Festinha na praia de nudismo

Um conto erótico de AdvogatoJPA
Categoria: Grupal
Contém 1307 palavras
Data: 09/01/2014 17:43:54
Assuntos: Grupal, swing nudismo

Aconteceu em Tambaba...

Apesar de ter ido nas melhores casas de swing do país, nunca tínhamos ido no quintal de casa, na Praia Naturista de Tambaba.

Sabíamos que é um ponto de encontro de casais de todo o país, mas sabemos da rígida fiscalização sobre as normas de conduta, que ficaram ainda mais exigentes, quando se cogitou acabar com o espaço naturista.

Dessa forma, com muita curiosidade, mas com poucas expectativas, resolvemos passar um final de semana por lá. Apesar de existir uma pousada dentro da área naturista, preferimos escolher uma pousada em uma praia próxima, com algum conforto.

Rumamos numa sexta-feira um pouco nublada, e já percebemos que atualmente fama da praia atrai muitos turistas e curiosos. Para quem não conhece, a praia de Tambaba possui um divisão natural, que a divide em duas partes: uma parte onde a nudez não é obrigatória, onde possui um bar, e uma área 100% naturista, onde homens sozinhos não entram, o controle é rigoroso, e onde tem também um bar e uma pousada.

Naquele dia, na área de nudez não obrigatória, muitas famílias e crianças, destruindo qualquer conceito de erotismo.

Resolvemos ir direto para a parte mais interessante. Para ter acesso, sobe-se uma íngreme escada, e a sensação é de montanha-russa, principalmente na parte de descida, com o visual paradisíaco da praia. Realmente, é um convite para a celebração da natureza, e despir as roupas parece ser um ato quase automático.

No pé da escada, um simpático senhor nos recebe, dá os informes gerais e fornece uma sacolinha, para que nenhum lixo seja esquecido naquele paraíso.

Lá dentro, poucas pessoas. Alguns gringos, pessoas de todas as idades e o clima era bem família.

Estendemos nossas cadeiras numa faixa de areia onde era possível observar com segurança as pessoas que entravam, e a movimentação das pessoas na área do bar/pousada, onde estava sendo disputada um animada partida de vôlei de praia. Também tinha gente surfando, uma vez que o mar na região proporciona boas ondas.

Ficamos protegidos pelos óculos escuros e brincávamos de dar notas às pessoas que circulavam.

Quando o sol começou a se por, notamos a presença maior de casais um movimento maior no bar. Decidimos ir até o extremo da praia, onde algumas pedras fazem um reduto mais exclusivo, quase escondido.

Mesmo com a presença de fiscais e seguranças, sentimos que o clima naquela área era mais descontraído, onde pudemos observar alguns homens com alguma ereção.

É norma local que, se o homem tivesse ereção, ele teria que ir ao mar ou deitar-se de maneira que disfarçasse a situação.

Naquele grupo de amigos, onde todos estavam com uma latinha de cerveja na mão, eles pareciam não se importar. Apesar das brincadeiras, risos e ereções, não vimos nada que sugerisse qualquer ação mais quente.

No bar, de onde agora assistíamos ao lindo por do sol, já com a intenção de ir embora, um casal se aproximou e perguntou se poderiam sentar. Educadamente, não nos opusemos, apesar dos olhares tensos da minha esposa. Daniel e Patrícia eram os seus nomes.

Eram um casal na faixa dos 40 anos, apesar de parecer menos. Ele tinha cerca de 1,75, magro, caucasiano, cabelos lisos e curtos e um sotaque carioca, além de um chamativo pênis de uns 20 cm. Ela tinha cerca de 1,60, loira, com cabelos bem curtos, seios medianos e bem rosados, com algumas sardas e estava depilada.

Disseram ser do RJ e vinham frequentemente à Tambaba, sempre fugindo do stress da cidade grande.

Muito comunicativos, quase não nos deixava falar, e quase esquecemos que estávamos sem roupa.

Quando anoiteceu, por conta da ausência da luz, tudo ficou menos formal e mais provocativo. Um pouco depois, chegaram mais dois casais, que estavam na parte das pedras, e todos com um insuspeito riso nos rostos. Eles se conheciam, e formamos uma animada rodinha. Um casal era de Recife, eles morenos de sol, na faixa dos 30 anos, corpos de quem fazem academia e o outro de Natal, mais jovens, na faixa dos 25 anos, ele um pouco baixinho, e ela uma loira de parar o trânsito, tipo mignon, mas com um corpo de “capa de revista”, que deixavam todos na mesa irrequietos com suas formas. Minha esposa estava literalmente babando nela, e era com ela com quem mais interagia.

