Cido, meu companheiro de trabalho

Um conto erótico de Roger
Categoria: Homossexual
Contém 1024 palavras
Data: 30/08/2013 08:51:17

Já faz algum tempo, fui a uma unidade da empresa em que trabalho, fora do estado, fazer um serviço de manutenção por 5 dias. Fiquei no alojamento da fábrica que estava praticamente vazio: apenas um técnico estava lá há mais de um mês. Ele se chama Aparecido, mas é claro que todos o chamam de Cido.

Recebeu-me no alojamento como se fosse a casa dele.

Ele me mostrou as instalações, onde ficavam as coisas, o que funcionava e o que não e me explicou as regras da limpeza do local. Muito simpático e bacana também.

Cido era negro de aproximadamente 1,70m e corpo forte. Logo na primeira noite notei que ele agia como se o alojamento fosse dele: ligava as luzes à vontade, tocava músicas em alto volume e andava pelado pelo alojamento com um pau que me impressionou muito pelo tamanho, mesmo em repouso. Não tinha o costume de reparar em homens, mas era impossível não notar aquele baita pauzão do Cido. Mole como estava, ficava dependurado e balançando entre as coxas. Era muito grosso também

Eu ficava um tanto incomodado, mas não queria demonstrar isso para o Cido, pois ele tinha me recebido de forma simpática e amistosa.

Ele me disse que naquele fim de mundo não tinha mulher e que, se eu quisesse, me emprestaria umas revistas de sacanagens dele.

Desconversei e não dei mais intimidade para ele.

Na manhã seguinte, quando fui ao banheiro, ele estava saindo do banho, pelado e com pau para cima, grande e enrijecido. Olhei realmente espantado com o tamanho. Engoli seco.

O Cido passou por mim com uma cara sacana e um sorriso no canto da boca. Disfarcei, tomei meu banho e fomos para o trabalho juntos. Fomos e voltamos.

À noite, nada para fazer naquele lugar, ficamos vendo TV. Eu, sem camisa e de bermuda. Cido, pelado como de costume, no sofá ao lado. Logo depois do jornal, no começo da novela, ele ficou excitado. Discretamente, eu sequei aquele mastro pulsante.

Na tela passava um ator sem camisa. Cido disse:

"Gostosão esse cara aí, não é?".

Aí eu aproveitei:

"Você ficou excitado com ele, Cido?".

Logo ele emendou:

"Não sei... Acho que fiquei excitado foi com você... Que se parece com ele e não pára de olhar para o meu pau."

Aí eu gelei, branqueei, engasguei e gaguejei:

"Que isso, amigo? Tá me estranhando!".

Ele respondeu:

"Não. Eu sei que você não é disso, mas nesse fim de mundo, qualquer coisa que se mexa e tenha um buraco no meio, desperta o pau da gente."

Dizendo isso, Cido se levantou e veio para o meu sofá.

Ele levou a sua mão à minha e foi puxando para o seu lado. Eu saí fora e disse que aquela história iria pegar mal para ele e para mim.

Ele insistiu: buscou minha mão de novo e disse que ninguém precisava saber daquilo... Eu parei de resistir: segurei aquele membro grosso e disse que sempre quis experimentar aquilo, mas nunca surgira uma oportunidade legal. O pau dele pulsava na minha mão. Ele disse que era experiente naquilo e que sabia fazer tudo sem machucar.

Daí ele me puxou pela nuca em direção ao seu cacete. Eu agachei na frente dele, ele abriu mais as pernas, eu admirei aquelas bolas grandes, a virilha com cabelos anelados e aquele pau enorme brotando daquela mata.

O meu pinto estava totalmente duro e mal chegava à metade do tamanho da tora do Cido.

Levei a língua de baixo até em cima, depois desci, lambi aquela virilha suada, engoli as bolas, brinquei com elas na boca e voltei para me concentrar na cabeça daquele caralho: nunca tinha visto uma daquelas, um capacete que encobria mais o pênis que o normal. E a sensibilidade daquela glande era imensa: à medida que chupava e lambia, ele se contorcia no sofá e gemia assim:

"Hummm, gostoso! Hummm, gostoso! Chupa o seu macho..."

As mãos dele brincavam com meus cabelos e forçavam minha cabeça para baixo. Eu engoli o máximo que consegui, mas era pouco para o tamanho daquele pau.

Daí o Cido disse:

"Você vai gostar de dar pra mim, apesar do tamanho da ferramenta, eu faço com muito carinho. Vai ser gostoso!".

"Então vamos, meu nego!", eu disse, querendo acabar logo com aquele tesão no meu pinto e experimentar a pica do Cido no meu cu.

Fomos até a cama dele, ele tirou de uma mochila uma camisinha e vaselina, disse que era para me preparar. Pediu para eu me virar e arrebitar a bunda. Passou as mãos carinhosamente pelas minhas nádegas, separou-as, passou um pouco de vaselina no meu cu enfiou um dedo bem devagar e depois começou um vai-e-vem lento.

Fiquei um pouco incomodado, mas ele recuou e passou mais lubrificante. Depois que me acostumei com a grossura daquele dedo grande, ele tirou e ficou sobre mim com o pau bem firme e melado.

Apoiou-se com uma mão bem próxima do meu rosto e usou a outra para guiar a vara. Forçou a cabeça, que demorou a encaixar. Aos poucos fui sentindo meu ânus agasalhar aquela cabeçorra quente e sensível. Ele gemeu e eu mordi o lençol. De repente, ele deu uma estocada forte que colocou quase metade para dentro.

Eu voei na mão dele e mordi... Ele perdeu o apoio e desabou sobre mim. Apesar da dor, foi uma sensação incrível aquele corpo deitado sobre mim, com o pinto cravado lá dentro.

Depois que resmungamos e acostumamos com a posição, ele começou a me foder.

No início, devagar e tentando colocar mais para dentro.

Depois, rápido e com força. Ele voltou a se apoiar com as mãos, descolando-se de minhas costas. Eu chupei seu dedo polegar, como que para garantir que ele não iria me machucar mais. Senão eu morderia... Que dedão forte, gordo e gostoso. Ele acelerou, gritou e gozou... Eu fiquei aliviado; meu cu, anestesiado; e minhas pernas não conseguiam se mexer... Foi maravilhoso. No banho da manhã seguinte, fiquei mais de 15 minutos chupando aquele cacetão até o meu macho negro gozar na minha boca... Foi incrível!

Hoje ele á o meu macho e estamos muito felizes.


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