Na parte de cima uma blusinha branca justinha, sem decote, mas que por ser bem justa marcava a renda do sutiã que ela usava por baixo. Um colar dourado complementava o visual.

Meu coração quase pulou da boca vendo ela tão gostosa e sexy.

Carol: Posso ir assim amor? Ai, eu amei tanto essa combinação!

Depois da ultima briga que tivemos ela sempre pedia minha opinição para ajudar na escolha da roupa, para evitar novas brigas e situações constrangedoras, mas nunca tinha escolhido nada tão sexy quanto desta vez.

Fiquei uns segundos ainda admirando ela e tentando decidir o que fazer, sabendo que depois iriamos para o motel e eu teria aquela deusa somente para mim.

Eu: Nossa Amor! Você esta muito linda! A saia é um pouco curta mesmo...

Fiz uma pausa para pensar se teria coragem de seguir em frente e concluir a frase.

Eu: Mas como você esta de meia-calça por baixo acho que disfarça bem, não fica tão chocante, não fica vulgar!

Ela abriu um sorriso de felicidade tão grande que não cabia em seu delicado rosto.

Carol: Tambem achei Amor! Que bom que você gostou, por que escolhi com muito carinho para apimentar o nosso final de noite! (rs)

Disse ela um pouco envergonhada.

Eu: Tem algo que não estou vendo?

Carol: Tem sim, escolhi uma lingerie linda para você! Você vai amar!

Ela terminou de se maquiar e arrumar o cabelo comigo sentado na cama dela, só observando aquela gata tesuda desfilar de um lado para o outro do quarto.

Fomos para o bar escolhido pelos amigos e nos sentamos em uma mesa grande, com todos conversando e tomando uns drinks.

Carol me olhava e sorria bastante, um pouco pelo efeito do alcool, um pouco pela ansiedade do que viria a acontecer.

Eu admirava ela sentada na minha frente com as pernas cruzadas, aquelas coxas grossas roliças na transparencia da meia calça, a bolsa sobre o colo protegia a curta saia de mostrar mais do que devia e ela costantemente checava se a bolsa estava no lugar correto.

Sempre que eu podia eu aproveitava para beija-la e repousava minhas mãos sobre as suas coxas, apalpando discretamente.

Não via a hora daquilo terminar e irmos para onde realmente interessava.

Demos uma desculpa e saimos antes do resto do pessoal, Carol ria bastante pela bebida, ela era bem fraca.

Dirigi rapido ate o motel.

Conseguimos uma suite simples, pois o motel já estava cheio, essa suite não tinha garagem para o carro e tivemos que parar em uma vaga um pouco distante da suite, de onde seguimos a pé.

Fiquei bem irritado em não ter privacidade, mas a vontade de foder Carolzinha era maior.

Como era de madrugada já, imaginei que não teria muito fluxo pelo corredor do motel.

Engano meu, passamos por varios casais no caminho, alguns a pé tambem pelo mesmo motivo do nosso e outros passavam de carro ao nosso lado pelo caminho entre as suites.

E eu lá desfilando com a minha namoradinha em sua sainha curtinha, toda alegre, rebolando bastante por usar salto alto da bota e por andarmos rapido ate a suite.

Porem não foram somente os homens que eu percebi olhando para minha garota, um dos casais que passaram por nós a mulher secou minha namorada dos pés a cabeça e ate piscou para ela na minha frente, sorrindo.

Carol tambem percebeu e ficou rindo depois.

Era confuso para mim, ter ciumes dela em se exibir daquele jeito, ver ela sendo desejada, meu coração pulsava rapido, um calor subia pelo meu rosto, ficava com raiva, mas ao mesmo tempo cheio de tesão.

Entramos correndo na suite e eu agarrei Carol por trás, beijando seu pescoço e passando a mão no seu corpo todo. Ela sentiu minha pica dura e apalpou com a mãozinha delicada.

Carol: Nem entramos na suite e você já esta assim?

Disse ela apertando meu pau com um sorriso de satisfação no rosto.

Se ela soubesse que eu tinha ficado assim só de ver ela se exibindo.

Levantei a saia e passei a mão sobre a calcinha, estava ensopada.

Ela gemeu sentindo minha mão sobre a bucetinha e sussurrou no meu ouvido.

Carol: Quase tive que tirar a calcinha no banheiro do bar de tão molhada que eu estava Amor!

Eu: E porque ficou tão molhada?

Carol: Por que o meu namorado safado não parava de passar a mão em mim!