Quando a praia ficou bem vazia, o casal de Natal pediu licença e foram tomar banho de mar. Imediatamente, todos resolveram ir também. Minha esposa relutou um pouco, mas queria tirar a areia e se refrescar daquele dia quente.

Na penumbra, tudo ficou mais animado. A força das ondas jogava uns contra os outros, e aqueles corpos se tocando, provocava risadas provocativas. Um onda mais forte jogou Patrícia nos meus braços e ela, sorrateiramente, por baixo dágua, alisou meu pau que estava duro feito pedra. Observei, na medida do possível, que todos os homens estavam de pau duro. E minha esposa entendeu o recado e piscou o olho pra mim, querendo dizer que “quem estava na chuva era pra se molhar”.

Outra onda jogou a loirinha de Natal em cima da minha esposa, que afundaram na água. Minha esposa a segurou por trás, e mesmo se recompondo da onda, continuaram abraçadas. Aquilo foi demais para mim. Perto, Dani e Patrícia trocavam leves carícias abertamente, para delírio da turma. A loira de Natal resolveu voltar para a praia, puxando pela mão a minha esposa. Rumaram para a parte das pedras, que estava um breu só.

Quando chegamos lá, as duas estavam engatadas num beijo de língua fantástico, coladas em uma pedra. Cheguei perto e comecei a tocar uma punheta, já totalmente sem vergonha. Nem percebi que todos já estavam por lá também, e todos já ocupados. Pareciam acostumados em fazer festinhas naquele cantinho da praia. O cara de Natal dividia Patrícia com Daniel. A morena de Recife chupava Daniel, já me encarando. Mas a loira de Natal estava irresistível. Colei na bunda dela, arrancando um gemido. Ao deixar a loira comigo, minha esposa foi em direção a Daniel e sua pica de 20 cm. Mamou gulosamente, dividindo com Patrícia.

Estávamos pegando fogo de tesão. E alguém deu a brilhante idéia de todos irmos para a pousada, com mais conforto, além dos preservativos.

Todos de pau duro passamos pela entrada da pousada, arrancando risos dos presentes...

No apertado quarto, oito pessoas estavam com muita sede de sexo, e aquilo não tinha hora pra acabar.

A loira de Natal, a mais fogosa, começou os trabalhos e ficou de quatro, se posicionando para chupar Patrícia, enquanto era comida por Daniel. Patrícia me chupava, e a morena de Recife e o cara de Natal estava num 69 ao nosso lado.

Os corpos se tocavam a todo instante e aquilo era muito tesão. A loira estava insana e pedia mais pau. Seu marido foi em seu socorro, e começou uma dp sem piedade, alojando sua pica em seu cuzinho rosado. Minha esposa ajudou na estória, pincelando com a língua o grelinho dela. Me apertei e também quis sentir o gosto daquele grelo, imprensando por dois paus.

A morena de Recife ficou com inveja e se posicionou na mesma posição. Desta fez, eu fiquei com o cuzinho e o seu marido com a xana. O cara de Natal chegou para ajudar com a língua e, safadamente, deslizava, além do grelo, nos dois paus. Aquela cena inesperada atiçou ainda mais o ambiente e logo gozamos juntos, e a porra se espalhou pelos corpos. O cara de Recife ficou com porra na cara, e a esposa foi beijá-lo, ajudando a limpá-lo da forma mais erótica que já vi.

Do lado, minha esposa cavalgava na pica de Daniel e logo gozaram também.

Ficamos um tempão deitados uns sobre os outros, até o momento que achamos melhor ir embora. Prometendo voltar no dia seguinte. Mais isso, é uma outra estória...


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Comentários

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Prezado doutor, sou seu colega de profissão, de recife, e estou em João pessoa a trabalho. Gostaria de manter contato.

Abraços.

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Bom demais, principalmente quando se tem um grupo animado e sem preconceito. Continue que vai bombar.

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Que delícia........Saio com casais há uns 18 anos, meu skype e e-mail para contato é façam contato adoro viajar...

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