A força de um desejo Cap.2

Um conto erótico de Bruno Dominick
Categoria: Homossexual
Contém 1531 palavras
Data: 02/07/2016 12:20:26

Obrigado caro leitores pelos comentarios, espero que acompanhe esta historia de amor e suspenseNo momento em que Anderson entrou em seu apartamento, encostou-se na porta e tentou desacelerar os batimentos cardíacos, suspirando aliviado. Essa foi por pouco. O fato de Franklin ter pensado que era um sem-teto foi o máximo.

O que ele estava fazendo em casa sábado a noite? Carol lhe garantiu que o computador de Paulo Alves tinha sido consertado por Franklin recentemente. Foi por isso que ele resolveu ir até o lixo dele verificar se ele não havia jogado alguma coisa interessante sobre Paulo. Paulo Alves anunciara sua candidatura a senador há alguns meses, e desde então ele estava tentando conseguir um furo de reportagem. Ninguém era tão honesto como Paulo gostava de se declarar. Se houvesse alguma sujeira a ser descoberto, ele pretendia ser o primeiro a revelar. Precisava desesperadamente publicar uma grande história, se quisesse prospera em sua carreira de repórter. Fazendo seu nome por si mesmo, poderia perseguir oportunidades maiores.

Franklin não tinha nenhuma pista da razão para ele estar mexendo em seu lixo, e ele sentia-se grato por isso. Se Franklin soubesse que era um repórter, poderia acusá-lo de invasão. Principalmente porque havia um placa em sua propriedade que dizia “Entrada proibida”. Ainda bem que ele parou seu carro perto da esquina, a uma boa distância da casa. Quando chegou no carro, estava totalmente sem fôlego. Pelo menos ele não tentou segui-lo.

E pensar que ele lhe ofereceu 500 reais! Ele ficou surpreso, o playboy milionário tinha coração, e dos grandes. Ele até ofereceu dividir sua comida com ele. Anderson sabia que havia conhecido um lado de Franklin que poucos conheciam. Parecia que quando se deparava com os menos afortunados trazia um espírito caridoso, o que o deixou inevitavelmente tocado.

Ele suspirou ao pensar que ficou realmente desesperado por estar mexendo em lixo alheio. Com sua inabilidade em descobrir as sujeiras de Paulo, ele decidiu investigar a vida das pessoas da segunda geração dos Alves para ver que imundice poderia desenterrar.

Mês passado, ele achava que só tinha a história do sobrinho de Paulo Alves, Pedro Alves. Descobriu que uma mulher, Larissa Pedrosa, havia dado a luz a um filho dele, que agora estava com dois anos. Contudo, a mulher decidiu contar a Pedro a verdade antes que ele soubesse do menino lendo os jornais. Quando Pedro descobriu que tinha um filho, ele rapidamente fez a coisa certa: casou-se com Larissa. Como resultado, destruiu a oportunidade de Anderson publicar uma história descaradamente. Agora não sabia que rumo tomar para que a reportagem tivesse uma boa abordagem.

Ele atravessou a sala e parou ao lado do telefone. Teve vontade de ligar para Carol e arrasá-la por ter dado a informação errada. Evidentemente, sr. Franklin mudou sua rotina e decidiu ficar em casa aquela noite. Anderson não poderia descarta a possibilidade de existir uma pessoa esperando ele na cama. Ele também não trocaria aquele homem maravilhoso por nada e, naquela noite, com apenas a luz da lua, pôde ter uma ideia do quanto ele era interessante.

Ele ruborizou: não acreditava onde aqueles pensamentos estavam chegando. Decidiu tirar aquilo da cabeça, senão seria impossível. A visão dele descalço e vestido apenas com uma calça jeans ficaria permanente em sua memória.

Ele era desesperadamente Sexy, poderoso e com um corpo que poderia servi de modelo para todos os homens. Ombros largos e musculosos, lisos, com um peito largo e uma pequena quantidade de pêlos que desciam até o cos de sua calça jeans.

Ao invés de correr quando o viu pela primeira vez, ficou plantado no mesmo lugar, com o coração batendo tão forte que mal conseguia respirar. Seu corpo ainda ardia só de imaginar. Isso nunca tinha acontecido com ele antes. Nós últimos anos, estava tão ocupado tentando fazer seu nome como repórter e perseguindo manchetes que esqueceu que também e um ser humano e poderia apreciar um belo corpo masculino quando visse.

Pena que o homem era o Franklin Damasceno. E se ele o reconhecesse como Anderson Santos, repórter do jornal Novo Dia? Caso o reconhecesse, ficaria furioso ao ligar os fatos, mas ele não podia pensar nisso agora. Tudo que gostaria era tomar um banho e ir direto pra cama.