Eu: Foi só por isso mesmo?

Carol: Aham...

Disse ela sorrindo.

Tenho certeza que foi isso mesmo, alem de ter todos os machos daquele lugar olhando para ela.

Ela gostava de se exibir.

Eu: Então tira essa sainha e mostra a surpresa para mim!

Carol se virou de frente para mim e foi se afastando, dançando lentamente e deslizando a mão pelo corpo, colocou as mãos para trás e abriu o fecho da saia, foi deslizando a saia ate o chão, mostrando a nova calcinha preta de rendinha pela transparencia da meia calça, depois foi tirando a blusinha, mostrando o novo sutiã preto de rendinha.

Enquanto se despia ela sorria para mim, estava adorando aquilo.

Depois ela se virou de costas e para a minha surpresa, dava para ver a calcinha toda enfiadinha do rabo dela, a safada tinha comprado uma calcinha pequenininha muito diferente das outras calcinhas que ela costumava usar.

Ela empinou a bundinha para trás e afastou um pouco as pernas, foi lentamente abaixando ate tocar com as mãos no chão, mas sem dobrar os joelhos.

Não aguentei mais aquilo e agarrei ela por trás, engatando naquele quadril.

Rasguei a meia calça na parte de trás bem na altura da bucetinha dela, saquei meu pau para fora da calça, afastei a calcinha de lado e soquei de uma vez naquela buceta.

Carol reclamou, mas estava tão molhada que entrou facil.

Dei as primeiras bombadas naquela posição mesmo, depois levantei o corpo dela e a coloquei de quatro sobre a cama, terminando de foder ela ali.

Carol ainda não tinha gozado, mas eu tinha acabado de despejar toda a minha porra dentro dela, acabei fazendo ela gozar socando dois dedos dentro de sua bocetinha.

Conforme eu socava os dedos, um pouco da porra saia junto com meus dedos, Carol gemia e apertava os proprios seios.

Comecei a imaginar que era outra pica ali socando nela, um outro homem que estava fodendo a minha Carolzinha logo depois de mim, que estava usando a minha porra como lubrificante para sua pica grossa.

Tentei colocar três dedos na bucetinha de Carol, fui forçando ate que os três estivessem dentro dela.

Carol gemia mais alto e mordia o labio.

Fui mexendo devagar, depois socava os três dedos com rapidez, fazendo Carol ter um orgasmo como nunca havia tido antes.

Depois que ela recuperou o folego, reclamou que eu havia arrombado a bucetinha dela.

Quando ela olhou para mim, me viu com a pica dura novamente.

Carol: Ja esta pronto para outra Amor?

Disse ela com um sorriso malicioso.

Carol: Vem me comer todinha, vem!

Disse ela abrindo as pernas e fazendo sinal com o dedo para me chamar.

Fui sobre ela em um papai mamãe, ela gemia no meu ouvido e eu só imaginando que estava comendo minha namorada depois do pirocudo que a arrombou, acabei gozando depois de poucos minutos.

Pegamos no sono.

No dia seguinte, ficamos conversando na cama antes de levantarmos, sobre como era constrangedor entrar no motel a pé, passar por outros casais, pois segundo ela, todos sabiamos o que fariamos na suite.

Eu: E o que eles acham que vamos fazer?

Carol: Transar ué! É tão esquisito isso né? (rs)

Disse ela toda envergonhada.

Eu: É normal Amor, mas realmente eu prefiro quando entramos direto com o carro na garagem da suite! (rs)

Saimos do motel e fomos para a minha casa, no caminho da suite ate o estacionamento onde o carro estava parado não cruzamos com nenhum casal, para o alivio da minha namorada, que alem de estar claro pela luz do dia não pode vestir a meia calça novamente, porque eu tinha rasgado ela na noite anterior, então Carol estava apenas com aquela sainha curta, pernas nuas e botas de salto alto, como ela mesmo se referiu a falta da peça mudava completamente o look dela, que agora parecia uma puta que eu havia pego na rua.

Nos dias seguintes não parava de pensar na minha namoradinha caminhando com roupa de puta pelo motel.

Durante a semana nos falamos por telefone e Carol confidenciou que ficou surpresa por eu ter deixado ela voltar caminhando daquele jeito no motel. Mas eu expliquei a ela não tinhamos escolha, pois ela não tinha mais a meia-calça, mas a verdade é que eu gostei daquilo, ela estava realmente muito sexy.

