O Enviado - Cap. 1

Um conto erótico de Paulo
Categoria: Homossexual
Contém 1242 palavras
Data: 12/04/2014 00:22:37
Última revisão: 16/12/2023 21:46:20

Sempre fui muito amado por toda a minha família. Meu irmão e eu éramos muito mimados por nossa mãe era difícil ter brigas em nossa casa e as que raramente aconteciam eram sempre resolvidas no mesmo dia. Nós éramos afetuosos uns com os outros, sempre respeitando em primeiro lugar.

Não teria havido segredos entre nós se não fosse por mim eu nunca consegui criar coragem para revelar aos meus pais minha orientação sexual, mas também não escondia, meu irmão sempre soube, não havia segredos entre nós, confiávamos muito um no outro, eu amava aquele moleque, sempre sorridente e brincalhão, sinto muita falta dele.

Uma vez meu pai, meu irmão e eu saímos juntos, íamos a outra cidade, meu pai nos levará para visitar vovó que estava com a saúde frágil, minha mãe não pode ir, pois tinha ido a uma viagem de trabalho.

Quando estávamos voltando por volta de 20h30 o trânsito estava livre, as ruas completamente vazias, meu pai estava a uma velocidade consideravelmente alta. As ruas eram tortuosas, tinham muitas curvas. Meu irmão e eu dividíamos o fone de ouvido no banco de trás, cantávamos alto, como dois loucos, meu pai só ria de nós, estávamos tendo uma noite feliz, meu irmão pousou seu braço esquerdo em meu ombro, eu estava de cabeça baixa mudando a música, uma luz forte passou por meus olhos, eu levantei minha cabeça e um caminhão chocou-se contra o carro, senti uma dor lancinante em minha cabeça e não me lembro de nada mais.

Após esta noite minha vida nunca voltou a ser a mesma, eu antigamente um menino feliz brincalhão, agora me tornei triste, retraído. Eu sinto uma constante falta de minha vida anterior, aquelas luzes sempre me atormentam em meu sono, a tristeza não some do meu coração, creio que ela tenha se tornado uma amiga constante.

Minha mãe fez várias tentativas, me levou a diversos psicólogos, mas de nada adiantavam. Acho que este é um problema que devo resolver comigo mesmo.

Nós recentemente mudamos de cidade, na tentativa de me tirar desta melancólica vida de repetições.

A antiga casa sempre me trazia lembranças, principalmente meu/nosso quarto. Quando me deitava em minha cama eu sempre tinha flashes de meu irmão adentrando a porta com seu sorriso exuberante a contar-me alguma novidade. Cada canto daquela casa que hoje ficara para trás me traziam lembranças felizes.

Agora nesta nova casa minha mãe e eu estamos encarando dia após dia à falta que eles nos fazem.

Sentado a escrivaninha de meu novo quarto, eu lia o diário de Ítalo, foi a única coisa dele que eu consegui salvar, minha mãe optou por se desfazer das coisas. Passei lentamente meus dedos, nas letras forçadas no papel, enquanto flashes passavam em minha mente. Perder um ente querido tão próximo e o qual você contava tudo sobre sua vida sabendo que podia confiar, sendo ainda por cima uma pessoa maravilhosa é doloroso demais. Eu não deixaria tão cedo o luto pela morte de meu irmão.

- Filho vem tomar café! - Grita minha mãe da cozinha.

- Estou indo! - Gritei de volta, com minha voz rouca.

Fechei o diário de Ítalo com cuidado para que nenhuma página se rasgasse, enfiei no meio de minhas roupas aonde ninguém além de mim poderia encontrar.

Desci, minha mãe ainda estava pondo a mesa, em seu rosto continha certa felicidade, mas preferi não perguntar o que.

- Meu filho, você precisa melhorar esse humor, pretende ficar assim para sempre? - Perguntou aflita.

Sinceramente! Esta cobrança excessiva já estava se tornando maçante, sempre a mesma coisa " Você precisa tentar", " Ninguém pode viver assim para sempre", "Sai dessa". Se fosse tão simples assim eles realmente acham que eu estaria assim, me martirizando, vivendo desta forma quase vegetativa. É OBVIO QUE NÃO.

- Por favor... mãe. - Mesmo quase explodindo por dentro eu preferia manter meu silêncio.

