Amarrei minha namorada, e ela foi chupada e chupou pela 1ª vez

Um conto erótico de Poeta Safado
Categoria: Heterossexual
Contém 923 palavras
Data: 15/09/2011 20:44:19

Já namorava a Débora há uns cinco anos, entre idas e vindas. Começamos a namorar ainda adolescentes e, após alguns términos, estávamos juntos há quase dois anos. Ela tinha 18 anos e eu, na época, tinha 23. Havia sido seu primeiro beijo, primeiro namorado, primeiro sexo. Ela era uma loira muito bonita, seios grandes, uma bela bunda, e adorava sexo. Mas era bem tradicional, só gostava do sexo convencional, apesar de não ser muito adepta de preliminares, pois estava sempre afim.

Transávamos há uns 10 meses desde que havia tirado sua virgindade e, depois de algumas crises, nossa vida sexual ia bastante bem. No entanto, o fato de ela não querer fazer sexo oral me incomodava um pouco. Adoro sexo oral, tanto receber mas especialmente fazer, e então isso limitava um pouco nossas transas. Tudo bem que o fato de não exigir preliminares facilitava muito, mas como eu curto beijar, chupar e lamber, acabava não sendo uma grande vantagem para mim.

Eu às vezes tentava, pedia, até forçava, mas ela realmente não cedia, e mais, dizia que se um dia isso acontecesse, nunca mais me beijaria, porque tinha verdadeiro nojo de sexo oral, de qualquer forma. Bom, como eu gostava dela, acabei sossegando, e tentava esquecer a parada, até porque, sendo sincero, as fodas eram bem interessantes. Até que um dia algo aconteceu e mudou tudo isso...

Por ser bastante tradicional, variando um pouco nas posições somente, tínhamos que ser criativos para manter o tesão a mil. E eu adoro ser criativo. Inventei sessões de massagem, luz de velas, cremes, e um dia pus uma venda em seus olhos. Ela riu e disse que isso era algo batido e que ela esperava mais de mim. Mal sabia ela que eu tinha muito mais preparado. Tirei toda a sua roupa, mandei ela deitar na cama e amarrei seus braços. Ela se assustou um pouco e eu a mandei se acalmar, que ela iria gostar muito. Só não sabia o quanto.

Deixei ela amarrada e vendada na cama e fui até a cozinha, onde peguei gelo, chantilly e morangos. Quando voltei, levei essa menina à loucura. Passava o gelo nos seus peitos, a essa altura com os biquinhos bem durinhos, e chupava com vontade, produzindo uma sensação ambígua de frio e calor ao mesmo tempo. Nem preciso dizer que passei o gelo por todo o seu corpo, e com a bucetinha não foi diferente. Ela se contorcia, gemia, gritava de tesão, com arrepios causados pelo líquido gelado. Então eu entrei em ação. Dei uma super lambida na bucetinha, e ela enlouqueceu. Disse para que não fazer aquilo, senão ela não ia me beijar nunca mais. Eu respondi que ela podia fazer o que quisesse, mas que ia ter o maior tesão da sua vida. Dito e feito. Comecei a chupar com vontade aquela buceta que tinha o melhor gostinho que eu já havia provado. Pouco tempo depois, ela gozou na minha boca. Só teve forças pra dizer: “Se eu soubesse que era tão bom, tinha deixado tu fazer antes”. Eu ri e continuei com meu plano.

Comecei a passar o chantilly pelo seu corpo, e a comer com os morangos. Mas o foco agora era ela. Dei um morango com o creme para ela, que adorou. Pegava o gelo e colocava meu dedo na boca da Débora, e ia alternando com o chantilly e com os morangos. E ela chupava tudinho. Parecia estar gostando demais. Ato contínuo, passei um pouco de gelo no meu pau, a essa hora duríssimo, e comecei a passar no rosto dela. Ela estremeceu e perguntou: “Você não tá pensando em fazer o que eu tô pensando, né?”. Eu disse: “Relaxa, aproveita, curte o momento. Não esquece que quem tá no controle sou eu, deixa rolar”. Peguei um pouco de chantilly e passei na cabeça do meu pau, e dei uma encostada nos seus lábios. Ela não mexeu a boca, a deixou fechada, mas eu sabia que agora era uma questão de leveza e categoria e tudo daria certo. Rapidamente peguei um morango, e coloquei na sua boquinha. Ela abriu meio receosa, achando que eu iria colocar meu pau junto, mas eu queria que ela desejasse me chupar. Peguei gelo e passei o dedo nos lábios dela, exatamente do mesmo jeito que tinha passado o pau. Acho que a Débora entendeu a mensagem que eu tava querendo passar, e começou a lamber e chupar todo meu dedo. Passei um pouco de gelo no meu pau e encostei na boca dela novamente. Dessa vez, ela começou a timidamente passar a língua na cabeça, onda havia ainda um pouco de chantilly. Estava ainda meio receosa, então coloquei mais chantilly no cacete, e ela finalmente o colocou na boca. Era inacreditável o tesão de ter conseguido, e acho que ela estava curtindo também, pois começou a lamber e chupar meu caralho com vontade. Isso durou uns cinco minutos, e devo admitir que foram fantásticos cinco minutos, a vontade que ela tinha me deixava louco, e por pouco não gozei na boca dela. Então ela tirou o pau da boca e disse que já tinha feito tudo que eu queria, e que ela tinha curtido muito, mas que agora ela implorava para que eu pusesse a camisinha e metesse meu pau nela. Prontamente a atendi e tivemos a foda mais maravilhosa de nosso namoro, que melhorou sensivelmente com as novas possibilidades que se abriram, depois dessa inesperada e gostosa noite.

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