Carnaval das Amigas - parte 9

Um conto erótico de Larissa S2
Categoria:
Contém 1087 palavras
Data: 27/07/2018 15:51:07
Assuntos: crossdresser

- Olha eeelaaaas... - gritou Carlos de longe rindo.

- Meu Deeeeus! Não acredito!!! - respondeu Bárbara, em tom não menos alto.

- Noivas? Sério mesmo??? Quem soprou pra vocês que viríamos de noivos?

- Afff... que audácia! Eu que pergunto quem foi o infeliz que entregou nossa fantasia para que vocês, muito sem-gracinhas, quisessem fazer par com a gente.

- Ah, tá! Se achou...

Bárbara e Carlos seguiam naquele jogo de flerte escancarado, disfarçado de sarcasmo e ironia. Já Andirelly e Jorge seguiam acabrunhados, sem um décimo daquele entrosamento. Porém, dessa vez, provavelmente em razão dos drinks tomados de antemão, ela decidiu por se soltar um pouco mais.

- Eu acho que nem estão mesmo de noivos. Me parecem mais... advogados.

Jorge olhou aquela postura mais aberta de Andrielly e não titubeou em embarcar na brincadeira:

- Advogados? E advogados lá usam uma rosa no bolso do paletó?

- Oras... alguns sim... - riu Andrielly.

Carlos e Bárbara se olharam por um segundo e riram: parece que finalmente eles haviam decidido entrar na brincadeira.

- É, viemos de noivos só para fazer par a vocês - falou sarcasticamente Carlos. - até porque sempre que viemos para a Bahia nós trazemos nossos melhores ternos para o Carnaval.

- Acredito mesmo. Nós também, sempre temos nossos vestidos de noiva a tiracolo, para qualquer evento que apareça, não é, Andrielly?

- Com certeza. E francamente - continuou Mauro, já totalmente afeita à nova personalidade feminina - se vocês acham que serão nossos pares só porque deu a coincidência de termos fantasias que se complementam, vocês estão muitíssimos enganados! Estamos indo para o Carnaval solteiríssimas.

Bárbara ficou em dúvida se aquela ironia de Mauro era pra se safar de ter que ir 'casada' com Jorge para não ter que ficar com ele nem nenhum outro cara na festa ou se ele estaria dando um jeito de dispensá-lo para poder aproveitar a noite 'solteira', sem ele. Ou se aquilo era apenas parte daquele show 'quem desdenha, quer', do tipo que ela estava fazendo com Carlos.

- É! Solteiríssimas!!! Hoje é quase como uma despedida de solteira para nós! Portanto, nem sonhem que ficaremos de par com vocês.

- Francamente... e por acaso eu e o Jorge viríamos para o Carnaval da Bahia casados? Levar sanduíche de casa quando se sai pra jantar não é com a gente. Desculpe decepcionar vocês, meninas, mas estes noivos aqui também estão em plena despedida de solteiros. - complementou Carlos.

- É... embora, claro, vocês estejam deslumbrantes de noivas... - arriscou Jorginho, tateando entre a pilhéria e o medo de acabar parecendo desdenhar demais de Andrielly.

- Ora... muito obrigada. Enfim um elogio... - agradeceu sinceramente Andrielly. - Vocês também não estão de todo mal.

Jorge sorriu com sinceridade.

- Então... partiu Axé Moi? - puxou Carlos.

- Demorou! - bradou ansiosa por irem de uma vez Bárbara.

- Me acompanha? - indagou Carlos, oferecendo o braço a ela.

Bárbara olhou, riu, fez cara de uma pseudo-reprovação e aceitou. Andaram três passos, viraram e ficaram esperando o outro 'casal'.

Jorge fez a mesma oferta - embora sem palavras - para Andrielly, que titubeou meio segundo, antes de aceitar com um sorriso sincero no rosto.

Na entrada do hotel, avistaram um táxi passando que, ao receber o sinal, parou para o embarque:

- Vou na frente!!! - falou Bárbara, se adiantando.

- Bárbara! - falou Mauro, com os dentes cerrados, em reprimenda. - Eu não quero ir atrás com os dois! - falou em um tom que somente ela conseguiria ouvir.

