Seduzi porque quis

Um conto erótico de Hood
Categoria: Homossexual
Contém 785 palavras
Data: 25/09/2015 04:58:32
Última revisão: 25/09/2015 07:08:11

Uma hora fujo de alguns demônios, deve ser habitual no inferno. É o proceder prazeroso de se entregar à irresponsabilidade de causar o mal para não ser a vítima dele. Meu comportamento virou repetição, a qual me escraviza ao ato de quebrar corações – para a minha própria proteção.

Alguns dizem que sou um psicopata, daqueles que fodem como loucos e com todos, daqueles que não se importam se o outro é mais que um proporcionador de prazer e vantagens. Na verdade nasci pobre e livre, aprendi a me virar. Eu via os sonhos cobertos de açúcar nas vitrines das padarias e chegava a babar como um cão, quando algum atendente via era um inferno: ou eu corria ou era expulso de perto da padaria. São detalhes que fazem toda a diferença no modo de enxergar o outro.

Quando eu comecei a trabalhar eu me deparei com diferentes modos de ver o mundo, digo, diferentes pessoas. Mas algo unia cada uma delas em uma espécie de rede, essa rede era a emoção. Eu sabia que era fácil ter delas o que eu queria mexendo no ego fraco que tinham, bastava um elogio, uma pergunta que as fizessem se sentir interessantes ao darem a resposta, poucos esforços bastavam para ganhar regalias.

No entanto, algo aconteceu. Algo inesperado e que se sobrepôs ao meu racionalismo. Não queria relembrar, pois não queria reviver, mas eu preciso me exprimir. Talvez porque adquiri algum sentimento, no meu caso o ódio.

Tudo começou em Janeiro, num dia comum de trabalho. Verificar a encomenda; abrir as caixas; ordenar os produtos em fileiras; colocar o preço. Era um alienante dia de trabalho, mas entre a verificação de uma encomenda e outra, vi ante os meus olhos a materialização concreta do deus Apolo. Não é exagero. Ele era perfeitamente atraente em sua aparência e modo de ser.

Logo me aproximei dele, ele era o modelo perfeito do homem impulsivo, porém a impulsividade dava a ele um quê de ingenuidade. Aprisioná-lo a mim era um bom investimento, pensei. Mas com a propriedade vem a responsabilidade, coisa que sempre fugi.

Ele era crente e nunca havia ficado com homens, e apesar de bonito era solteiro, parecia que o destino conspirava ao meu favor. O fato dele não ficar com homens era o que mais me motivava a querer ficar com ele, pois de certa forma, minha vontade era reinar sobre seus “valores”.

Começou toda a sedução, por meio de palavras e ações. No papel do ouvinte de seus problemas eu era O seu amparo, sempre perto, sempre solícito, assim me fiz ser por um tempo. Por um tempo.

Quando sua dependência se instaurou, resolvi investir sexualmente, ele não recuaria para não perder seu seu ombro amigo. Dei um beijo nele, fiz elogios imemoriais de tão extensos e verbosos, eu via através de seus olhos uma alma que repousava sobre as carícias feitas por mim.

Depois do beijo fomos ao sexo oral, o fato de termos gozado impediu que ato contínuo, continuássemos a transa – ele sentiu culpa e foi embora. Enquanto eu voltava pra casa ele me mandava mensagens idiotas, só para que eu o respondesse de alguma forma, seu propósito era saber o quanto eu me importava com ele. Fraco? Era esse o adjetivo que me vinha ao pensar nele. Era, deixo claro que foi uma concepção do passado.

Depois disso tudo, não respondia as mensagens que ele mandava, quando ele trazia as encomendas eu sequer falava com ele. Dada a sua falta de importância após minha conquista. Não foi por maldade, contudo, dizem que egoísmo passa a ser maldade quando causa dolo e eu mal lembrava de sua existência ao supervalorizar a minha.

Só eu preenchia a sala, era horário de almoço, todos já tinham saído mas eu havia continuado no refeitório, a sobremesa era sonho. O significado desse alimento para mim, justificava qualquer ato de agressão cometido por mim em direção a “outrem”. De repente ele apareceu suando excessivamente e com os olhos arregalados, pensei que ele queria transar comigo ali da maneira mais animalesca possível, mas não. Ele veio para reivindicar a sua felicidade pela revidação, recebi uma sequência de facadas, dentre elas, algumas perto do pescoço, estas, segundo o meu médico, foram as responsáveis por me deixar tetraplégico.

Ele foi preso e esta cumprindo pena, uma pena branda já que ele é réu primário. Enquanto isso estou fadado as grades de uma cadeira de rodas, vivendo do INSS por conta das dificuldades que um cadeirante sem formação técnica ou acadêmica enfrenta para arrumar emprego. Então colocando tudo na balança, vejo o quanto é irracional ser apenas racional, e que se deve ter muito cuidado ao manipular emoções, os acontecimentos escapam da linearidade planejada.


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