Quando chegou ao banheiro, ligou a torneira, removeu o a capa do moletom, mexeu nos cabelos negros e lisos que combinava com sua pele clara e se despiu. Em seguida foi para debaixo do chuveiro. Sua cabeça tombou para trás enquanto a água morna escorria pelo seu rosto, garganta e pescoço, ao mesmo tempo em que se massageava seus ombros e relaxava os músculos, lavando toda a tensão. Começou a se sentir relaxado, limpo e calmo.

Ao sair do chuveiro, minutos depois, pegou uma toalha e enxugou-se. Estava feliz em pensar que amanhã era domingo, o único dia que guardava para si. Pela manhã bem cedo, iria se dedicar a missa na igreja, e depois, que era de costume, faria uma visitar a casa de seu pai. Lá, teria que aturar a madrasta e a antipatia das irmãs de criação, Amanda e Patrícia.

Imaginou qual seria o assunto que elas escolheriam para azucrinar. Provavelmente comentariam de sua inabilidade para se relacionar com alguém, afinal, ele nunca levou uma namorada para o almoço, sabendo que ele era gay. Amanda e Patrícia eram mimadas, Mas Flávia fazia vista grossa.

Ele lembrava como eram as coisas antes de Flávia e sua irmãs entrarem na sua vida e na de seu pai. Sua mãe morreu quando ele tinha nove anos e cinco anos seguintes ele e o pai viveram juntos. Um dia o Dr. André Santos anunciou que se casaria outra vez e que sua esposa era solteira e tinha duas filhas. Ele disse com satisfação que os cincos seriam uma família feliz.

Estava redondamente enganado. Assim Flávia trocou de nome e se mudou, as coisas começaram a piorar. Ela deixou claro que Amanda e Patrícia estariam em primeiro lugar. Elas seriam bajuladas e Anderson faria tudo que as outras não quisesse fazer. Reclamar não adiantava, só piorava as coisas.

Seu pai passava a maior parte do tempo no hospital cuidando dos pacientes. Quando se deu conta do que estava acontecendo em casa era tarde demais. A única coisa boa era que Anderson sabia que seu pai o amava. Imediatamente, ele tentou resolver os problemas e, uma vez, foi tão longe que chegou a falar em divórcio , caso descobrisse que Flávia destratava Anderson.

Ele sabia que qualquer reclamação sua em relação a Flávia ou suas irmãs daria confusão. Apesar de elas não serem queridas, não gostaria de ver as três posta no olho da rua. Na maior parte das vezes, Anderson não incomodava o pai para contar que Flávia e as irmãs continuava a maltratá-lo.

Anderson sorria quando se lembrava de sua mãe, que era carinhosa e amorosa. Depois de sua morte, Tia Maria, irmã de sua mãe, sempre esteve por perto cuidando da sobrinha. No Verão que completou 19 anos, sua tia morreu. Nesse mesmo verão, a tia lhe entregou uma caixa contendo os pertences pessoais de sua mãe. Eram objetos que o pai de Anderson pediu para que Maria guardasse. Anderson sabia que estes objetos parassem nas mãos de Flávia ela os daria para as filhas.

Anderson apreciou os cuidados e a preocupação de seu pai em proteger as preciosas lembranças que sua mãe gostaria de ver em suas mãos. A maioria dos objetos eram joias que haviam passado de geração em geração, joias raras e caras.

A peça que mais emocionava Anderson era um medalhão de ouro, com uma gravação, que sua mãe sempre usava. Desde o dia em que o recebeu de Tia Maria, esse medalhão estava sempre pendurado em seu pescoço. Ele nunca o tirava e ele servia para lembrar do tempo em que era amado por seus pais.

Automaticamente, levou a mão ao lugar onde ele sempre estava, entre seu peitoral. De repente, descobriu que não estava mais lá. Freneticamente, foi até o cesto de roupa suja onde tinha deixado o moletom que usara naquela noite. Esperava que o medalhão tivesse escorregado pelo pescoço e caído no meio das roupas. Ele havia consertado o fecho do medalhão no ano anterior.

Assim que percebeu que o medalhão não estava em casa. Enfiou um ropão e refez os passos até o carro, só poderia estar em algum lugar na propriedade de Franklin. Ficou perturbado ao pensar que o medalhão poderia ter caído no lixo enquanto ele revirava.

Assim que retornou a casa, Anderson se jogou contra a porta e os olhos se encheram de lagrimas. O medalhão era tudo para ele agora se foi. E se estivesse na casa de Franklin, como poderia recupera-lo? Se ele achasse que a casa estava vulnerável a estranhos depois do ocorrido naquela noite, tomaria precauções e trancaria o portão da próxima vez que se ausentasse.

E se ele encontrasse o medalhão? Talvez achasse que era de algum de seus amigos, nenhum sem-teto poderia possuir um objeto tão valioso.

Ao passar pelo quarto, se jogou em uma cadeira imaginando o que faria. A última coisa que gostaria de fazer era encontrar Franklin outra vez, mas parecia não ter escolha.


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