- Relaxa, amiga... aproveita.

Mauro revirou os olhos de ódio, mas não teve o que fazer. Primeiro entrou Carlos, depois Jorge que então fez como se limpasse o assento que sobrou para que Andrielly sentasse:

- Por favor, meu amor... - arriscou, marotamente.

- Não sou seu amor... - falou Mauro, que ainda estava indignado com a amiga.

- É o que veremos... - sussurrou Bárbara, alto o suficiente para que todos no carro ouvissem.

No caminho, Carlos ia contando sobre as vezes em que já tinha ido naquele Carnaval, quantas mulheres havia pegado (numa tentativa infantil de tentar gerar ciúmes em Bárbara), quais as bebidas valia a pena tomar e etc. Andrielly ia olhando o movimento das pessoas pela janela, levemente absorta pela bebida e por toda adrenalina daquela situação, quando sentiu a mão de Jorge sobre sua coxa esquerda, brincando com uma rosinha do enfeite da rendinha de sua meia-calça sete oitavos. Mauro olhou para sua coxa sendo delicada - e deliciosiosamente - alisada e simplesmente não soube o que fazer. Num primeiro gesto colocou a mão sobre a de Jorge e afastou a mão dele, sem muita convicção. Jorge então tirou a mão, mas pegou a mão de Andrielly para si, entrelaçando os dedos. Tudo isso aconteceu com Andrielly olhando para suas pernas, temendo o contato visual com o rapaz, que a encarava, conforme ele conseguia perceber pelo canto do olho:

- Pára, Jorge... - falou baixinho, com um tom que parecia dizer exatamente o contrário.

- Você fala isso, mas não parece muito convicta...

Sentiu Jorge se aproximando. Andrielly seguia olhando para o chão, atordoada. Logo, sentiu que os lábios de Jorge repousando sobre seu pescoço, seguido de um leve e delicado beijo.

Mauro sentiu um arrepio no corpo todo. O que era aquilo? Um homem estava segurando sua mão, beijando seu pescoço e ele, ao invés de sentir ojeriza estava achando tudo aquilo... delicioso:

- Pára...

- Não paro...

Sentiu os beijos subirem lentamente seu pescoço. O tempo parecia haver parado: ele não ouvia ou via mais nada, apenas sentia aqueles beijos, deliciosos, em seu pescoço deixando-lhe excitado.

- Jorge... - uma última tentativa de reprimenda sem qualquer força.

- Andrielly... - em um sussurro ao pé do ouvido.

Sentiu então a língua dele adentrando sua orelha, não sem antes uma leve mordiscada no lóbulo a recém perfurado para colocar brincos. 'Meu Deus, que delícia', pensou. Mas ele não podia se deixar entregar. Queria, mas não podia. Ou podia?

- Chegamos!!!

Era Carlos, eufórico, anunciando a chegada ao local da festa.

- Uhuuuuul!!! - gritou Bárbara.

Andrielly então, sem nada dizer, abriu a porta de trás do carro e quase pulou para fora.

- Nossa! Que pressa! - comentou Carlos. - O que você fez pra ela sair assim tão afoita, Jorge?

- Eu acho que o problema é o que ele não fez... - comentou Bárbara, já percebendo que seu amigo já tinha ficado há muito pra trás e que Andrielly já estava de posse do corpo de Mauro.

- Ué... nada.... - defendeu-se Jorge, tentando disfarçar o desembaraço.

- Quanto moço?

- Vinte reais, patrão.

Carlos pagou e agradeceu.

Todos descidos, novamente pares se deram os braços e foram em direção à entrada do salão.

Bárbara, Carlos e Jorge cada vez mais animados, ao passo que Andrielly era só silêncio consigo mesma: o que estaria acontecendo com ele?

CONTINUA...


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Comentários

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Eiita Mauro, rs ou que dizer Andrielly... Conto maravilhoso, tudo natural, simplesmente toda feminina, da roupa ao jeito de ser ..

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Hahahahahaha... tem como condenar, amiga? Quem aqui não se entregaria? Sejamos sinceras! Beijos e prepara que vem mais por aí pra muito breve.

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