O pedreiro da vizinha - 2

Um conto erótico de CuecaRecheada
Categoria: Homossexual
Contém 876 palavras
Data: 04/11/2016 22:49:12
Última revisão: 04/11/2016 23:40:49

Aquela imagem não saiu da minha cabeça. Aquele homem de verdade, de sunga, a poucos metros de mim. Pensei em bater punheta e gozar pensando nele. Mas desisti. Preferi guardar meu gozo para o dia seguinte, e me masturbar vendo ele. Passei a noite criando várias histórias na minha cabeça.

No dia seguinte, quando acordei, já queria que fosse de tarde. Mas tive que ir para a aula. Não me concentrei em nada... só esperava o tempo passar. E parece que não passava.

9 horas. 10 horas. 12h30.

Saí correndo da escola para chegar em casa. O trânsito não andava, o ônibus não acelerava e eu ficava cada vez mais ansioso. Enfim, meu ponto havia chegado. Desci do ônibus, bem apressado, rumo à minha casa. Ao me aproximar, fui dando passos mais lentos, para ver se havia alguma movimentação na casa da dona Oneide, a vizinha. Nada. Tudo fechado. Me bateu uma angústia.

"Qual seria a obra? Será que havia terminado? Ah... era horário de almoço. Ele devia estar comendo", pensei. Entrei em casa e fui direto para o corredor. Dessa vez, deixei a janela um pouco aberta, para que eu pudesse vê-lo melhor. E caminhei naquele corredor inúmeras vezes, em menos de 15 minutos.

Como as roupas que eu havia estendido no dia anterior ainda estavam lá, decidi parar e ficar olhando. Quem sabe eu via alguma coisa. Depois de uns minutos intermináveis de espera, eu vi um movimento. Era ele. Não era tão bonito como eu havia pensado, mas muito mais gostoso do que eu tinha percebido.

Era praticamente liso, com exceção dos pelos embaixo do braço e na barriga, do umbigo para baixo, como se indicassem o caminho certo. Notei que ele deitou no chão da cozinha e deixou as pernas para fora da casa. E descansou. Consegui olhar cada parte do corpo dele. Desejei. Desejei muito. Mas não sabia o que fazer.

A tarde entrou e o pedreiro voltou ao trabalho. E eu sempre cercando aquela janela que poderia me dar uma visão melhor no horário do banho.

Quando começou a se aproximar das 17 horas, fui ficando nervoso. Mas aguardei. E ele, logo depois, apareceu. Só de short, com um balde na mão, e um sabonete. Ele abaixou, tirou o short e lá estava ele de sunga amarela, de costas. Quando foi ligar a torneira, saiu novamente do meu raio de visão. "Que droga, eu deveria ter aberto mais essa merda!". E dei uma porrada, de impulso, na janela, que se fechou. Na mesma hora, ainda com raiva, olhei pela fresta que havia brechado no dia anterior. Ele estava de frente para a janela, olhando, acredito que tentando entender aquele barulho. O volume na cueca dele estava maior, parecia ter um saco grande, e a parte superior da sunga meio fofa, com se tivesse muitos pelos.

Com medo de ele pensar que tinha alguém ali o olhando, decidi abrir a janela, e fingir que era isso mesmo que eu queria fazer. Dessa vez, abri tudo. E ele me olhou.

- Opa!, disse ele.

- Oi. Essa janela é meio travada. Difícil de abrir - respondi, sentindo o rosto esquentar.

- Quer que eu dê uma olhada?

- Não precisa, já consegui. Valeu! - me odiando por ter respondido isso.

- Para com isso, muleque! Não dá em nada. Vou já aí.

Meu coração começou a palpitar. Ele desligou a torneira e veio andando da minha direção. Aquele volume balançando. Eu só queria olhar e olhar e olhar.

- Ei. Me responde!, falou o pedreiro.

- Oi?

- Tá surdo, macho?

Eu só consegui rir.

Ele continuou: - Tem como eu olhar por dentro?

- Ali pelo quintal. Tem duas tábuas soltas. Dá pra entrar aqui.

Ele foi prontamente. Quando eu vi, ele já tava no meu quintal. Ele foi se aproximando, e aquele cheio de suor, misturado com o de tinta e um um pouco do de perfume de sabonete barato foi tomando conta de mim. Ele chegou bem perto e disse:

- Abelardo.

- Pedro, mas me chamam de Pedrinho - falei, estendendo a mão.

A mão dele era grossa. E firme. E eu não queria mais soltar...

- Deixa eu ver aqui... Olha, acho que só deve ter travado, mas não parece ter nada assim não - falou, de costas para mim.

Eu só conseguia olhar aquele corpo definido, mas normal, mais para magro. Queria tocar nele. Abraçar. E fui olhar para a perna, a bunda... Até que ele se virou:

- Tá olhando o quê, muleque?

- É... que... aí, aí atrás... digo... tá todo sujo de tinta. É, isso mesmo. Tinta!

- É mesmo? Nunca consigo tirar. Onde é?

- Ali!

- Ó, vou lá me lavar. Aqui não tem nada na janela. Mas me diz onde tá sujo...peraí.

Ele saiu rumo ao quintal, passou para o quintal da vizinha e disse:

- Onde é, Pedrinho?

E eu fui dando as coordenadas. Eu dizia e ele ia se lavando.

- No meio das pernas e aí perto da sunga, na barriga.

- Esse da barriga eu to vendo, né? Mas esse da perna tá difícil de sair. Vem aqui me ajudar, muleque! Eu já te ajudei hoje.

- Não dá... Não vou entrar aí.

- Tem torneira nesse quintal?

- Tem!

- Vou aí...

E ele estava no meu quintal de novo.

- Vem! Me ajuda aqui. Ajuda a esfregar essa tinta.

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