No sabado estavamos na casa dela e resolvemos que iriamos dormir no motel novamente, ela ficou super feliz e tratou de escolher uma roupa tão sexy quanto da ultima vez.

Carol: Amoooooor, vem aqui no quarto rapidinho, deixa eu te mostrar a roupa!

Levantei do sofa da sala e fui ate o quarto dela.

Ela estava com uma calça jeans, bem justa, que empinha ainda mais o seu bumbum. Uma regatinha verde com um belo decote que era um pouco mais curta e deixava um pouco a barriguinha de fora. E uma sandalia de salto alto dourada.

Carol: Gostou?

Eu: Amor, ta muito gostosa! Mas acho que seu decote esta um pouco demais!

Carol: Jura Amor? Não percebi! Posso colocar um topzinho branco por baixo e eu tiro no motel!

Eu: Coloca para eu ver!

Minha namorada tirou a regatinha e colocou o top sobre o sutiã, mas ela achou incomodo e acabou tirando o sutiã, ficando apenas com o top branco, que era uma faixa que cobria apenas os seios, mas de um tecido bem leve.

Ela colocou a regatinha sobre o top e ficou bem discreto.

Carol: Ficou melhor assim?

Eu: Assim esta melhor!

Entramos no carro da minha mãe e fomos para o motel.

Carol estava mais excitada dessa vez e ela ficava segurando no meu pau durante o caminho.

Quando cheguei no motel, ainda era cedo perto do horario que sempre iamos, estava relativamente vazio, mas Carol ate arregalou o olho quando eu pedi a recepcionista a suite simples, a mesma cujo estacionamento fica longe da suite.

Parei o carro na vaga e antes que Carol pudesse abrir a porta para sair eu segurei ela pela nuca e dei um beijo na boca, depois cochichei no ouvido dela pedindo para tirar o top e entregar para mim.

Ela sorriu para mim ainda mais surpresa, tirou o top por baixo, sem tirar a regatinha e entregou na minha mão.

Saimos do carro e seguimos pelo motel, primeiramente passando na frente de todas as suites que tinham garagem interna, depois pelo corredor interno ate chegar na nossa suite.

Fomos de mãos dadas.

Eu podia ver os peitinhos dela balançando por estarem soltos, a cada passo eles dançavam gentilmente tocando no leve tecido de malha de algodão da regatinha. Os mamilos durinhos revelavam o quanto ela já estava excitada com aquilo, mas não nos preocupavamos, pois quem nos visse saberia que estavamos lá para isso mesmo, para foder.

Quando chegamos na suite Carol pulou no meu colo, me beijando loucamente.

Carol: Me fode Amor! Vem me comer bem gostoso hoje!

Eu puxei a regatinha e os seios pularam para fora, abocanhei um, depois o outro e depois fiquei admirando aqueles seios lindos.

Coloquei ela no chão e tentei tirar sua calça, mas as sandalias impedia a calça de sair, ela me ajudou tirando as sandalias primeiro, depois deixei ela apenas de calcinha e não pude notar que ela havia escolhido outro modelo de rendinha, bem pequenininho, rosa pink e bem transparente. Dava ate para ver a rachinha da ppk.

Ela se deitou na cama, abriu as pernas e puxou a calcinha de lado, a bucetinha rosinha se abriu para mim e ela ordenou.

Carol: Antes, quero sentir sua boca!

Abocanhei aquela bucetinha linda, estava bem molhada, me fartei naquele suco e a chupei com desejo, fazendo ela gozar muito.

Quando introduzi meu pau nela, senti o calor daquela buceta, foram poucas bombadas ate gozar.

Tomamos um banho e ficamos abraçados vendo TV, pelados.

Enquanto eu mudava de canal, logo apareceu os canais porno e mesmo a protestos de Carol que queria assistir outra coisa, acabei deixando nesse canal mesmo.

O filme que estava passando era de um homem com duas mulheres, sexo explicito mesmo.

Carol ficou reparando no corpo de uma das atrizes porno, dizendo que ela tinha estrias, apesar de parecer pouca idade. Criticando a atriz por não cuidar do corpo, que afinal de contas esse era o trabalho dela e ela deveria cuidar melhor.

O filme acabou e começou outro, agora era uma mulher com dois homens.

Logo veio em minha mente Carol no lugar daquela atriz, de joelhos, mamando os dois cacetes gigantes.

Meu pau começou a ficar duro e Carol percebeu.

Carol: Já esta animado vendo putaria né Amor? Seu safado!