- Tudo bem. - Ela pareceu desistir.

Nós tomamos nosso café e logo após subi para o meu quarto, arrumei minhas coisas e parti para a escola. Sinceramente começar em uma nova escola no segundo semestre é a pior coisa do mundo. Além de não conhecer ninguém, todos te olham como se viéssemos de marte e isto é muito incomodo, não seria tão simples bater uma foto, afinal dura mais tempo.

Ao chegar na escola aconteceu exatamente como disse antes. Eu sentei em meu lugarzinho no fundo, rezando para que ninguém me visse, como se isso fosse possível. Coloquei o capuz do meu casaco sobre minha cabeça e fiquei quieto. Nenhum professor havia entrado em sala ainda. Peguei meu celular, coloquei o fone de ouvido escondido por dentro do casaco, coloquei uma música bem alto para tocar, deitei meu tórax sobre a mesa fechei meus olhos e fiquei esperando que algum professor chegasse.

Estava quase dormindo quando sinto uma coisa tocando meu braço. Levantei minha cabeça, tirei o capuz e olhei para cima. Um menino aparentemente de minha idade, me encarava sorridente, ele era lindo, seus cabelos eram pretos, sua pele bem branquinha e seu sorriso, ah seu sorriso.... irradiante feito o sol.

- Prazer, sou Douglas, representante da turma! - Disse esticando sua mão.

- Prazer, Paulo. - Apertei sua mão.

Meu peito apertou, e o ritmo de meu coração acelerou. Ah não eu vou travar. MERDA!!!!

- Você é novo na cidade? - Perguntou. Sua voz era mansa e aveludada.

- Sou sim! - Limitei-me.

" Ah não Paulo se esforce, você tem que tentar "

" Vamos lá, pensamentos positivos "

- Você não é muito de falar não é? - Perguntou soltando um leve sorriso.

- Já fui melhor nisso! - Sorri. Ele sorriu de volta.

- Calma aí! - Disse.

Ele foi até sua mesa pegou a mochila. Voltou e sentou-se ao meu lado.

- De quem é o próximo tempo? - Tentei puxar assunto.

- Professora Tânia, português, três tempos seguidos. - Respondeu.

- Nossa!

- Se prepara ela é linha dura! - Disse rindo.

Passamos o restante deste dia juntos, minha timidez cedeu a esta amizade, meus sintomas não eram fortes o suficiente para impedir que eu criasse laços com Douglas, pois eu simplesmente os ignorava. Notei que quanto mais os ignorava mais fracos eles se tornavam.

Douglas e eu nos conhecemos um pouco mais durante o intervalo eu não sei explicar, mas, as coisas me pareciam tão mais fáceis com ele, eu não precisava ter algo de especial, nem me engrandecer para que ele me notasse, eu não precisava de nada, só era necessário estar nós dois juntos para que tudo se tornasse especial.

Ao chegar em minha casa eu me deitei em minha cama, com o diário de Ítalo em minhas mãos. Abri em minha página favorita, uma que ele dedicou a mim no dia em que eu contei ser gay a ele, saber que aquele menino de 15 anos podia ser tão adulto me surpreendeuMeu irmão contou a mim hoje que é gay, confesso que isso me chocou bastante, mas ele é meu irmão, e sinto que não devo abandona-lo e muito menos menospreza-lo, ele sempre esteve ao meu lado em tudo, sempre foi meu amigo, e por muitas vezes pai, eu o admiro por isso.

Eu sei muito bem Paulo que você lê meu diário escondido, então maninho eu quero que saiba que EU TE AMO MUITO E PARA O QUE VOCÊ PRECISAR EU SEMPRE ESTAREI AQUI.

TE AMO!!!!

De seu irmão Ítalo – Dedico está página a você seu fofoqueiro.

Debulhei-me em lágrimas – Como sempre – De todas está sempre fora minha página favorita, embora eu queira me lembrar dele, as lembranças sempre me ferem.

E então pessoal, continuo ou não ?


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Comentários

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Bruuuunnno adorei... comecei a ler hj mas t mt bom

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Meu DEUS perfeito! Resolvi ler seu conto quando vi seu comentário no meu conto.

Os dois lados do espelho e me surpreendi com a sua escrita! Está esplêndido continua!

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Continua! Claro! E o mais rápido possível heheheeh

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