Pelo menos não havia reparado especificamente no tipo de putaria.

Mas não demorou ate ela reparar em algo.

Carol: Nossa Amor! Onde será que eles arranjam esses homens com pinto desse tamanho? Deve ser modificado geneticamente né? Não é possivel um cara normal ter um pau desse!

Mesmo sem terminar a ultima frase ela percebeu o que falou e ficou sem jeito, afinal de contas a briga que tive com meu melhor amigo foi por causa do pauzão dele que bateu no rosto da Carol.

Mas Carol era assim mesmo, muitas vezes falava algo sem pensar antes, não por maldade, mas simplismente porque estava sempre falando e as vezes não refletia antes sobre o assunto.

Para não deixar o clima estranho, eu respondi.

Eu: Não deve ser facil de achar não, mas estranho mesmo deve ser quando essa atriz for transar com o marido em casa depois! (rs)

Carol: É.... (Rs)

Disse minha namorada toda encabulada.

De qualquer maneira, não entrei no assunto do Leo, nem de fantasias de pau grande, nem nada do tipo, para ver o que ela iria falar a seguir.

Mas ela mudou de assunto e falou que coisas banais, ela batia uma punheta lentamente para mim enquanto assistiamos ao filme porno.

Na cena que a mulher era penetrada duplamente por duas picas monstruosas meu pau dava trancos na mão dela.

Carol sorriu para mim e sem eu pedir, ela abocanhou meu pau.

Senti a boquinha da minha namorada tocando no meu pau, era melhor ainda ver aquela deusa peladinha engolindo meu pau ate as bolas.

Tentei avisar que iria gozar, mas ela continou e acabei gozando na boquinha dela.

Ela deu uma engasgada com os jatos na garganta e abriu a boca, os outros jatos atingiram o queixo e escorreram no meu pau e na mãozinha dela.

Carol: Nossa Amor! Foi lá no fundo da minha garganta! (rs)

Disse ela rindo e tossindo.

Eu: Eu tentei avisar!

Carol: Eu sei amor, eu queria experimentar!

Eu: Gostou?

Carol: Não é ruim! Mas tambem não é bom!

Eu: Então por que você quis experimentar novamente?

Carol: Ah, não sei Amor, você gosta tanto de gozar na minha boca!

Eu: Da muito tesão em ver você bebendo leitinho!

Carol: Ai Amor! Leitinho? Que termo! Você esta parecendo um pedreiro falando assim!

Eu: Desculpa Amor! Mas é tipo um leitinho né? A porra parece leite!

Carol: No minimo você viu algum filme porno que a atriz fala assim né?

Eu: Nem lembro onde vi isso! (rs)

A verdade é que lembro sim, quase todos os videos amadores as mulheres pedem leitinho para os comedores.

Carol: Você precisa parar de ver essas coisas!

Eu: Eu não vejo!

Carol: Me engana que eu gosto vai! A Jaque falou que o namorado dela é viciado nesses pornos e ainda fica testando toda posição com ela! Vocês homens são todos iguais!

Eu: Quer testar alguma posição nova Amor? (rs)

Irritada, ela atirou o controle remoto em mim e foi no banheiro tomar banho.

Dormimos e fomos embora pela manhã, mas desta vez ao irmos embora Carol não se importou em pedir o top que estava no bolso da minha calça e foi só de regatinha ao estacionamento.

Enquanto caminhavamos, Carol foi na minha frente e notei que a calcinha era tão pequena e a calça tão justa que deixava marcado, quem olhasse mais atentamente iria ver que minha namorada estava usando uma calcinha bem pequenininha toda enfiadinha no rabo.

Passamos por um trisal no caminho ate o carro, era uma mulher bem cavala acompanhada por dois homens, nenhum deles estava de mão dada com ela, mas um deles parecia ser o marido ou namorado, por que tambem tinha o corpo parecido, todo musculoso, já o outro homem que acompanhava eles era um negão alto e magro. Ao passar por nós, o negão olhou fixamente para os peitinhos de Carol, o que me deixou louco de ciumes, pois com a luz do dia dava para ver nitidamente que estava sem sutiã e o calor deixava os mamilos estufados, marcando todo o tecido. O negão foi tão descarado que depois que passamos ela ainda virou para trás e ficou encarando a bundinha de Carol, que rebolava bastante por causa do salto alto.

Carol notou que eu estava começando a ficar nervoso com a atitude do negão, nem comentou sobre o trisal, apenas seguimos em frente ate o carro, entramos e fomos embora.

Algumas semanas se passaram, não voltamos mais na suite sem garagem, mas sempre que iamos ao motel eu pedia para Carol vestir algo diferente, mais ousado e transavamos muito.

Minha namorada estava tão ousada nas roupas, que tinhamos inclusive que levar as roupas para ela vestir somente no motel, pois o pai dela começou a reclamar das roupas dela.

Certo dia estavamos no motel, depois do sexo eu peguei no sono. Acabou a bateria do celular da Carol e ela pegou o meu para usar.

Ela não costumava fazer isso, raramente ela pegava no meu celular, por que dizia que isso não era correto, que ambos precisavam confiar um no outro.

Mas desta vez ela não teve intuito de procurar nada, mas quando ela abriu o navegador e viu o historico de sites, começou a clicar e abrir todos, eram os videos amadores que eu gostava de ver e eram somente os de casais que o homem assistia a esposa dando para outro homem.

Ela ficou lá assistindo um por um, vendo cada uma das fotos que eu havia batido punheta, cada frase que eu usei para pesquisar nos sites, frases como esposa exibida, namorada dando para outro, assistindo namorada com outro, etc.

Quando eu acordei ela levou um susto, estava palida e parecia nervosa.

Carol: O que é isso?

Eu: Isso o que?

Carol: Isso que você fica procurando na net?

Disse ela jogando o celular para mim.

Peguei o celular e la estava a tela do site de pesquisa com todos os termos buscados recentemente.

Eu: Não é nada Amor, é só para eu passar o tempo durante a semana, sem você eu tenho que me virar!

Disse eu tentando parecer sereno.

Carol: Daqui o celular!

Disse ela esticando a mão e me pedindo de volta.

Entreguei o celular a ela novamente, para não parecer que estava escondendo nada.

Carol: E esse site aqui? É isso que você fica assistindo quando não estou?

Disse ela me entregando novamente o celular.

Eu peguei e vi o site aberto, um dos que eu costumava assistir videos amadores e estava cadastrado no favoritos do navegador, nesse site especificamente o setor de videos que eu mais gostava chamava videos de cornos e era a categoria aberta no momento.

Carol: Me responde! Se você gosta tanto disso, por que fica tão nervoso quando uso uma roupa justa ou decotada? Por que?

Disse ela visivelmente irritada e quase chorando.

Tentei pensar em algo para amenizar a discussão.

Eu: Eu sinto tesão nos videos, mas é só nos videos Amor! Não tem nada a ver com você! Eu paro de assistir os videos, juro!

Carol: Não me importo com seus porno! Assiste o que você quiser! Só não seja hipocrita! Quer ver a mulher dos outros, mas não quer que os outros vejam a sua? É isso?

Eu: Eu tenho muito ciume de você Amor!

Carol: E por que?

Eu: Por que não quero te perder!

Carol: Mas sendo assim você vai me perder sim! Um dia eu vou cansar!

Disse ela caindo no choro.

Essa discução foi longe e abordou varios problemas de varias discussões que tivemos no passado, todas envolvendo as crises de ciume e o excesso de controle que eu exercia nela.

Carol não conseguia entender que os videos eram apenas fantasias, que eu nunca iria fazer nada do tipo, mas para ela eu gostar disso significava outra coisa, que eu sentia prazer em ver a mulher de alguem sendo desejada, sendo fodida, e como eu poderia ter ciume da minha desejando tudo isso? Para ela não era fazia sentido algum.

No final, para não terminarmos ali o nosso relacionamento eu acabei concordando em dar liberdade a ela para se vestir como quisesse e tive que ouvir dela um sermão que ela jamais faria algo como o que viu nesses videos, que isso era coisa de puta.

Os meses seguintes foram bem ruins, eu me adaptando ao novo vestuario de Carol sem poder reclamar, fui me acostumando a engolir meu nervosismo sempre que a via em uma calça de lycra ou em um shortinho jeans tão curto que a polpinha do bumbum avantajado dela aparecesse em alguns movimentos mais despretenciosos.

O pior é que eu comecei a gostar de exibi-la, principalmente porque qualquer roupa ficava sexy naquele corpo e Carol ainda tinha bom gosto, mas principalmente bom senso em saber quando podia usar uma mini saia e quando usar uma saia no joelho.

Era comum ver ela toda arrumada de maneira conservadora no dia a dia e bem sensual quando saiamos a noite, principalmente quando saiamos somente nos dois, aí ela realmente caprichava no visual.

Carol passou a se arrumar melhor e a se maquiar mais, era realmente surpreendente a transformação dela, quem a conhecia antes via ela agora e sempre comentava.

Essas noites que ela se vestia de maneira mais ousada sempre terminavamos no motel e eu sempre fazia questão de pegar a suite sem garagem, para desfilar ela pelo motel.

Embora não fosse necessario, eu falava abertamente a ela o tesão que me dava vendo ela se exibir daquele jeito, o que alimentava ainda mais o ego dela, fazendo-a se sentir ainda mais gostosa.

Transavamos muito nessas noites e eu continuava fantasiando compartilhar ela com outros homens.

Unico problema foi que com ela sabendo desse meu gosto, quando assistiamos um filme em que eram dois homens com um mulher ou com tematica de corno ela sempre ficava me provocando.

Carol: Amor, não pode ver uma mulher como recheio de sanduiche que já fica super duro não é? (rs)

Eu: Ta duro porque você esta segurando no meu pau!

Carol: Aham... pode falar Amor! A gente não tem mais segredos, lembra? Se não é pela DP é por causa da mulher? Achou ela gostosa?

Disse ela simulando ciumes pela mulher.

Eu: É por sua causa Amor, essa mulher do filme nem é tão gostosa assim! Você é muito mais gostosa que ela!

Carol: Acha mesmo Amor?

Disse ela segurando no meu pau com uma mão e massageando as bolas com a outra.

Eu: Linda de verdade só existe a minha namorada!

Carol: Linda é uma coisa, e gostosa é outra! Me acha mesmo mais gostosa que essa atriz porno?

Eu: Muito mais! Bota gostosa nisso! Você é muito melhor que ela!

Carol: Quer me filmar para você assistir depois? Tipo os filmes que você gosta de assistir?

Eu arregalei os olhos e tentei me levantar com medo do que ela fosse falar, pois imaginei ela no lugar da atriz dando para dois caras na DP, mas ela me segurou.

Carol: Calma Amor, estou falando de filmar você me comendo para você assistir depois, como um filme porno nosso! Quer?

Eu: Quero, você deixa eu filmar?

Ela pegou o meu celular e começou a gravar ela me punhetando, depois ajeitou o celular sobre um local mais alto e deixou filmando.

Carol ficou de quatro mamando no meu pau, com a bunda aberta virada para a camera.

Depois foi por cima, ajeitou o pau na bucetinha e cavalgou lentamente, gemendo.

Ela fingia ser uma atriz porno.

Depois de cavalgar, ficou de quatro, olhando na direção da camera enquanto eu a pegava por trás.

Carol gemia olhando para a camera, como se soubesse que eu estaria ali olhando tudo depois, mas fazendo caras e bocas que normalmente ela não fazia.

Quando eu estava para gozar ela pediu para eu parar, se ajoelhou na minha frente e pediu leitinho na boquinha, como as mulheres costumavam fazer nos filmes amadores que eu via.

Ainda se ajeitou melhor em frente a camera para pegar em um bom angulo.

Abriu a boquinha e colocou a lingua para fora pedindo porra.

Como eu ja tinha gozado antes, foram apenas alguns poucos jatos de porra e um restinho que escorreu pelo pau.

Mas como nos videos ela lambeu tudo e ficou me mostrando a porra dentro da boquinha dela, mas não engoliu, deixou escorrer pelo queixo ate atingir os seios, que ficaram meladinhos.

Ela sorriu no final para a camera e depois levantou para desligar.

Me entregou o celular na mão e disse para eu assistir durante a semana, quando eu estivesse sozinho.

Depois foi ate o banheiro tomar banho.

Eu fiquei lá parado, assustado e maravilhado, sem saber direito o que esperar dessa nova namorada, parecia que estava se entregando aos meus desejos e fantasias secretas.


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Comentários

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O título da a entender que a história continuaria,com outras situações novas envolvendo o tal amigo Leo,porém,parece até um outro conto,e não uma sequência. Pode ser que esse Leo retorne,seja apenas um apêndice do que virá. Foi um capítulo razoável,vc focou muito mais nas suas fantasias e fetiches,e menos nas artimanhas que Carol provavelmente vivenciará. Aguardando os próximos passos.

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Ja to vendo que vai acabar igual seu conto anterior. Faça algo bovo dessa vez, chega disso que namorado de pau pequeno sendo humilhado

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